Uma pequena homenagem aos melhores pais do mundo!!!



Postado por Val Gouveia | Tuesday, 8 July 2008


8
Jul 2008

Bom, já que estou com pique para postar, então vamos lá…há meses estou para fazer um post sobre minha família, mais precisamente meus pais, que são tudo pra mim. Para isso, é necessário que eu comece bem lá do início!


Minha mãe se casou muito jovem, com 16 anos, aos 17 já tinha tido seu primeiro filho, meu irmão mais velho, Marcos, que hoje tem 46 anos. Depois vieram meus outros 3 irmãos e em 1977 eu nasci, a caçulinha da família, a raspinha do tacho…rs


A vida dos meus pais sempre foi muito difícil, trabalharam demais, sofreram muito. Minha mãe, quando meus dois irmãos do meio tiveram hepatite, ainda bem novinhos e precisaram ser hospitalizados, entrou em uma crise depressiva muito grave, mas com a ajuda de Deus e da família conseguiu superar essa má fase.


Moraram por muito tempo no interior de São Paulo, onde meus 4 irmãos nasceram, depois vieram pra São Paulo e logo após foram morar em Jundiaí, onde construíram praticamente sozinhos nossa casa e depois uma vida financeira estável, tranquila. Meu pai é comerciante, eletricista e corretor de profissão, estudou muito o mais que pôde, pra nos dar uma vida tranquila, confortável, fez o máximo que pôde para ver os filhos bem instruídos, bem colocados no mercado de trabalho e posso afirmar que todos os 4 estão muito bem, de acordo com aquilo que escolheram pra si próprios.


Digo 4 porque agora somos apenas 4, minha irmã, a 4 a nascer e anterior a mim, faleceu em 2000, com apenas 29 anos, formada em Direito, exercendo a profissão, com a vida inteira pela frente pra viver, mas impedida por uma doença terrível, a meningite!


Essa foi mais uma luta para meus pais, meu pai de um dia pro outro parece que envelheceu, definhou, minha mãe começou com uma série de problemas de saúde, fora os problemas de coração e pressão que já tinha.


Enfim, os detalhes são tantos que é impossível colocar todos aqui no blog.


Em 2003, ano em que casei, meus pais resolveram voltar para o interior, na semana em que se mudaram minha mãe teve um acidente em casa, e cortou a perna. Como ela sempre teve problemas com coagulação e tem a pele muito fina e sensível demais teve que passar por uma cirurgia plástica na perna e foi aí que o problema maior começou.


Quase não podia andar direito e então a osteoporose que já tinha começado a se fazer presente, prejudicou de vez a perna, ou melhor, seu joelho da perna acidentada. E foi então que ela acabou perdendo todo os movimentos do joelho, o líquido que faz a lubrificação entre os ossos “secou” completamente, os ossos começaram a gastar, raspando um no outro e então ela ficou completamente impossibilitada de andar.


Quem me acompanha sempre, sabe a luta que foram estes dois últimos anos, a cirurgia no joelho que nunca era autorizada por causa dos problemas cardíacas, as duas “estadas” na UTI, o desespero que eu e minha família passamos com minha mãe doente, a ajuda, as orações e a mão de Deus que sempre esteve sobre nós e que fez com que tudo isso passasse e minha mãe pudesse se reestabelecer dos tantos enfartos que teve e pudesse ser finalmente operada.


O post na verdade, é para contar a NOSSA vitória, a vitória da nossa família, que são meus pais e meus irmãos e nossos amigos verdadeiros.
Graças à Deus, minha mãe está firme na fisioterapia e já está andando com o andador, e falta muito pouco para andar sozinha, com as “próprias pernas”. Está fazendo os exercícios tanto na clinica onde faz a fisioterapia, quanto em casa, porque ela resolveu lutar por isso, deixou de lado o desânimo e escolheu VIVER!


Mesmo depois de ter recebido um telefone de uma pessoa DEFICIENTE de amor e felicidade a chamando de “aleijada”. Pois é, será mesmo minha mãe uma “aleijada”? Ou melhor, será ela a aleijada? Porque não consigo entender o que leva um ser humano a cometer um ato desses, ligar pra uma pessoa recém operada e dizer horrores, inclusive chamar de aleijada.


Infelizmente foi uma pessoa da família, ou melhor, que se dizia ser da familia, porque na minha concepção FAMÍLIA é amor, independente de laços sanguíneos, então essa pessoa pra mim, mesmo possuindo o mesmo sangue que eu, não é digna de fazer parte da NOSSA FAMÍLIA.


Meus pais vivem muito bem, obrigada! Este ano vão fazer 47 anos de casados, e como comentei em meus posts anteriores, quando falei sobre o meu casamento, mesmo com as desavenças, dificuldades e brigas do dia-a-dia, sempre estiveram juntos e sempre vão estar.
Meu pai sempre nos deu uma educação muito severa, porém, nunca usou de violência com nenhum de nós, sabíamos o momento de parar com um simples olhar que ele nos dava.
Quando não podia nos dar algo que queríamos, sabíamos esperar, porque nunca fomos educados para ter luxo e sim termos uma vida confortável com parcimônia, só assim, saberíamos valorizar tudo o que iríamos ter futuramente.


Meus pais sempre se mantiveram, nunca precisaram de nada dos filhos, nunca pediram nada aos filhos e nem os filhos, após terem formado família a eles, possuem a casa deles e outros bens, que são deles, que lutaram pra ter e os tem merecidamente. Nunca viveram de favor na casa de ninguém.


Meu pai sempre respeitou muito minha mãe e nós, seus filhos, mesmo sendo muito severo. Nunca renegou nenhum dos filhos, nem teve motivos pra acusar minha mãe de nada, e nenhum de nós, seus filhos, ou minha mãe fomos motivo de vergonha para meu pai ou familiares, ao contrário da família deste SER, que se achou no direito de ofender minha mãe, este ser que nem família tem mais, aliás, tem sim, uma família, completamente desestruturada, onde falta respeito, cultura e o mais importante de tudo, onde falta o AMOR!


Resolvi não me manifestar quando minha mãe me contou o episódio, aliás, fui impedida por ela e pelo Carlos, mas confesso que ando engasgada com isso e resolvi que se caso isso se repita, caso minha mãe receba mais alguma ligação ofensiva, aí as coisas vão tomar um rumo diferente, por este motivo minha mãe já foi orientada para “registrar” qualquer ligação que receber da TAL PESSOA.


Só para finalizar o post, gostaria então de agradecer mais uma vez, os amigos que sempre estiveram junto da gente nestes últimos tempos, às minhas meninas maravilhosas, que fizeram correntes de oração, que torceram por nós!
Agradecer também à Deus, que sempre é justo e nunca falha, e que faz tudo de acordo com SUA vontade.


Agradecer aos meus pais, pela educação que me deram, pelo apoio, pela doação em tempo integral que nos proporcionavam quando nós, os filhos, precisávamos deles.
Tenho orgulho dos meus pais, por tudo o que eles foram e continuam sendo em nossas vidas!

Amanhã, minha irmã completaria 37 anos de idade, sei que vai ser um dia muito triste pra todos nós, principalmente para meus pais, que não a esquecem um dia sequer…gostaria muito de estar com eles amanhã, mas infelizmente só posso estar em pensamento e com meu coração!


Mas não perco por nada o aniversário de 72 anos do meu negão lindo, no dia 18/07, porque dia 16 eu e Bruno estamos indo pra lá, passar uns dias com eles.
E em setembro, vamos comemorar os 47 anos de casados deles, todos juntos, se Deus quiser!!!!




Meu filho é um “Clássico”



Postado por Val Gouveia | Tuesday, 8 July 2008


8
Jul 2008

Há tempos estou pra fazer este post, falando sobre os “gostos” e “preferências” do Bruno!


Bom, acho que tudo começou quando ele ainda estava dentro da minha barriga, porque quando estava grávida, ouviu muita música, praticamente o dia todo. Como optei por não trabalhar mais quando engravidei, ficava em “casa” o dia todo ouvindo música, e diga-se de passagem, música de qualidade.


Zeca Pagodinho, Chiclete não sei das quantas, pagodeiros e companhia limitada que nos perdoem (eu e o marido), mas não suportaaaaaaaamos pagode, nem axé, nem funk, rap e afins. Passo mal só de pensar que vou em alguma festa que vai tocar isso.


Marido então, quando entra no carro com alguma pessoa que não conhece bem seu gosto musical, logo avisa: “no meu carro não se ouve pagode!” e tenho dito!


E assim Bruno cresceu aqui dentro da barriga, ao som de muita Alpha FM e Antena 1. E é claro, que temos a nossa seleção musical também no MP4, que ele sempre ouve, e o mais engraçado é quando estamos em algum lugar e toca alguma música das nossas preferidas e ele diz: “mamãe, esta música está no nosso MP4, né?”!


Outro dia fomos com a Lidi, Julio e Fernanda em um show organizado pela Alpha com a Luiza Possi, foi o primeiro show de “gente grande” que o Bruno foi e adorou!!!!



Agora sempre que escuta alguma música dela, diz que é a “moça do vestido verde”, que aliás, é sua cor preferida!


Uma outra coisa com que ele se acostumou foi All Star, quando saímos pra comprar tênis ou sapato pra ele, ele não aceita outra coisa, sai logo dizendo que quer All Star! Então pra todo lado que vamos é uma luta fazer com que ele calce outro tipo de calçado.



Bom neste ponto puxou a mãe e a madrinha, que são completamente alucinadas por All Star, todo passeio ao shopping nos rende babas e mais babas em vitrines olhando os mais variados modelos de All Star que existem hoje em dia (graças à Deus) e pra tristeza aqui do marido, porque nossa meta é aumentar cada dia mais a coleção. Lidi no momento está “pleiteando” a compra do “xadrez” e eu do “rosa purpurinado” (minha cara!!!)


E a criança da casa entra na onda!


Para combinar com nossos “All Stares” (uiiiiiiii, devo ter errado na pluralização da palavra, com certeza), nada mais adequado do que uma visita à Galeria (Clássica) do Rock, aqui no centro de São Paulo, para adquirir nossas camisetas do Chaves, seu Madruga e companhia limitada.


Bruno já avisou em alto e bom som que ele quer que a camiseta dele seja do “Seu Madruga”.Ele gosta tanto da série, que tive que me virar nos 30 aqui pra conseguir baixar todos os episódios pra felicidade dele e da madrinha em questão. Assim como também tive que baixar, Pica Pau, Manda Chuva (alguém ainda lembra desse???). Enfim, a criança aqui realmente é um verdadeiro “clássico”.


E no final, andaremos os três juntos nas ruas, mais parecendo um trio de EMOS (arghhhhhhhhhhhhh), que não são clássicos, mas que pensando bem, possuem sempre um pitada de bom gosto, em seus gostos “vestimentares”.


Resumindo, tira-se muitas coisas boas, de várias outras coisas, a não ser dos estilos musicais citados acima, no terceiro parágrafo deste post, que começou tão bonitinho e terminou sem pé nem cabeça…rs


Aproveito a oportunidade para agradecer aos comentários e aos vários e-mails que recebi sobre o post anterior. Sou muito feliz sim, em meu casamento, apesar de todos os percalços, dificuldades e brigas que todos os casais tem, apesar dessas brigas, dos desentendimentos, não vivo sem meu marido!




12 anos



Postado por Val Gouveia | Thursday, 26 June 2008


26
Jun 2008

Há 12 anos atrás no conhecemos. E parece que foi ontem. Nos conhecemos nos corredores da nossa faculdade de Direito. Eu sempre que passava com minhas amigas, via você me olhando, e eu ficava pensando: “qualquer dia vou perguntar pra esse moço porque ele me olha tanto”.


Mas não foi preciso.


Você estudava na sala ao lado, mesmo ano que eu, os mesmos professores, as aulas que eu tinha no primeiro tempo, você tinha no segundo e vice-versa. E então, um dia, tivemos uma prova em que era necessário um dicionário de português jurídico e você não tinha, e foi até a minha sala pedir emprestado para “alguém”. E este alguém fui eu.


Depois disso, você foi devolver e passamos e conversar todos os dias…ficávamos o intervalo todo juntos. Hoje damos boas risadas, quando você diz que todos os dias me perguntava se eu queria comer alguma coisa ao mesmo tempo que torcia pra eu responder “não”, porque não tinha um tostão no bolso…rs. E a sua sorte era que eu sempre dizia não, não é? Mas também, não iria conseguir comer nada perto de você. Quando estávamos juntos eu simplesmente não sentia fome, nem frio, aliás, frio sentia sim, no estômago, sempre que você se aproximava. Amava estar ao seu lado, amava passar aqueles instantes com você…e foi aí que tudo começou, o nosso amor.


Começamos então a namorar. Foi uma reviravolta em nossas vidas, principalmente na minha, que estava decidida a me dedicar apenas aos estudos, e quando nos conhecemos, meus planos foram meio que por água abaixo. Se me arrependo por ter meio que deixado de lado a faculdade e te colocado em primeiro plano? NÃO! Não me arrependo de nada, nada mesmo!


Logo no começo do namoro, passamos por maus bocados, falta de dinheiro, um susto gigantesco que mudou nossas vidas para sempre e que nos marcou também para sempre, a não aceitação por parte do meu pai quanto ao nosso namoro. Mas no final, passamos por tudo isso. O dinheiro veio, afinal, você conquistou um grande emprego ao passar em um concurso de uma grande energética. O susto passou, conseguimos contornar da melhor maneira (que podíamos) a situação que nos pegou de surpresa e só faltou a aceitação do meu pai, que veio só depois do nascimento do Bruno. Mas enfim veio, e hoje todo mundo diz que parece que ele é mais seu pai do que meu!


Como peguei no seu pé durante a faculdade, não é? Tinha um ciúmes doentio de você, e com o tempo isso começou a atrapalhar o nosso namoro. Você aguentava minhas crises com a maior paciência do mundo, mesmo eu hoje em dia percebendo que você aguentou mais do que poderia e deveria.
No último ano da faculdade, minha irmã morreu, minha irmã e amiga e sua cunhada e provavelmente sua melhor amiga. Como foi doloroso, e você mais uma vez estava lá, ao meu lado e ao lado da minha família, ajudando mais do que deveria, novamente!


Com o final da faculdade, acho que já não aguentando mais o meu ciúmes e o meu gênio…rs, você resolveu que não dava mais, não queria mais continuar o namoro, e depois de cinco anos, terminamos! Ou melhor, você terminou! Chorei por 3 meses, te ligava, pedia pra voltar mas você estava decidido, não queria. Então resolvi começar a sair, a conhecer novas pessoas, comecei a “curtir” a vida sem você. Porém, ainda assim, hoje posso afirmar que não era feliz, não me sentia completa. Saía, me divertia, mas ainda assim, não me sentia totalmente feliz.


E aí, se passaram dois anos, nunca mais nos vimos, nem nos falamos. Você foi para Portugal, iria ficar por lá, trabalhando, mas não foi dispensado pela empresa aqui no Brasil. Acho que no fundo, tudo realmente tem uma razão para acontecer e você voltou ao Brasil.
Eu por minha vez, estava me preparando para ir embora para o interior, com meus pais, e você ao ficar sabendo disso, me ligou. Assim que ouvi sua voz, comecei a chorar, ficamos no telefone por horas, ou melhor, a madrugada toda e combinamos que você sairia do trabalho e iria direto pra minha casa, para se “despedir” de mim, afinal eu iria morar há 500Km de distância.


Enfim, para resumir, você foi para minha casa, conversamos e no mesmo dia, resolvemos nos casar. Como você gosta de salientar: “eu te pedi em casamento”, quando você deu a entender que queria “se juntar”. Morro de rir, quando você me imita, dizendo: “eu não sou mulher de ajuntar, sou mulher pra casar”. E marcamos nosso casamento para o mês seguinte.


Começamos a correr com os preparativos, gastamos o que não tínhamos e o que não podíamos gastar, mas enfim, casamos! O começo do casamento foi conturbado, eu sentia um misto de felicidade e de angústia, feliz por casar e angústia por estar longe dos meus pais, mais angustiada ainda me sentia por meu pai não ter ido ao nosso casamento e ter se distanciado de mim, se recusando a falar comigo.


E você, pacientemente aguentou tudo isso, aguentou meus surtos, minha depressão pacientemente….nunca reclamando de nada e me ajudando e aceitando tudo, sem ao menos reclamar de nada.


Com a gravidez, que foi muito desejada e planejada, meu pai voltou a falar comigo e foi aí que tudo começou a melhorar. Neste meio tempo, passamos por vários apertos, várias dificuldades, afinal, acabamos nos casando de repente, gastamos muito dinheiro com isso, ficamos com várias dívidas, mas aos poucos conseguimos resolver tudo. E então, nasceu o nosso bem mais precioso, veio o Bruno pra nos dar ainda mais felicidades, nos completar.


Logo depois, mais uma vitória, compramos nossa casa própria, nosso canto, nosso lar, que sempre comentamos que não trocamos por nada, e até o Bruno vive dizendo, porque nos ouve dizer: “não existe lugar melhor que a nossa casa”. E não existe mesmo.
Sei que te dei “n” aborrecimentos. Sei que talvez eu não seja a esposa perfeita, a dona de casa (arghhhhhhhh, odeio essa palavra) exemplar. Mas você sabe que eu faço o que posso. Faço qualquer coisa para que tenhamos paz, harmonia e felicidade.
Ajudo no que está ao meu alcance, porque acima de qualquer coisa, qualquer besteira que tenha feito, qualquer raiva que tenha te feito passar TE AMO DEMAIS, amo passar os dias com você, não suporto quando tem que trabalhar aos finais de semana, e reclamo muito por isso, mas entenda que é porque sinto sua falta aqui junto da gente. É horrível ter que passar os domingos sem você.


Enfim, só tenho a agradecer pelo marido que é, pelo pai, pelo filho que é para os seus pais e o irmão maravilhoso que é para seus irmãos, o genro que minha mãe ama e que meu pai aprendeu a respeitar e a idolatrar.
O amigo que os amigos sentem falta e que comentam que o ambiente de trabalho (do emprego anterior) já não é o mesmo sem você, que sua alegria e brincadeiras fazem muita falta.
O amigo que conquistou minhas amigas ao ponto de eu imaginar que elas são agora, muito mais suas amigas do que minhas e não sinto ciúmes nenhum ao dizer isso, só tenho que me sentir feliz por isso!
Obrigada por me ajudar, mesmo quando está cansado demais, quando está mal humorado demais. Obrigada por suportar minhas crises existenciais, por ser um pai de ouro, que sempre cuidou muito bem do Bruno quando eu estava ausente. Obrigada por ter me dado um filho tão lindo, inteligente e especial!
Realmente, como muitas pessoas dizem, podemos até ser como a água e o vinho, visualmente, mas somos UM como casal.
Espero passar ainda muitos outros 12 anos junto de você.
Te amamos demais!


Algumas fotos nossas, ao longo dos nossos 12 anos de convivência.
Fotos da faculdade, foto do seu aniversário, foto da nossa gravidez, na maternidade, Bruno ainda bebê, e foto mais recente.





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