Há 12 anos atrás no conhecemos. E parece que foi ontem. Nos conhecemos nos corredores da nossa faculdade de Direito. Eu sempre que passava com minhas amigas, via você me olhando, e eu ficava pensando: “qualquer dia vou perguntar pra esse moço porque ele me olha tanto”.


Mas não foi preciso.


Você estudava na sala ao lado, mesmo ano que eu, os mesmos professores, as aulas que eu tinha no primeiro tempo, você tinha no segundo e vice-versa. E então, um dia, tivemos uma prova em que era necessário um dicionário de português jurídico e você não tinha, e foi até a minha sala pedir emprestado para “alguém”. E este alguém fui eu.


Depois disso, você foi devolver e passamos e conversar todos os dias…ficávamos o intervalo todo juntos. Hoje damos boas risadas, quando você diz que todos os dias me perguntava se eu queria comer alguma coisa ao mesmo tempo que torcia pra eu responder “não”, porque não tinha um tostão no bolso…rs. E a sua sorte era que eu sempre dizia não, não é? Mas também, não iria conseguir comer nada perto de você. Quando estávamos juntos eu simplesmente não sentia fome, nem frio, aliás, frio sentia sim, no estômago, sempre que você se aproximava. Amava estar ao seu lado, amava passar aqueles instantes com você…e foi aí que tudo começou, o nosso amor.


Começamos então a namorar. Foi uma reviravolta em nossas vidas, principalmente na minha, que estava decidida a me dedicar apenas aos estudos, e quando nos conhecemos, meus planos foram meio que por água abaixo. Se me arrependo por ter meio que deixado de lado a faculdade e te colocado em primeiro plano? NÃO! Não me arrependo de nada, nada mesmo!


Logo no começo do namoro, passamos por maus bocados, falta de dinheiro, um susto gigantesco que mudou nossas vidas para sempre e que nos marcou também para sempre, a não aceitação por parte do meu pai quanto ao nosso namoro. Mas no final, passamos por tudo isso. O dinheiro veio, afinal, você conquistou um grande emprego ao passar em um concurso de uma grande energética. O susto passou, conseguimos contornar da melhor maneira (que podíamos) a situação que nos pegou de surpresa e só faltou a aceitação do meu pai, que veio só depois do nascimento do Bruno. Mas enfim veio, e hoje todo mundo diz que parece que ele é mais seu pai do que meu!


Como peguei no seu pé durante a faculdade, não é? Tinha um ciúmes doentio de você, e com o tempo isso começou a atrapalhar o nosso namoro. Você aguentava minhas crises com a maior paciência do mundo, mesmo eu hoje em dia percebendo que você aguentou mais do que poderia e deveria.
No último ano da faculdade, minha irmã morreu, minha irmã e amiga e sua cunhada e provavelmente sua melhor amiga. Como foi doloroso, e você mais uma vez estava lá, ao meu lado e ao lado da minha família, ajudando mais do que deveria, novamente!


Com o final da faculdade, acho que já não aguentando mais o meu ciúmes e o meu gênio…rs, você resolveu que não dava mais, não queria mais continuar o namoro, e depois de cinco anos, terminamos! Ou melhor, você terminou! Chorei por 3 meses, te ligava, pedia pra voltar mas você estava decidido, não queria. Então resolvi começar a sair, a conhecer novas pessoas, comecei a “curtir” a vida sem você. Porém, ainda assim, hoje posso afirmar que não era feliz, não me sentia completa. Saía, me divertia, mas ainda assim, não me sentia totalmente feliz.


E aí, se passaram dois anos, nunca mais nos vimos, nem nos falamos. Você foi para Portugal, iria ficar por lá, trabalhando, mas não foi dispensado pela empresa aqui no Brasil. Acho que no fundo, tudo realmente tem uma razão para acontecer e você voltou ao Brasil.
Eu por minha vez, estava me preparando para ir embora para o interior, com meus pais, e você ao ficar sabendo disso, me ligou. Assim que ouvi sua voz, comecei a chorar, ficamos no telefone por horas, ou melhor, a madrugada toda e combinamos que você sairia do trabalho e iria direto pra minha casa, para se “despedir” de mim, afinal eu iria morar há 500Km de distância.


Enfim, para resumir, você foi para minha casa, conversamos e no mesmo dia, resolvemos nos casar. Como você gosta de salientar: “eu te pedi em casamento”, quando você deu a entender que queria “se juntar”. Morro de rir, quando você me imita, dizendo: “eu não sou mulher de ajuntar, sou mulher pra casar”. E marcamos nosso casamento para o mês seguinte.


Começamos a correr com os preparativos, gastamos o que não tínhamos e o que não podíamos gastar, mas enfim, casamos! O começo do casamento foi conturbado, eu sentia um misto de felicidade e de angústia, feliz por casar e angústia por estar longe dos meus pais, mais angustiada ainda me sentia por meu pai não ter ido ao nosso casamento e ter se distanciado de mim, se recusando a falar comigo.


E você, pacientemente aguentou tudo isso, aguentou meus surtos, minha depressão pacientemente….nunca reclamando de nada e me ajudando e aceitando tudo, sem ao menos reclamar de nada.


Com a gravidez, que foi muito desejada e planejada, meu pai voltou a falar comigo e foi aí que tudo começou a melhorar. Neste meio tempo, passamos por vários apertos, várias dificuldades, afinal, acabamos nos casando de repente, gastamos muito dinheiro com isso, ficamos com várias dívidas, mas aos poucos conseguimos resolver tudo. E então, nasceu o nosso bem mais precioso, veio o Bruno pra nos dar ainda mais felicidades, nos completar.


Logo depois, mais uma vitória, compramos nossa casa própria, nosso canto, nosso lar, que sempre comentamos que não trocamos por nada, e até o Bruno vive dizendo, porque nos ouve dizer: “não existe lugar melhor que a nossa casa”. E não existe mesmo.
Sei que te dei “n” aborrecimentos. Sei que talvez eu não seja a esposa perfeita, a dona de casa (arghhhhhhhh, odeio essa palavra) exemplar. Mas você sabe que eu faço o que posso. Faço qualquer coisa para que tenhamos paz, harmonia e felicidade.
Ajudo no que está ao meu alcance, porque acima de qualquer coisa, qualquer besteira que tenha feito, qualquer raiva que tenha te feito passar TE AMO DEMAIS, amo passar os dias com você, não suporto quando tem que trabalhar aos finais de semana, e reclamo muito por isso, mas entenda que é porque sinto sua falta aqui junto da gente. É horrível ter que passar os domingos sem você.


Enfim, só tenho a agradecer pelo marido que é, pelo pai, pelo filho que é para os seus pais e o irmão maravilhoso que é para seus irmãos, o genro que minha mãe ama e que meu pai aprendeu a respeitar e a idolatrar.
O amigo que os amigos sentem falta e que comentam que o ambiente de trabalho (do emprego anterior) já não é o mesmo sem você, que sua alegria e brincadeiras fazem muita falta.
O amigo que conquistou minhas amigas ao ponto de eu imaginar que elas são agora, muito mais suas amigas do que minhas e não sinto ciúmes nenhum ao dizer isso, só tenho que me sentir feliz por isso!
Obrigada por me ajudar, mesmo quando está cansado demais, quando está mal humorado demais. Obrigada por suportar minhas crises existenciais, por ser um pai de ouro, que sempre cuidou muito bem do Bruno quando eu estava ausente. Obrigada por ter me dado um filho tão lindo, inteligente e especial!
Realmente, como muitas pessoas dizem, podemos até ser como a água e o vinho, visualmente, mas somos UM como casal.
Espero passar ainda muitos outros 12 anos junto de você.
Te amamos demais!


Algumas fotos nossas, ao longo dos nossos 12 anos de convivência.
Fotos da faculdade, foto do seu aniversário, foto da nossa gravidez, na maternidade, Bruno ainda bebê, e foto mais recente.


Oiiiiiii gente!


Depois de quase uma década sem postar, cá estou eu. Affffffffffffff…a semana que passou foi cheia de coisas pra fazer, fiquei sem tempo pra nada. Com mais uma loja chegando no pedaço logo, logo e a correria para os últimos preparativos pra festinha junina do Bruno.


Que foi MARAVILHOSA!


Linda, linda demais mesmo. Começou super cedo e durou o dia todo. Bruno dançou às 11 da manhã, depois às 17hs foi coroado o REI da festa junina de 2008, ééééééééé gente, ganhamos a gincana, com quase 100 mil pontos e algumas centenas de reais a menos no bolso. Mas vale demais a pena! Ele ficou tão feliz e tão liiiiiiiiindo! Bom, mas vamos começar do começo…rs


Quando subiu ao palco para a apresentação, ele parecia sério demais, até mesmo bravo, quase não olhava pra gente, isso porque eu havia dito pra ele olhar sempre, porque iria tirar fotos dele. E o moleque lá em cima do palco, dando sinais de que não ia dançar naaaaaada. Quando a professora e a diretora (que ensaiaram eles) avisou que iria começar e que deviam prestar atenção nelas para a coreografia o menino começou a se transformar. Quando começou a música então…começamos nós, os pais, a derreter…rs


Cantaram e dançaram uma música do Rio Negro e Solimões, e foi liiiiindo demais, eu babei o tempo todo, tentava não tremer tanto (de emoção), já que minha máquina está uma caca e eu queria que as fotos ficassem ao menos “apresentáveis”. O Carlos, ao meu lado, sorria embasbacado o tempo todo, ao mesmo tempo que brotavam lágrimas de emoção, orgulho e amor o tempo todo dos olhos dele. E ao final, todo mundo começou a gritar BIS e aí pudemos ver o nosso REI, dançar e cantar novamente….tão lindo!


Brincou com os amigos o resto da tarde. E acho que um dos momentos de maior orgulho pra mim, foi quando a tia Carla chamou o Bruno para que ele conhecesse a mãe dela. Não é lindo? A ex-professora dele, que ele tanto ama (e nós também, por saber o quanto ela cuidou bem e zelou por ele) o chamou para que ele conhecesse a mãe dela. Não tem prova de amor e carinho maior que essa. Conversando com elas a mãe dela comentou sobre o dia em que a tia Carla recebeu a notícia de que não ficaria mais com o Jardim I (a sala do Bruno), disse que chegou em casa chorando, super triste, porque teria que se “afastar” das crianças dela. Com estas coisas é que percebemos que nossos pequenos estão em boas mãos, estão sendo bem cuidados, são queridos demais!


O dia foi bom em todos os sentidos, fiz amizade com várias outras mães, que até então só conhecia de vista, de dizer “oi”, quando íamos deixar os filhotes na escola. Conheci outros professores das outras unidades da escolinha….foi bom demais!


E aí, com o final do dia, chegou o momento de ele ser coroado o REI da festa junina deste ano. Ele ficou super ansioso, porque chamaram primeiro o príncipe e a princesa. Ele já estava meio que em cima do palco, porque há todo momento, quando anunciavam alguma coisa, ele dizia: “eu, eu, eu que sou rei”…ahahahahahahha. E fiquei hiper nervoso quando o Tio Lira (o dono da escolinha) disse que o rei não iria receber o prêmio porque havia ido embora. Aí começou a brincar, dizendo que ia fazer uma enquete, perguntando quem deveria ser o rei, e foi perguntar, justamente pro Bruno, claro! Porque a intenção era provocá-lo mesmo! E Bruno mais do que depressa disse: “Claro que o rei sou eu”…foi tão engraçado e lindo! Todo mundo caiu na gargalhada!


Veio pra casa feliz da vida, com os presentes todos que ganhou na festinha e é claro, o presentão que ganhou por ter ganho como REI….


Vou colocar algumas das fotos que tirei, tem mais um tantão, mas fiquei com uma preguiça danada de editar todas…rs. Lembrando que todas as fotos onde aparecem outras crianças sem ser o Bruno pedi autorização para os pais para postar aqui no blog, ok!


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Oi gente!!
Desta vez voltei mais rápido né? Hoje mesmo com bastante coisa pra fazer, parece que o dia “fluiu” melhor, então acabei tirando um tempinho, do meu precioso tempo noturno (que uso pra ler ou assistir meus seriados e filmes favoritos) e vim postar.


Hoje, quando estava terminando um kit, e pensando sobre os acontecimentos dos últimos dias (minhas entradas em outras lojas de scrap digital), cheguei à conclusão de que não quero entrar no mundo dos produtos commercial use.
E explico o porque desta minha decisão.
Primeiro, não levo o menor jeito pra coisa.
Segundo, não tenho a mínima paciência pra ficar “limpando” produtos.
E terceiro, não quero ser apenas mais uma neste mundo, onde tudo é praticamente “repetido”, tudo muito igual.
Gente, por favor, não estou criticando o trabalho de ninguém, existem designs criados que são únicos, como consumidora tenho minhas preferências, é claro, então não vou citar nomes aqui, porque quero me manter imparcial quanto a isso aqui no blog, por motivos óbvios, claro!


Então diante disto, resolvi que não quero me dedicar á criação de produtos commercial use. E é claro que o maior de todos os motivos é a minha paixão eterna pela criação de kits. Não tem como. Quando a gente gosta de algo, a gente acaba se dedicando de corpo e alma, e como não tenho tanto tempo livre assim para criar, resolvi usar este pouco tempo, fazendo o que realmente gosto, que é criar kits.
Claro que a maioria vai achar que sou doida, porque ganha-se duas vezes mais criando produtos commercial use do que personal use, porém, estou satisfeita com os resultados obtidos em relação às vendas dos meus produtos personal use. Quando entrei neste mundo do scrap digital, estava completamente ciente de que jamais viveria disto, nem era minha intenção. Surpresa fiquei qdo o meu curso de criação de kits começou a dar super certo, dando ótimos resultados, depois veio a Sweet e agora a Original, então acho que pra mim, em se tratando de “lucros internéticos”…rs, a coisa já está de bom tamanho.


Uma outra coisa que deu super certo e que quero me focar ainda mais é o trabalho com produtos artesanais. E uma coisa eu confesso, essa festa junina, essa correria com prendas, me favoreceu demais no sentido de divulgação do meu trabalho. Hoje a escolinha do Bruno, que tem 3 unidades, me encomendou o presente para o dia dos pais, o que vai me dar um tremendo trabalho, mas que também vai ser extremamente vantajoso.


Sendo assim, podem se preparar porque terão sempre vários presentes aqui no blog pra vocês. Não consigo fazer kits e esquecer dos freebies, acho que gosto mais de fazer freebies do que kits para vender. Mas é claro que espero vocês visitando minha loja, e é claro, comprando meus kits! rs


Então, vou aproveitar o ensejo pra mostrar pra vocês alguns produtos novos que fiz nos últimos dias, alguns já estão nas lojas onde vendo (juro que atualizo os links aqui no blog ainda esta semana!!!), outros ainda não coloquei em todas, mas que podem ser adquiridos não apenas através das lojas, mas também pelo meu e-mail: contact@valgouveia.com.


Para visualizar em tamanho maior, é só clicar em cima das imagens:





E agora, claro, a melhor parte!
Um freebie fresquinho, recém saído do forno, que fiz usando actions maravilhosas da minha amiga e sócia Rose.li!!! Gente, vocês não tem noção do que são estas actions, lindas de viver!!!!!
Espero que gostem do freebie, é simples, porém, foi feito com muito, muito amor!





DOWNLOAD

Olá pessoal!
Se eu não deixar a preguiça de lado, ou ao menos não fizer um esforço, não vou vir atualizar nunca mais o blog…rs, e o meu propósito, quando coloquei este novo endereço no ar, foi de vir sempre!
Então cá estou eu.


Há um tempão, ando querendo fazer um post sobre o Bruno. Acho que desde que inaugurei este espaço não falei mais dele. Sobre as birras, pirraças, enfim, sobre o temperamento do pequeno gigante de 99cm de altura. A coisa anda tão difícil, que enquanto estou digitando este texto, o Bruno está aos berros aqui do meu lado, querendo “lixar as unhas”, posso com isso????


Pois é, de uns meses pra cá, Bruno tem se transformado, as vontades dele são leis e não faz alguma coisa que ele quer pra ver. O moleque se rebela, responde, grita, faz birra, mal criação e se duvidar, até bate. Pois é, até bate! Até comentei com as meninas da Sweet, em nosso grupo de bate papo, sobre isso. Teve uma semana que Bruno estava impossível, erguia a mão mesmo e conseguiu até me “nocautear” umas duas vezes.
Resultado??? Castigo…castigo e mais castigo.


Resolvi questionar a professora na escolinha, e segundo ela, Bruno estava perfeito. Claro que ele é super sapeca, super ativo, mas não estava dando maiores problemas, nem demonstrando nenhum tipo de violência com os amigos nem com a professora.
Aí fiquei pensando: “Putz, a coisa é comigo”.
Em alguns dias pensei que fosse perder o controle, sabe quando bate aquele desespero???
Fiquei pensando, meu filho não me obedece e ainda quer bater em mim. Comecei a pensar, conversei com o Carlos e decidimos que o castigo teria que partir pro lado “pesado” da coisa.


A primeira providência foi cortar o final de semana, nada de passeios pra parques, nem brinquedos. Nada de presentes fora de datas e o pior de todos os castigos: nada de filmes infantis no DVD por uma semana.
E não é que surtiu efeito?
Bruno, dia após dia, começou a se portar como um lord, todos os dias vinha me perguntar quando é que poderia voltar a assistir seus filmes, e eu dizia que somente quando ele começasse a se portar como meu filho e me respeitasse, quando parasse de gritar, de desobedecer…e no final acabou dando certo.


Claro que ainda não está 100%, nem acredito que isso exista. Acho a maior hipocrisia do mundo, mães e pais que vivem dizendo de boca cheia que os filhos são exemplos de obediência e educação. Dou minha cara pra bater, caso encontre uma única criança no mundo que nunca tenha ou vá responder aos pais, que faça birra, que faça pirraça.


Pior coisa do mundo é estar tentando contornar uma dessas crises de desobediência dos nossos filhos e ouvir um (a) “Zé Ruela”, por perto dizendo: “Ai, meu filho, minha filha nunca fez isso”.
Ahhhhhhhhhhhh claro que não. Acredito!
Até pra mim é muito mais fácil colocar defeitos nos filhos dos outros do que no meu.
Nessas horas dá vontade de perder a compostura, deixar a criança birrenta de lado e acertar uma de esquerda (porque sou canhota) na cara da condenada.




Massssss, birras, desobediências, mal criações á parte, como eu havia dito no post anterior, estamos nos aproximando das festas juninas. A escola do Bruno, como estava em reforma no ano passado, fez uma festa simples. Este ano, com a expansão e aumento considerável do espaço, resolveram fazer uma super festa.
Com isso, estamos participando das atividades pré-festa, e a maior delas é a atividade das prendas. Há algumas semanas, estou numa correria danada, já teve semana dos plásticos, semana do vinho, semana dos enlatados e esta semana está sendo a semana dos farináceos e cereais.


Então deixa eu contar uma “pequena” história pra vocês.
Desde o início, quando surgiu a coisa toda da festa, quando fiquei sabendo que o líder em pontuação seria o REI da festa junina, jurei pra mim mesma e pro Bruno de que ele seria o rei.
E lá fui eu, pra começar a participar da empreitada. Na primeira semana cheguei na escola, carregada de vasilhas plásticas, conseguimos nossos primeiros 3 mil pontos, e aí me senti né…achando que estava liderando com grande folga nos pontos.
No dia seguinte, quando cheguei pra levar o Bruno, quase tive um treco, estávamos em segundo lugar, o primeiro colocado estava com 19.800 pontos. Como assim??????
A família da criança é dona de alguma loja de 1 real???? rs


Bom, nas semanas seguintes, fiquei meio desanimada, não participei tanto, com muita coisa, comecei a “preparar” o Bruno, de que possivelmente ele não seria o rei. Mas aí, pensei: “quer saber?? não vou desistir!!!!”.
Peguei o marido e rumei pros atacadões da vida, comprei sacos e mais sacos de pipoca, latas e mais latas de alimentos em conserva.
E a tacada final veio agora no final de semana.
Quando comentei com a Lidi de que esta semana, seria a semana dos farináceos e cereais, ela teve a brilhante idéia de falar com a mãe dela (que tem uma fábrica de pães), pra que elas nos doasse “alguns” quilos de farinha.
Enfim, considerando que cada quilo de farinha vale 1000 pontos, e ela doou “apenas” 50 quilos, leia-se: CINQUENTA QUILOS DE FARINHA!!! Estamos na liderança novamente…uhuhuhuhuhu, agora com 83.700 pontos, e o segundo colocado com 27.500 pontos. Será que ele alcança a gente? Uiiiiiii…rs


Temos mais duas atividades pela frente…e agora é que não vamos desistir mesmo.
Bom, a festa vai ser no dia 21/06, depois conto pra vocês o desfecho…rs


Enfim, o post ficou imensooooo! Volto depois, com um novo freebie que estou fazendo pra dar de presente pra vocês.

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