Nunca fui uma pessoa fanática por dietas. Já fiz várias. Mas nunca fiz disso algo de extrema importância em minha vida.

Nasci gordinha, fui uma criança gordinha, adolescente idem. E por gordinha, entenda-se apenas gordinha, cheinha. Sempre convivi muito bem com isso.

Tenho a ossatura, constituição física do corpo larga. Magreza demais, em mim, fica tenebroso. Costumo dizer que fico parecendo aqueles compensados de madeira. Quando Bruno nasceu, no período da amamentação, emagreci demais. Cheguei aos 60 kilos.

Tenho 1.70m. Para os “padrões” de beleza “ideal”, 60 kilos, seria um peso legal, para uma pessoa da minha altura. Mas pra mim, ficou feio DEMAIS, acreditem. Minhas pernas sumiram, meu rosto afinou demais, e chegou um momento que até o marido começou a reclamar, porque fiquei com aquele aspecto de pessoa “doente”.

Mas como toda mulher normal, eu não gosto de ser gorda. Gorda no sentido de MUITO gorda. Então, quando me sinto incomodada, dou uma pisada no freio. E isso aconteceu recentemente. Nada me desagrada mais, do que experimentar uma roupa e não servir, ou então ficar justa demais. Pior ainda, tentar usar uma peça que já possuia, usava desde sempre, e perceber que a roupa “encolheu”.

Outro ponto negativo, pra mim, e agora o oposto do anterior, sobre ser larga demais. Quando começo a engordar meu rosto INCHA, fico com a cara parecendo uma lua….CHEIA, claro. E é isso, o que realmente me incomoda.

E daí, quando EU começo a me sentir incomodada, percebo que tenho que tomar alguma atitude, para que EU me sinta bem. Para que não fique encucada por não ter entrado naquela calça que usava tranquilamente, naquela blusa que ficou colada demais. E há um mês, estava me sentindo assim, INCOMODADA. E resolvi dar uma freada, senão, uma balanceada na minha alimentação.

Continuo comendo as mesmas coisas que comia antes, só que em porções menores. Mas como brigadeiro, todo o tipo de chocolate, salgadinho (inclusive os fritos), carne com gordura, bebo coca-cola (da normal). Enfim, como tudo, porém, em menor quantidade. E vou continuar comendo. Só paro o dia em que alguém me disser que está afetando a minha saúde.

Com isso, perdi um pouco mais de 5 kilos, quase 6. Mas não quero me focar nisso, nem ficar presa em dietas. Preciso apenas me sentir bem. Não estou pretendendo ser uma pessoa magérrima. Não tenho baixa auto-estima por causa de peso. Pelo contrário, acredito que minha auto-estima, seja alta até demais, na maioria das vezes. E pra mim, beleza não está relacionada com o fato de ser gorda ou magra.

É a MINHA opinião, ok.

Mas me delicio, vendo as amigas felizes, por estarem magras. Principalmente as que foram mães recentemente. Acho que estar bem consigo mesma, é o importante. E quando vejo alguém feliz com isso, me sinto feliz também.

Carlos está bem gordo, já chegou no IMC que indica obesidade. Mas ele não tem nenhum problema relacionado à autoestima sobre isso também. Acho que tudo tem a ver com a questão do bem estar interior. Em estar bem consigo mesmo. Eu estou assim, quase 6 kilos mais magra. Não sei até quando vou “manter”, mas se engordar novamente e isso não me incomodar, tudo bem também.

Só não vou fazer disso, uma prioridade em minha vida. Ficar sempre preocupada, porque posso acabar deixando de viver tranquila e em paz.

A foto abaixo, tirei hoje:RA

No post anterior, falei sobre estar triste, chateada com coisas que NÃO tem acontecido. Pois bem. Já há alguns meses, estamos tentando engravidar, tentando nosso segundo e tão desejado filho. Não era segredo, porque todo mundo que me conhece, já sabia. Só tenho evitado falar muito sobre o assunto, porque é chato ficar toda hora, falando sempre sobre a mesma coisa, todos os meses, reclamando quando aparece a tão indesejada menstruação.

Mas ontem, fiquei realmente MUITO triste. Sei lá, a questão hormonal deve ter “ajudado” também. Sei que quando chegar o momento certo, vai acontecer. Que não devo ficar ansiosa demais. Que devo ser paciente. Que a ansiedade e o nervoso mexe com o pH, com os hormônios, etc, etc, e tal. Sei disso tudo. Mas na prática, é diferente. Quem passou, ou passa por isso, sabe como é. A gente sente a frustração, se decepciona, e chega a doer, quase que literalmente.

Somado à isso, tem a questão da saúde de minha mãe, que não está nada boa. Desde o mês passado que ela está ruim, e internada pela segunda vez. Agora, na UTI, e sem previsão de alta. Os problemas, são os de sempre: pressão, coração, talassemia e o pior de todos eles: a depressão. Pior, porque se estamos ruim da mente, não conseguimos curar o corpo. O poder da nossa mente é imenso. Só que para este problema ser solucionado, só depende dela. E aí, quem já esteve ou que tem algum ente querido depressivo, sabe o quanto é complicado, o quanto a luta é árdua. Tem que partir da própria pessoa, e infelizmente, minha mãe não reage e nem luta contra.

Cabe à nós, orarmos, pedir à Deus, que ajude, que esteja junto dela. E que aja de acordo com a vontade d’Ele, apenas.

Enfim, acho que a preocupação, com a saúde dela, as mãos atadas por morar tão longe e não poder ajudar como desejaria, somados a mais este mês de “frustração”, resultou numa incontrolável crise de choro, tristeza e decepção.

Mas estamos firmes, vamos continuar tentando.

Conversando com o médico, ele disse que nem todos os meses, todas as mulheres ovulam, que algumas mulheres, ovulam apenas 9 meses, no ano. E que é considerado normal, aguardar por até um ano, aí sim, caso não engravide, procurar algum método para “ajudar” no processo de gravidez.

Comigo, tudo normal, com Carlos idem. Então, o que temos a fazer é esperar. Como todas as amigas disseram, vai acontecer quando for o momento certo, quando Deus decidir que é o momento de nos abençoar, nos presenteando e realizando nosso maior desejo que é ter este segundo filho.

E, enquanto, isso, continuamos tentando, treinando….tem coisa melhor?

Hoje “ganhei” um vídeo muito legal, de um amigo muito querido que o Twitter me deu de presente, o @claudiopeixoto!

Estava meio borocoxô, chateada com algumas coisas (que não tem acontecido), e passei o dia, toda chorona, me lamentando, me sentindo a última das últimas. E nem sei se foi por isso que ele montou o vídeo, com a minha foto, mas sei que fiquei imensamente feliz, quando ele me enviou, via twitter.

Depois, mostrando pra Carlos (que achou o máximo também, e ficou rindo, da minha cara, só pra variar, por me ver chorando, por me ver no vídeo), ele me contou que rolou uma “promoção” no Fantástico, com ele (o vídeo, claro).

É um vídeo, de uma nova música de Zezé di Camargo e Luciano (nem curto), onde o lance era as mulheres enviarem suas fotos, e escolheriam 10 para “encaixarem” no vídeo, em questão. Não sei se já rolou isso, porque não acompanhei, mas achei MUITO legal!

Enfim, o meu vídeo:

 http://zezedicamargoeluciano.uol.com.br/clipe/bigPlayer.html?video=141760

Não consegui capturar o código, pra colocar aqui em formato de vídeo. Perdão, sou uma anta!

Mas dá pra ver direitinho, clicando no link. E dá pra montar um com sua foto, também. Desculpa, eu sou brega, e adoro essas coisas. Ainda mais quando me é oferecido, com tanto carinho. Pq fico pensando no trabalho que a pessoa teve em pegar foto minha, em ter lembrado de mim, Penso nessas coisas todas. Então, fico imensamente agradecida, e me sinto acarinhada. Muito mesmo!

A Mitia também colocou no blog dela, vai lá ver o dela!

Ps: Quantas vezes escrevi a palavra VÍDEO neste post? Conte, escreva nos comentários e concorra a um…… MENTIRA! Mas escrevi “vídeo” à beça aqui!

Dia dos namorados chegando. E pra nós dois, não é só pelo dia 12 que o mês é importante. Foi também o mês que nos conhecemos, na faculdade. No dia 19 de junho de 1996, e depois de uma semana, exatamente no dia 26, começamos a namorar.

Não tivemos idas e vindas. Tivemos sim, apenas um distanciamento, que durou dois anos. Quando achávamos que não ia mais “rolar”, nos encontramos novamente, e no mesmo dia, do reencontro, decidimos casar. Acho que foi o único ato “impensado” e que graças a Deus, deu super certo, que cometemos neste período de 14 anos que estamos juntos.

Nem tudo é perfeição. Cometemos erros. EU cometi erros. Paguei por eles. Tivemos um “re-começo”. E hoje, posso dizer que sou muito satisfeita com TUDO o que tenho. Não me falta nada, principalmente amor. Também tenho muito amor pra dar, acredite!

Após estes 14 anos aprendi a relevar. A não brigar por tudo e qualquer coisa. A calar e ouvir. A ficar em silêncio, quando em outra ocasião, poderia ter tido a vontade de gritar. Aprendi a aceitar que nem tudo é como eu quero, que não estou certa o tempo todo. Que ELE, pode sim, ser o certo no meio de uma discussão. Aprendi principalmente a não ficar tentando encontrar motivos para brigas.

E hoje, não me imagino sem ELE. E por favor, sem aquela coisa de que “a gente se acostuma com a pessoa”! Eu posso me acostumar com qualquer pessoa, mas também posso me desacostumar, e com ELE não é assim. Não seria tão fácil assim.

Muitas pessoas passaram por nossas vidas. Tá, pela minha. Porque Carlos não é daquele tipo de homem que gosta de ficar falando e contando vantagem (ou desgraças) sobre o passado. Nunca soube qual foi a namorada dele mais bonita, a que mais sentiu ciúmes, a que morava mais perto. Nunca soube quantas namoradas ele já teve.Porque ele nunca me disse (e sim, eu como mulher ‘curiosa’, já perguntei).

E em todas as vezes que eu perguntei, ele sempre me respondeu: “isso não importa mais. Eu mesmo até já me esqueci. E quando a gente esquece de algo, é porque nem foi assim tão importante”. E sinceramente? Deixei de perguntar. Porque vou ficar me preocupando com coisas passadas? Com algo que simplesmente passou?

Nossa vida então, é baseada no hoje e também no futuro. Sonhamos, na verdade, idealizamos juntos e aos poucos, conseguimos ir concretizando tudo o que desejamos. Porque viver junto é isso. É se amparar. É apoiar.

Brigamos. Temos nossas diferenças. Somos felizes. Somos infelizes, quando algo de ruim acontece. E isso faz parte do nosso dia-a-dia e nossa vida. Não sei se realmente existe um mundo onde todo mundo é feliz e perfeito o tempo todo. E eu amo as imperfeições e defeitos que ele tem.

Amo quando ele é irônico e ri, no meio de uma discussão. Porque sei que se ele não rir, a discussão “nunca” terá fim. Amo quando ele diz que só eu tenho vergonha de usar determinada roupa (me achando gorda), porque pra ele, ela fica perfeita em mim. Amo quando ele diz que me magoo à toa, com algumas pessoas e coisas, porque nem sempre todas as pessoas são com a gente o que somos com elas, e o principal, nem sempre EU tenho razão.

E tudo nele que me desagrada, eu passo a amar, voluntária ou involuntariamente. Porque faz parte do “pacote”. Eu quis assim. Quando disse SIM, aceitei o pacote todo. E todos os dias, conheço e aprendo algo novo sobre ele. Novas reações, novas ações, uma nova qualidade, um novo defeito.

E estou realmente, muito satisfeita com TUDO isso, tudo o que tenho. Que aos olhos de muitos, pode parecer tão pouco, mas que aos meus, é muito mais do que eu imaginava ser merecedora!

Se vai ser pra sempre? Eu não sei. Espero que seja.

Espero que todo mundo, um dia, encontre um amor. Não precisa ser perfeito. Só precisa ser AMOR. Só amor. Apenas amor. E o que é o amor? Pra mim é tudo isso que leu acima, e o que carrego aqui dentro de mim, pra outros pode ter outras definições, pode ser sentido de diferentes formas e maneiras. Mas se é amor, pra que se preocupar tanto em tentar definir? Amor não se define, amor se sente, amor se vive!

Feliz Dia dos Namorados pra todos vocês.

E pra quem não tem namorado, feliz dia assim mesmo. Se você se ama, porque não comemorar também? Afinal, o amor próprio, deve vir antes, de qualquer outro amor.

PS: Aqui não teremos nenhuma comemoração especial a dois. Mas teremos à quatro. Nós, Bruninho e Elvis. Quer coisa melhor?

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