Hoje, meu pai completa 75 anos de idade.

A data sempre foi muito feliz para todos nós, era a época que nos reuniamos, pra comemorar o aniversário dele e da minha mãe, que era em agosto. Era assim, todos os anos. O mesmo bolo, no mesmo dia, a mesma festa.

Ano passado, não teve festa. Teve tristeza, muita tristeza. Infelizmente, minha mãe morreu no dia do aniversário do meu pai. Este ano também não terá festa. E acredito que não vá ter mais nos anos que virão. Simplesmente, porque pra nós, não tem mais como acontecer, não existe mais razão pra acontecer.

Para o meu pai, peço a Deus que lhe abençõe com muita saúde, que ele continue sendo essa pessoa forte, guerreira e que não se entrega à dor nem ao sofrimento. Desde que minha mãe se foi, meu pai tem sido uma rocha, tem sido o mais forte, de todos nós. Mesmo tendo perdido a companheira de 49 anos, não abaixou a cabeça e nem curvou os ombros, um dia sequer. Encarou a partida da minha mãe, como um livramento, principalmente pra ela, que estava muito doente e sofrendo tanto.

Quanto à minha mãe, a tristeza ainda é grande, a dor também. A saudade é tanta, que em alguns momentos, parece que causa dor física. Sinto falta da voz dela, dos puxões de orelha (que eram muitos), dos mimimis, das rabugentices. Sinto falta, exatamente, de tudo. Daria qualquer coisa, pra ter um minuto que fosse, perto dela, mesmo que fosse pra ouvi-la reclamar, esbravejar, qualquer coisa…

Infelizmente, isso não é possível, então nos resta, conviver com a saudade e com todas as lembranças.

Perdoa se eu chorar
É que a saudade dói demais
E a tua ausência só me traz
Lembranças e eu sei
Que faria tudo enfim
Pra ter você aqui, perto de mim

…do Estado de São Paulo, fica a cidade de Rosana. E foi para lá que fomos na semana passada. A princípio, a trabalho. Carlos teria que trabalhar sábado, domingo, segunda e terça. Voltaríamos pra casa amanhã. Mas o trabalho acabou sendo cancelado. E passamos 2 dias de pura diversão, passeando e descansando bastante.

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Pelo imagem do mapa, dá pra ver direitinho, que fica mesmo. No final do mapa do Estado de São Paulo. Atravessando a Barragem Engenheiro Sérgio Motta, já estamos no Mato Grosso do Sul. No outro lado, dirigindo mais ou menos uns 15 minutos, estamos no Paraná. Resolvemos seguir até o Mato Grosso do Sul, mas não fomos muito longe, porque o que queríamos mesmo, era conhecer Rosana e o subdistrito onde ficamos, Primavera.

Infelizmente, também não consegui tirar muitas fotos. Saí sem a câmera, as que tirei, foram com o celular, então a qualidade não ficou lá grande coisa.

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Óia nóis. Tá. Não olha muito, to descabelada e com cara inchada de sono, tinha acabado de acordar.

 

Esse aí é um dos pontos turísticos da cidade. O orelhão. Não eu. Eu to aí só pra pagar mico mesmo. Hey, Lu Brasil to linda de sandália gladiador?

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Óia nóis de novo. To magra, perceberam? To magra, mas ainda to gorda. Tá, to gorda mas posso emagrecer e você que….zzzzzzzzzzzzzzz.

Bruno se divertiu até não poder mais. Brincou, correu, pulou e até “ajudou” um pescador a fisgar um peixe. Tá. O homi já tinha fisgado, quando começou a puxar, pediu a ajuda de Bruno. Fez uma criança muito feliz e a mãe ficou toda boba, vendo a felicidade dele. Pena que no auge da emoção, esqueci de registrar o momento.

Daí resolvemos dar uma volta pelo centro da cidade, que é muito pequena, mas super agradável. E enlouqueci, ao ver essa biblioteca, que é mini, muito simples e humilde, mas que acredito que tenha um valor imenso para os habitantes da cidade. Só achei pena que por ser sábado, estava fechada, queria MUITO ter entrado pra conhecer.

As pessoas são muito hospitaleiras. Todas muito simpáticas. Você vai passando pelas ruas de carro e todos cumprimentam, abanam as mãos. Você desce, eles puxam papo, perguntam de onde você é, são todos muitos gentis mesmo.

A cidade apesar de pequena e simples é muito rica. Apesar de ser infinitamente menor do que Presidente Prudente, a maior cidade mais próxima possui recursos financeiros infinitamente maiores, por conta dos royalties que recebe da Usina. Que, segundo moradores, nas mãos dos “donos do poder”, acabam por fazer a cidade não prosperar tanto quanto poderia.

Na volta, passamos por um posto, pròximo à Presidente Prudente, cidade da querida @Racheldsp, que é o maior barato. Réplicas de animais em tamanho “natural”. Tiramos muitas fotos, mas é impossível colocar todas aqui.

Não parece de verdade? O cavalo. Porque a criança é e é minha. Eu que fiz ;)

Essaí, apesar de não ter ficado boa, foi uma das minhas preferidas. Bruninho amarelou quando disse pra ele subir na mão do king kong. Ai, tá bom, vou confessar, na verdade, EU queria ter subido e tirado uma foto sentada lá em cima, na mão do King Kong, mas daí fiquei insegura. To magra, mas ainda não to peso leve. Vai que o negócio despenca tudo? Resolvi não arriscar.

Enfim, foi um passeio muito gostoso. Uma viagem muito boa. Adoramos conhecer mais uma cidade do país.

Obs: Ainda não emagreci tanto quanto desejo, mas a coisa tem sido gradativa, to indo pelas beiradas, devagar e sempre. Não, não estou tomando remédio, só fechando a boca e voltei pra academia. Mais falto do que vou, mas to indo. Quando e se emagrecer mais, conto pra vocês.

Obrigada pelas visitas, até a de vocês, peçonhas, que vem, dão full size nas fotos, depois dizem que sou feia, que meu marido é gordo, feio…zzzzzzzZZZzzzzz.

Estas últimas semanas do ano, serão corridas. Acho que não apenas pra mim. Não sei quem foi que inventou que tudo tem que estar lotado, shopping, lojas, ruas, Correios em câmera lenta, mas enfim, é moda, todo ano é assim.

Aqui, estamos tentando manter a coisa dentro da maior normalidade possível.

Mas o post é mesmo para dizer que devo diminuir um pouco, o ritmo das postagens semanais, pelo menos até passar esta época das festas.

Meu pai chegou no sábado e queremos “segurar” ele aqui com a gente, o máximo que pudermos. Digo segurar, porque agora, como é apenas ele e meu irmão, ele veio, ficar uns dias com a gente, mas fica preocupado com o meu irmão (que tem 41 anos, vejam vocês), lá sozinho.

O fato é que estamos amando ter meu pai aqui com a gente. Bruno não cabe em si, de tanta felicidade, olha a situação do garoto na janela.janelaesperando

Neste dia, ele ficou um tempão, sentado, esperando o vovô chegar!

Estamos curtindo muito. Estão sendo dias muito bons. Não vou dizer que não temos momentos de extrema tristeza. Temos sim. Muita tristeza. Quando vamos comer algo, que minha mãe gostava, lembramos dela. Quando olhamos determinada coisa, lembramos dela. São apenas 4 meses, sem a presença dela aqui com a gente. E assim, temos conversado muito, chorado muito, mas também, estamos relembrando muitos momentos bons e felizes, e é isso que tem nos dado força pra continuar superando a tristeza, a saudade, a falta que elas nos faz.

Então, por isso, se os posts ficarem muitos espaçados, me perdoem, quero aproveitar o máximo de tempo que puder, o colinho de papai. Como é bom ser paparicada, né? Eu amo!

saudade

Essa semana bateu uma saudade da minha mãe!!! Talvez seja por conta do feriado de finados. Talvez, porque a partida dela tenha sido tão recente. Não sei definir, sei que bateu uma saudade imensa, o que aliás, só tem aumentado, cada dia mais. O meu coração está em paz, acho que finalmente encontrei a serenidade, mas a saudade ainda vem em ondas fortes e gigantescas. Saudade realmente, não tem fim.

Mas daí, comecei a lembrar das minhas manias e de vícios de quando era criança. Uma delas, era que eu não comia minhas refeições sem ter laranja acompanhando. Eu comia e chupava laranja junto. E à medida que vou lembrando disso, lembro também que minha mãe, muitas vezes, me sentava na janela do quarto e me dava comida na boca. Eu sentadinha ali, comendo e olhando o movimento na rua e ela na cadeira, de frente comigo. Eu devia ter por volta de 5, 6 anos, mas a lembrança é totalmente nítida.

Uma outra coisa que eu amava que minha mãe fazia, eram as trouxinhas de comida nas folhas das saladas. Ela fazia a salada, mas não partia as folhas. Por exemplo, de alface, deixava a folha grandona, e quando ia me dar a comida, ela colocava o arroz e o feijão, dentro da folha e fazia uma trouxinha com as mãos e me dava pra comer. Eu simplesmente AMAVA aquilo!

E uma coisa acaba puxando outra. Lembro dos cuidados e preocupações dela, com todos nós, os filhos, mesmo depois de adultos. Quando eu chegava super tarde da faculdade, depois de ter trabalhado o dia todo. E quando chegava, por volta da meia-noite, ela ainda estava acordada, me esperando, e com a comida quente, me esperando. Em uma dessas ocasiões, acho que pelo cansaço, lembro que cheguei e quando fui comer, eu adorava arroz, feijão, ovo frito e salada de alface com tomate, percebi que algo estava estranho. Ela, em vez do sal, colocou açúcar, tanto no ovo, quanto na salada. Quando coloquei  na boca, senti aquela ânsia de vômito, porque imaginem, ovo frito com açúcar. Arghtttt! Mas no final, acabamos caindo na risada.

São essas lembranças e tantas outras, maravilhosas, que tenho tido, quando me lembro da minha mãe, quando vem a saudade, e quando a tristeza começa querer a chegar. São momentos como esses, que acabam sendo bem maiores que o desânimo, o desespero pela falta que ela me faz.

Sinceramente, o que mais me faz falta é ouvir o som da sua voz.  Nossa! O que eu não daria pra ouvir minha mãe falando comigo! E ao mesmo tempo que me sinto triste com isso, fecho meus olhos e imagino que, de uma certa forma, posso realmente ouvi-la. Não sei explicar direito, talvez seja mais uma das inúmeras maravilhas, que nossa mente é capaz de realizar.

Enfim, comecei o post e nem sei como terminá-lo. São tantos sentimentos, na verdade, é um misto de sentimentos, mas com certeza o que predomina é a saudade. E isso, não tem como e nem quero mudar, porque é através da saudade que temos a chance de re-lembrar momentos tão bons e especiais, como os que falei ali em cima.

E daí que no sábado, Bruninho foi convidado por @LiCampos pra ir a uma festa, que ela foi convidada, rs. E foi. E segundo ela, ele se comportou muito bem, e foi um dos que mais aproveitou TUDO na festa. Bruno é assim, ele ADORA festinhas, principalmente em buffets, onde as brincadeiras e brinquedos são muitos! Segundo a Lidi, e vide as fotos abaixo, ele vestiu TODAS as fantasias que tinha por lá. Adoro quando ele se diverte assim, quando aproveita ao máximo todos os momentos de diversão, porque ser criança é isso, é ter como única obrigação brincar MUITO e ser feliz!

 

 

 

Eu e Carlos, aproveitamos que Bruninho foi pra festa, e saímos para almoçar juntos. Há muiiiito tempo não saímos sozinhos, só nós dois. Como não temos com quem deixar Bruninho, fazemos todos os programas com ele. Fomos em um restaurante “praiano”, ali na Estrada Velha do Mar, no Riacho Grande, em Ribeirão Pires. O cardápio: arroz com brócolis e alcaparras, abadejo grelhado coberto com mini camarão, palmito à milanesa (já comeram??? é divino), batata souté e claro, tudo isso acompanhado de uma Original estupidamente gelada, que só eu bebi, porque Carlos além de não tomar bebida alcoolica, também tinha que dirigir. SUPER recomendo. O nome do restaurante é O Rei do Abadejo. Os pratos não são baratos, mas vale MUITO a pena! (Uma pena não ter conseguido fotografar o restaurante, mandei a máquina com Lidi, pra fotografar Bruno na festinha)

Quando Elvis veio morar conosco, fiz este post! Era um gatinho miúdo, com carinha de assustado, de aproximadamente um mês, nada mais do que isso, e apenas 490 gramas. O que mais me “incomodava” nele, e na ocasião eu não falava nada era a carinha tristonha e de medo.

Eu achava que ele seria arisco e tristinho pra sempre. Idiotice minha? Não sei. Conheço várias pessoas que tem gatos antissociais, que não gostam de carinho, que não ficam o tempo todo perto das pessoas. Mas enfim, acho que ele era realmente, apenas um gatinho assustado, que foi separado da mãe muito pequenino.

Mas pra nossa grande alegria e orgulho também, porque aqui Elvis é tratado como membro da família, ele cresceu, cresceu MUITO e ficou LINDO! Hj, com um pouco menos de seis meses (ele foi adotado em 08 de maio, e daquele dia, fizemos uma estimativa de um mês de vida), Elvis cresceu bastante e engordou muito.

Só para terem idéia, vejam a carinha de assustado e como era feiiiinho, coitado:

elvis2 elvis3

Qualquer barulhinho que fizéssemos ele se assustava. Nesta segunda foto, acima, dá pra ver bem, o jeito dele, todo encolhido, com olhar indefeso. Era isso que me incomodava.

Hoje em dia, ele corre, pula, morde, brinca MUITO com todos nós, principalmente com Bruno. Claro que Bruno já abusou muiiiiito dele também, mas depois de tantos arranhões defensivos que levou, finalmente, aprendeu a lição e a brincar da maneira “correta” com Elvis.

Costumo dizer, que Elvis é um GAchorro. Metade gato, metade cachorro. Porque ele brinca, pula, apronta todas e ao mesmo tempo, é nosso grande companheiro. O tempo todo em que eu estiver aqui no PC, ele está junto de mim, ali ao lado, na cama. Eu mexo com a cadeira, ao levantar, ele levanta junto. De manhã, a primeira coisa que faz, e sempre no mesmo horário, é miar desesperadamente, dando o “aviso” de que preciso recolher a areia noturna, pra ele usar “o banheiro” limpinho. É um danado!

Come MUITO, deixo ração à vontade pra ele se deliciar. Adora os sachês, come meio por dia, misturado na ração.

E com essa comilança toda, não podia ser diferente. Está com 3.540kg, com apenas cinco meses! Aparentemente não é tãoooo gorducho, porque ele é imenso no tamanho. Tem um pelo lindo, cheio de brilho, e que está em fase de “troca” no momento. Mas acredito que o mais importante mesmo, o responsável por toda esta saúde e beleza, é o amor de todos nós!

Elvis é nosso filho mais novo. Como diz Bruninho é seu Ermão caçula: “ele é o caçula porque eu nasci antes que ele, né mãe? Então eu sempre vou ser o Ermão mais velho dele, e se sou o mais velho, tenho que proteger e cuidar bem dele”.

 

 

É assim que ele fica, junto de mim, o tempo todo, quando estou no quarto!

 

Tem como não amar, uma gostosura dessa? Que nos presenteia com seus ronronados, com seus esfregões em nosso rosto de manhã, com suas mordidinhas carinhosas? Ahhhhhhhhh, eu AMO muito e pra sempre!

E hoje, no twitter, está acontecendo o #catloversday! Uma espécie de “comemoração”, “celebração”, para pessoas que assim como eu, são apaixonadas por estes bichanos lindos e fofos! Vai lá ver: http://twitter.com/catloversday

E ali, ao lado, tem um button também, com link para o BLOG BICHO AMIGO, responsável pelo #catloversday!

Final de semana em casa. Sem carro. Carlos com o carro do trabalho. Detalhe: uma Kombi!!! E teve a brilhante idéia de irmos para a praia. Eu, como o assunto é passeio, diversão, não recuso nada, aceitei. Mesmo indo de Kombi.

E então, tenho um marido que é sarrista. Tentou de todos os modos e maneiras, tirar uma fotA minha na Kombi, dizendo que ia colocar no meu Twitpic com os dizeres: “Val Gouveia, rumo a Long Beach!” Mais farofa que isso, impossível!

E lá fomos nós. Chegando lá, e olha que fazia muiiiiitos anos que não ia até Praia Grande, não pudemos estacionar em nenhum estacionamento. Porque né? Existe uma Lei Municipal que proíbe que carros de farofeiros…ops, que carros de transporte “coletivo”, estacionem nos estacionamentos da cidade. E nem adiantou dizer que estávamos só os três, abrir as portas, puxar todos os bancos, pra provar que não tinha mais ninguém escondido lá dentro. Tivemos que deixar na rua.

A parte boa é que a moça do estacionamento foi muito legal, e arrumou uma “vaga” na rua mesmo, mas bem em frente à cabine de trabalho dela. Na volta, demos um agrado e pronto.

Carlos e Bruno se esbaldaram no mar. Eu entrei, mas só pra molhar os pés, recarregar a energia. Fiquei mesmo sentadinha, lendo um livro e de pernas pro ar. Só sei que foi bom demais!

 

 

Essa última foto, de Bruninho, está de babar. Meu filho não é mesmo um LINDO?

Sim. Eu ando de Kombi. E vc que é feia?

Não sei como começar o post, nem muito menos como terminar. Não sei se é um post carta, ou um post desabafo, desde domingo, não sei o que pensar, o que fazer, nem ao menos sei quem sou mais.

Só sei que domingo, certamente, de todos os dias, de todos os 33 anos que vivi, foi o dia mais infeliz, de toda a minha vida. Se outros dias infelizes virão? Não sei. Certamente sim. Mas neste momento, sinto que nunca senti uma dor física, que machuca minha alma, meu peito, como estou sentindo agora.

Sei que o descanso e a paz, eram necessários. Sei que 64 anos foram vividos, sofridos, foram felizes, tiveram importância pra vc mãe e pra todos nós. Mas não posso acreditar que tenha que ser esse o momento de você nos deixar. Pensei que o momento da nossa separação, quando vc se mudou pro interior e eu me casei tenha sido o mais difícil, porque quando aconteceu, senti que naquele momento, nosso cordão umbilical foi cortado, uma vez, que até então nunca havíamos nos separado, tanto por distância, quanto por tempo.

Mas domingo, percebi que eu estava enganada. Porque mesmo longe, mesmo distante, ainda assim eu podia te ver, te ouvir. Falar quando vc quando precisava de um conselho, até mesmo de uma receita, ouvir você reclamar, porque meu Deus, como você era rabugenta! E eu reclamava de vc reclamar tanto. Quantas vezes te disse isso? Que vc reclamava demais, que devia levar a vida mais na esportiva. Mas esse era o seu jeito. Você sempre foi assim. E agor, neste momento, eu queria TANTO poder ficar ao telefone com vc, por minutos sem fim, te ouvindo reclamar de tudo e de todos, porque estaria ouvindo sua voz, daria tudo por isso.

Queria poder ir te ver, passar mil dias com vc, e ainda assim, no momento de vir embora, ouvir você reclamar e começar a chorar, dizendo que era pouco, que iria sentir saudade de nós e que era pra eu cuidar bem de Bruno, não brigar, não bater, procurar entender, cuidar dele, agasalhar, não deixar com “qualquer um”. Pra não brigar com Carlos, pra não levar tudo tão a sério, pra não discutir por coisas pequenas, pra respeitar, pra ser amiga dele, companheira, porque ele me ama e que marido como ele não iria encontrar nunca mais.

Ai mãe.Juro que estou tentando entender, que Deus quis assim. Mas sinceramente, não consigo. Como é que Deus pôde te querer longe de mim, de nós todos. Você não podia ter ido agora. Você tinha só 64 anos, mãe. Você tinha seu aniversário de 50 anos, de casamento, no ano que vem, você tinha meu segundo filho, pra conhecer. Sua ansiedade era tão grande, senão maior que a minha.

Sinceramente, não sei se isso que estou sentindo um dia vai passar. Creio que não. Posso ficar melhor, posso tentar entender, ficar mais tranquila e serena. Mas não posso aceitar e sei que não vou conseguir aceitar o fato de que não vou mais te ver, falar com você, mãe.

Só espero de coração, que você esteja realmente em paz, descansando, tendo enfim, o descanso merecido, junto de Deus. E que olhe por nós, que esteja presente, nos acompanhando, zelando pela união da nossa família, que veio tão tarde, mas veio, que faça com que a fé não mingue dentro de nossos corações, que daí, de onde estiver, que nos ajude a realmente entender e aceitar que foi o melhor para você.

Ontem, lembrei de uma música linda, que vai me lembrar pra sempre de você. Não é a sua preferida, aquela que você pediu que fosse cantada pra você, quando você se fosse, ninguém conseguiu cantar. Mas ela foi junto de você, te acompanhando.

Sempre que ouvir esta música, vou me lembrar de você, pra sempre:

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Balada De Uma Saudade

Composição: Kim/cesar/julio

Quando a noite chegar
E a chuva cair do céu
Eu sei que vou te procurar
Mas onde está você?
Tá tão vazio aqui
Não sei viver com essa solidão

Perdoa se eu chorar
É que a saudade dói demais
E a tua ausência só me traz
Lembranças e eu sei
Que faria tudo enfim
Pra ter você aqui, perto de mim

Mas se você quiser
Alguém pra te ouvir amor
Não precisa chamar, pois eu
Do teu lado estarei
E seja como for
Será assim pra sempre
o meu amor

Mesmo se eu não te ver mais
A saudade vai marcar
Em uma canção
Tua imagem no meu coração

Mesmo se eu não te ver mais
A saudade vai marcar
Em uma canção
Tua imagem no meu coração

Tua imagem no meu coração!

 

Ps: A música que minha mãe pediu para as netas cantarem pra ela, foi essa:

 

Eu Quero Apenas

Composição: Roberto Carlos / Erasmo Carlos

Eu quero apenas olhar os campos,
Eu quero apenas cantar meu canto,
Eu só não quero cantar sozinho,
Eu quero um coro de passarinho,
Quero levar o meu canto amigo,
A qualquer amigo que precisar.

(Refrão)
Eu quero ter um milhão de amigos
E bem mais forte poder cantar
Eu quero ter um milhão de amigos
E bem mais forte poder cantar

Eu quero apenas um vento forte,
Levar meu barco no rumo norte
E no caminho o que eu pescar
Quero dividir quando lá chegar
Quero levar o meu canto amigo
A qualquer amigo que precisar

(Refrão)

Eu quero crer na paz do futuro,
Eu quero ter um quintal sem muro
Quero meu filho pisando firme,
Cantando alto, sorrindo livre
Quero levar o meu canto amigo
A qualquer amigo que precisar

(Refrão)

Eu quero amor decidindo a vida,
Sentir a força da mão amiga
O meu irmão com sorriso aberto,
Se ele chorar quero estar por perto
Quero levar o meu canto amigo
A qualquer amigo que precisar

(Refrão)

Venha comigo olhar os campos,
Cante comigo também meu canto
Eu só não quero cantar sozinho,
Eu quero um coro de passarinhos
Quero levar o meu canto amigo
A qualquer amigo que precisar

O porque da música? Porque além de ela gostar muito de Roberto Carlos, minha mãe amava os amigos. Acreditava na amizade. Sempre nos ensinou que amigos valem ouro, amigos são família, amigos devem ser tratados como irmãos. E ela tinha muitos. Emocionante estar lá e ver a quantidade de amigos que foram se despedir dela, pessoas que eu nunca tinha visto, não conhecia, mas que nos disseram o quanto a amavam, o quanto ela era preciosa. Uma senhora, que ia na mesma igreja com ela, me disse: “sua mãe, era a nossa jóia, uma jóia preciosa. Era nossa querida”. Por isso, a importância de valorizar muito e amar, de verdade, nossos amigos.

No post anterior, falei sobre estar triste, chateada com coisas que NÃO tem acontecido. Pois bem. Já há alguns meses, estamos tentando engravidar, tentando nosso segundo e tão desejado filho. Não era segredo, porque todo mundo que me conhece, já sabia. Só tenho evitado falar muito sobre o assunto, porque é chato ficar toda hora, falando sempre sobre a mesma coisa, todos os meses, reclamando quando aparece a tão indesejada menstruação.

Mas ontem, fiquei realmente MUITO triste. Sei lá, a questão hormonal deve ter “ajudado” também. Sei que quando chegar o momento certo, vai acontecer. Que não devo ficar ansiosa demais. Que devo ser paciente. Que a ansiedade e o nervoso mexe com o pH, com os hormônios, etc, etc, e tal. Sei disso tudo. Mas na prática, é diferente. Quem passou, ou passa por isso, sabe como é. A gente sente a frustração, se decepciona, e chega a doer, quase que literalmente.

Somado à isso, tem a questão da saúde de minha mãe, que não está nada boa. Desde o mês passado que ela está ruim, e internada pela segunda vez. Agora, na UTI, e sem previsão de alta. Os problemas, são os de sempre: pressão, coração, talassemia e o pior de todos eles: a depressão. Pior, porque se estamos ruim da mente, não conseguimos curar o corpo. O poder da nossa mente é imenso. Só que para este problema ser solucionado, só depende dela. E aí, quem já esteve ou que tem algum ente querido depressivo, sabe o quanto é complicado, o quanto a luta é árdua. Tem que partir da própria pessoa, e infelizmente, minha mãe não reage e nem luta contra.

Cabe à nós, orarmos, pedir à Deus, que ajude, que esteja junto dela. E que aja de acordo com a vontade d’Ele, apenas.

Enfim, acho que a preocupação, com a saúde dela, as mãos atadas por morar tão longe e não poder ajudar como desejaria, somados a mais este mês de “frustração”, resultou numa incontrolável crise de choro, tristeza e decepção.

Mas estamos firmes, vamos continuar tentando.

Conversando com o médico, ele disse que nem todos os meses, todas as mulheres ovulam, que algumas mulheres, ovulam apenas 9 meses, no ano. E que é considerado normal, aguardar por até um ano, aí sim, caso não engravide, procurar algum método para “ajudar” no processo de gravidez.

Comigo, tudo normal, com Carlos idem. Então, o que temos a fazer é esperar. Como todas as amigas disseram, vai acontecer quando for o momento certo, quando Deus decidir que é o momento de nos abençoar, nos presenteando e realizando nosso maior desejo que é ter este segundo filho.

E, enquanto, isso, continuamos tentando, treinando….tem coisa melhor?

Há muito tempo que queríamos ter algum animalzinho.

Como moramos em apartamento, descartamos a hipótese de termos um cachorro. Porque não haveria discussão quanto à raça escolhida: Basset Hound, sempre! E como não dá para criar um cãozinho totalmente dependente, chorão e que nunca aceita ficar sozinho (características dos basset hounds), optamos por adotar um gatinho!

E então, a @LiCampos, nos disse que tinha um na fábrica dos pais dela. Uma pessoa havia levado uma gata prenha pra lá, e ela deu a luz à vários gatinhos. Então, no sábado, anterior ao domingo de dia das mães, fomos buscar o nosso.

E assim, surgiu o Elvis (o nome já diz tudo) em nossas vidas!

Ele chegou magrinho, com um olhar de assustado, pequenino em seus 30 e poucos dias, e totalmente lotado de pulgas.

Como não podia usar nenhum remédio “forte” para as pulgas, estilo FrontLine, compramos um talco e todos os dias, eu fazia um checkUp, retirando as pulgas restantes à unha.

Carinha de triste e assustado, quando ele chegou:

elvis2

E os dias foram passando, ele se acostumando com a casa, com a gente. E hoje, Elvis é um gatinho muito feliz e totalmente adaptado.

Ele simplesmente AMA Bruninho. Onde Bruno vai, ele vai atrás, brinca muito com ele, o tempo todo que Bruno está em casa. Mordisca os dedos, os pés e até já ensaiou um arranhão, o que deixou Bruninho extremamente magoado. Mas já passou!

Elvis come como se um leãozinho fosse. Um pacote de 2 kilos de ração, durou apenas 15 dias. Ama Whiskas sachê, independente do sabor oferecido. Bebe muita água. E nunca, nunquinha fez xixi ou cocô fora da caixa de areia. É um gatinho extremamente asseado, quando termina de fazer cocô, começa a miar desesperadamente, e enquanto não recolhemos tudo e deixamos a caixa de areia limpa, ele não sossega!

Aprendeu a subir no sofá, arranha tudo o que vê pela frente. Mas a sua preferência são as minhas pernas. VIve pedindo colo. Me arranha e escala minha calça, até que eu dê atenção e o pegue no colo. Aí, deita de barriga pra cima e começa a mordiscar meus dedos.

Na semana que chegou em casa. Acuado em meio a tantos brinquedos:brinqelvis

Bruno fez questão de compartilhar alguns brinquedos com ele. Vejam a cara de “desespero”…rs:elvis3

Aqui na primeira semana, brincando com as bolinhas:brinbolinha

Ele simplesmente AMA morder dedos:98770783

E vejam como nosso menino cresceu! Brincando de carrinho, com Bruninho:brinccarro

Ele brinca MESMO!brinccarro2

Elvis trouxe mais felicidade e alegria às nossas vidas!

É um danadinho MUITO amado. Um grande companheiro para todos nós.

VERGONHA!

Quase UM mês inteiro, sem postar.

Tantas coisas aconteceram! E TODAS ELAS, MARAVILHOSAS. TODAS, sem exceção!

Grazi veio, ficou SÓ 14 dias e foi embora, deixando saudade, uma certa tristeza (por ela ter que ir embora) e a certeza de que consolidei outra amizade, PRA SEMPRE! Os dias que Grazi ficou aqui com a gente, foram tuuuuuuuuuudo de bom. Nunca andei tanto, conheço a 25 de março de cabo a rabo. Grazi, levou metade das bolsas, perfumes, maquiagens, e iPhones que pode encontrar por lá. E eu, fiz uma promessa de que este ano NÃO volto pra 25. Traumatizei! MENTIRA. Nem eu aguento. Vou voltar e muito ainda, este ano!

Bom, muitas, muitas, muitas coisas aconteceram. Teve o aniversário de Bruno, que foi simples, aqui em casa, um bolo, um refrigerante e poucos amigos. E Bruno se contentou. Graças a Deus, ele entendeu que não ia dar pra fazermos uma super festa, ganhar presentes caros. Então, combinamos que seria apenas o bolo e um passeio em um parque, que foi trocado por ele, de muito bom grado, por uma viagem à Barretos, no carnaval, pra casa da Paulla, que por sinal é um verdadeiro parque de diversões. Ambiente super agradável, pessoas maravilhosas e que amamos como se da nossa família fosse, muita comida, muita bebida, e muitos dias de piscina e sol. Pra que mais? Um mega presente. E já estamos super ansiosos pra chegar logo o dia 12!

E daí que semana que vem tem mais aniversário. Desta vez o meu…ran ran…errrrrr…33 anos, dia 29. E confesso que não tenho neura com essa coisa de ficar mais velha. Já tive, quando estava prestes a completar 30 anos. Entrei em  crise, fiquei com medo, e quando entrei na casa dos 30, percebi o quão enganada estava. Pra mim, ter 30, 31, 32 foi maravilhoso. Mudei, e mudei pra melhor, estou mais experiente, mais responsável, sei aproveitar melhor a vida e tudo o que ela me traz de bom, e porque não, também de ruim, sei extrair o que não me acrescenta. Enfim, vou comemorar os 33 anos, com muita alegria.

E o ano, será especial demais. É um ano cheio de planos e o maior deles, está sendo colocado em prática. Algumas pessoas já tem conhecimento deste grande e desejadíssimo sonho, outras ainda não. Mas nem vou entrar em detalhes, por enquanto, quando parte dele estiver “concluída”,venho informar no blog.

E pra registrar todos os momentos, deste ano que tenho certeza, que será SUPER, resolvi participar do Projeto 365 Dias, e aí, vou explicar da minha maneira, é um projeto onde escolho 1 foto, todo dia, para representar aquele dia, durante os 365 dias do ano. Acabei de adicionar um link, ali no Header, e vou postando as fotos aos poucos, de maneira, que fique organizado e que dê para vocês, que me leem acompanhar também!

Enfim, acho que “basicamente” é isso. Vou me esforçar pra vir postar mais vezes. Pretendo retomar as postagens e deixar o blog sempre atualizado!

Beijo carinhoso em todos, obrigada pelas visitas, pelos comentários e por todo o carinho!

Só pra lembrar, atualizei a minha lista das 101 coisas em 1001 dias, tem mais tarefas cumpridas!

Não poderia deixar de passar por aqui, mesmo que correndo, pra desejar a todos os nossos amigos e leitores, um FELIZ NATAL.

Amo o Natal, a data pra nós, tem um significado MUITO importante. Amo o dia, amo o motivo pelo qual se comemora o Natal, amo as festas, os presentes (apesar de este ano não termos  comprado nada, agora no Natal, para trocarmos, nem entre nós, nem para o Bruno, que graças a Deus também não se importou em não ganhar presentes nossos. Durante o ano todo, já compramos várias coisas *materiais* que queríamos, já nos presenteamos várias vezes, então este ano o que está valendo mesmo, é o significado da data e a oportunidade de estarmos juntos), amo todo esse clima LINDO e MARAVILHOSO do Natal.

Desejamos a todos muita paz, amor, felicidade, prosperidade e muita, muita saúde. Porque tendo saúde, o resto a gente tem disposição para correr atrás!

Este ano, não foi possível a criação de um cartão de Natal para postar aqui no blog, e até mesmo enviar para os amigos, mas o que importa mesmo, são os votos sinceros, que saem do fundo do coração e cheios de sinceridade!

Obrigada pela presença e amizade de todos no decorrer de todo este ano que está chegando ao fim.

Que Deus possa estar presente não apenas hoje, mas todos os dias, na vida de todos nós!

Um beijo enorme!

Carlos, Valéria e Bruno Gouveia

Do dia 11 que foi o último dia que postei, até hoje aconteceram TANTAS coisas. Algumas muito boas, outras nem tanto. Entao vamos a elas, sem mais delongas.

- Consegui “consertar” o PC, na verdade, foi apenas o cooler que queimou, coisa básica, fácil de ser resolvida, fiquei um dia sem o meu PC, usei o de Bruno e pronto, tudo resolvido!

- Fomos em várias festinhas, na verdade, as fotos foram anteriores ao problema do PC, mas não tive tempo (Oi????) de colocar as fotos aqui antes, então seguem algumas:

- Bruno e Samuel no Parque da Monica, tenho zilhões de fotos aqui, mas a preguiça, minha companheira de todas as horas, ainda não permitiu que eu editasse todas elas!

AMIGOS1  AMIGOS2

AMIGOS3

 

- Depois tivemos a segunda versão da festinha do Samuel, desta vez, na escola. Bruno não é da sala dele, mas foi dispensado pra participar da festa. Todas as crianças da foto, são da sala do Samuca. O moço de azul é o “tio” André, o tio que dirige o bus e que eles ADORAM. A lindona abraçando o Bruno nem preciso dizer quem é, né? Então tá, digo mesmo assim, é a Prô Luciana, a guerreira que passa quase todas as tardes ao lado de Bruninho, apelidado carinhosamente, por ela, de terremoto. Alguém arrisca responder, pq? hahahahahaha

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- Tivemos consulta de rotina no Dr. Moisés, que retirou de vez, todos, ou melhor, o único remédio que Bruno ainda tomava regularmente, pra imunidade. Segundo ele, Bruno está ótimo, com uma saúde de ferro. Como brinquei lá no twitter, está perfeito por dentro, tanto quanto é por fora. Com 4 anos e 9 meses, está medindo 1.11m e pesando 17.5kg. E mais uma vez, Dr. Moisés salientou que Bruno tem esse aspecto de magro, porque como está crescendo muito, fica a impressão de que ele cresce muito mais do que engorda. Tem altura de criança de 5 anos para mais. Não me surpreendo, porque tenho 1.70m, Carlos tem 1.85m e um de meus cunhados tem 1.95m, então acredito que Bruno vai ser bem alto. Claro que vai chegar o momento que vai “estacionar” um pouco, mas acredito que ele fique bem alto sim!

 

- Aí, depois disso, tivemos um pequeno “infortúnio”. Na quinta-feira passada (12/11/2009), Bruno chegou da escola e como sempre, foi direto pro banho, e do banho foi direto para o hospital. EXPLICO! Caiu no banheiro, quando “efetuava” uma pequena dança, bateu o braço no trilho do box, e daí…daí foram 3 pontinhos, contabilizando 6 no total. Lembram do queixo??? Pois é! Eis aqui o resultado:

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- Mas nada tirou a animação para o final de semana. No sábado (14/11), Carlos fez aniversário, 36 anos, destes 36 anos 13 anos comemorei com ele. É quase uma vida, né? Passamos um dia super agradável e tranquilo. Fomos cedinho para casa dos meus sogros, e aqui abro aspas pra dizer que adoro minha sogra, não tenho nenhum problema com ela e nos damos MUITO bem, graças à Deus, fecha aspas. Tomamos café, almoçamos por lá e depois, é claro, comemos bolo, porque aniversário sem bolo, não é aniversário. Até levei a câmera, mas nem lembrei de tirar da bolsa, mas como Carlos sempre diz, independente de ter ou não fotos, registrando o momento, o fato mais importante é que ele (o momento) está registrado e gravado em nossas mentes e corações!

 

Enfim, foi basicamente isto o que aconteceu nos últimos dias. Hoje estamos eu, Carlos e Bruno que não quis ir pra escola e que também está começando a ficar gripadinho, super ansiosos, aguardando a chegada do meu pai, que vem pra cá, na verdade, já está a caminho, para passar uns dias com a gente. A saudade é tanta, que chega a doer! Esperamos tanto por esta viagem, por estes dias juntos, que estou feito uma barata tonta, aqui em casa, só esperando o momento de ele chegar!

 

Volto depois, contando as próximas novidades. Eu demoro, mas volto. Não me abandonem!

Beijos carinhosos!

E daí que este blog ficou um tempão “carente” de fotos. E daí que quando a gente tem uma câmera mais ou menos, vulgo meia boca, a gente se empolga, e quer trabalhar todas as fotos, a gente não se contenta em apenas jogar a foto no blog, e pronto e acabou. Então passei um tempão trabalhando nestas fotos no salve-salve Lightroom. Sei que não ficaram “perfeitas”, mas fiz o que pude dentro de minhas parcas (oi??????) possibilidades!

Então vamos a elas. Vou começar com as fotos de domingo, quer dizer, uma parte delas, porque bem antes destas que vou postar agora, tiramos quase uma centena de fotos, ontem e no domingo, da minha make, de nós 3, mas que vou colocar aqui no blog, ou não,depois!

Festinha que fomos ontem, no domingo:

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Agora as fotos do vinho que a Lidi trouxe pra mim, lá de São Roque, da Vinícola Góes:

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Mentira que eu bebi tá! Nem tinha como, já tinha bebido mooooooito, um pouco antes de ela chegar aqui em casa com o vinho. Fizemos um churrasco básico e me acabei de beber. Esta é a vantagem de ter um marido que não bebe, ele cuida de tudo, posso ficar tranquila em relação ao Bruno. Tá, gente! Eu não bebo de cair viu, bebo de ficar alegre, apenas!

 

E agora as fotos do nosso passeio hoje, em um parque em Santo André, na maioria das fotos é Bruno quem aparece, mas fomos os 4. Eu, Carlos, Lidi e Bruno:

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Enfim, o final de semana prolongado foi bom demais. É isso que eu digo quando Carlos trabalha demais, quando ficamos eu e Bruno sozinhos em casa, aos finais de semana. Sinto falta disso, dessa diversão toda, dessa animação. Não é preciso muito para aproveitar, para passear. Este final de semana gastamos pouco, quase nada, e nos divertimos MUITO!

E também já disse, as festas aqui em casa, só terminam em março, e olhe lá. Sábado Bruno vai para um parque da cidade, em excursão da escola, dia 08/11 é aniversário do melhor amiguinho dele, o Samuel:

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Dia 15 próximo, de novembro, é aniversário de Carlos. Depois vem Natal, Ano Novo, em meados de janeiro é aniversário de Bruno, no final do mês de janeiro o meu. Depois vem nossa viagem de praxe, de todos os anos, pra Barretos, pra curtir o níver da Paullinha, carnaval, aí sim a coisa começa a voltar ao “normal”.

Acabei de “marcar” minhas férias do scrapmundo, dei férias para todas as minhas C”E”T’s, tirei férias de todas as atividades de todas as três lojas onde vendo, só vou cumprir o que já estava programado, depois vou sossegar e botar a mão na massa, para organizar todas as festas que estão por vir e curtir muito a família, como sempre!

Eu avisei que o post seria fotográfico, não avisei???! E tem mais, estou com “n” fotos aqui, de makes, dos meus livros, das minhas coisinhas de manicure (oi???), uma pena ter ficado tanto tempo sem câmera, mas agora, vou aproveitar e “tirar o atraso”.

Boa semana curtinha para todo mundo. Um beijo cheio de carinho!

Já que eu não venho postar mais como antes, resolvi então vir fazer um resumão dos últimos dias. Na verdade, nem sei o que contar, porque como já disse, N vezes, chego aqui e tenho a impressão de que já contei tudo. Isso é TUDO culpa do Twitter. Passo os dias lá, falo tudo lá, desabafo lá, grito, choro….MENTIRA!

Mas a verdade é que acabo contando todos os detalhes, os acontecimentos do dia-a-dia lá. Mas não seria justo abandonar o blog, assim ao léu. Tanta gente que me lê aqui e não tem Twitter. Tanta gente que tem Twitter, me lê lá, mas também me lê aqui. Enfim, vamos aos fatos!

Os últimos dias têm sido solitários. Carlos voltou novamente àquela rotina enlouquecedora, de horários mais malucos ainda! Tem hora pra entrar, mas não tem hora pra sair, e com isso, sofremos os três. Eu e Bruno que sentimos a falta dele, e ele, que chega sempre tarde e nem sempre consegue pegar Bruno acordado. Ontem mesmo, colocando o Bruno pra dormir, ele vira e me pergunta: “mãe, que dia que me pai vem pra casa???”. Acho que o fato de ficar um dia apenas sem ver o pai, já é um tempo imenso pra ele.

E sinceramente, muito sinceramente mesmo, sem o Carlos aqui, jantando com a gente, eu não sou NADA! A presença dele faz falta. É engraçado né? As vezes, a gente reclama tanto que os maridos azucrinam a vida da gente, quando estão em casa, mas quando não estão, a gente sente um vazio. Pelo menos eu sou assim.

De resto, tudo normal. Bruno cada dia com uma tirada nova. Aprendendo muitas coisas novas na escola. Agora ele já escreve TODAS as letras, é só a gente ditar que ele escreve, numa boa. No acompanhamento das lições de casa, ele está na letra L. Na última lição que veio, tinha uma atividade de recortar imagens com a letra L. Fizemos, colamos e quando terminamos ele perguntou se podia escrever embaixo das imagens o nome delas. E eu deixei. Nem sei se podia, mas deixei. E ele ficou todo feliz, disse que a “prô” dele ia gostar, ia dizer que ele é inteligente! É tão bom ver ele se interessando em aprender, em mostrar o que já sabe. Bom seria, se ele fizesse LÁ na escola, a mesma coisa que faz aqui, porque chega maluco para fazer a lição, e na escola, volta e meia, recebo recados de que ele se “distrai” e acaba se atrasando nas atividades. Vai entender. Acho que deve ser o contingente, que provoca a dispersão…rs

A mesma coisa quando estou lendo algum livro, ele chega e pergunta o nome, e pede pra eu mostrar com os dedos, palavra por palavra. Quando Carlos chega, ele pega o livro e “lê” o nome pra ele. Impressionante como a memória deles funciona o tempo todo, né? Outro dia, no shopping, passamos em uma livraria e na vitrine ele começou a apontar os livros que eu já tinha em casa, alguns ele disse até o nome. É sinal de que o interesse dele, quando vem me perguntar o nome do livro, é genuíno, verdadeiro!

Falando em livros, voltei a ler com mais intensidade na última semana. Passei mais de uma semana, sem nem ao menos tocar em NENHUM livro. Também não sei porque, sei que simplesmente não tive vontade de ler. Mas agora voltei com força total, em 3 dias li O Mapa dos Ossos, o primeiro livro da Trilogia Força Sigma e agora comecei a ler o segundo livro, A Ordem Negra. Super recomendo essa Trilogia, para quem gostou de O Código da Vinci, vai adorar ler estes tres livros, porque eles têm o mesmo estilo do livro do Dan Brown.

Enfim, acho que é isso…Obrigada pelos comentários, pelo carinho e pela presença assídua e constante, mesmo eu não atualizando sempre! E pode deixar, que vou tentar postar com a mesma frequência de antes, ok.

Um beijo carinhosos em todos!

Oi gente!

E a semana passou voando! Nossa, quanta coisa aconteceu esta semana. A maioria muito boa, graças à Deus.

Bom, primeiro vamos às notícias sobre meu pai. Ele está bem melhor, graças a Deus. Esta se recuperando aos poucos, a dor passando, a angústia também. Acho que ele está com tanta vontade de vir pra cá, ficar um tempo com a gente, que está se esforçando ao máximo para se recuperar rapidinho.

No começo da semana eu fiquei meio abalada. Comentei com as meninas que ia ficar afastada da net, mas também não estava com a mínima vontade de sair de casa. Tive medo de sair e de repente meu pai ou alguém de lá ligar, e eu não estar aqui. Aí resolvi que não ia adiantar ficar em casa, só chorando, pensando coisa ruim e voltei a conversar com as meninas, lá no Twitter.

E olha! Foi a melhor coisa que fiz. Aos poucos fui me distraindo, descontraindo e quando vi, já estava me divertindo. Conversei com elas pela cam, demos muuiiiiita risada. Aliás, paguei muito mico na cam. E sinceramente, adoro isso tudo. Adoro tudo o que me faz rir, me faz bem, me faz sorrir.

E o Twitter pra mim, passou a ser uma terapia. Tem sempre alguém brincando, contando alguma coisa engraçada. Tem música, tem descontração. Temos a oportunidade, fazer novas amizades, conhecer novas culturas, pra mim o Twitter é o mundo da total interação e integração! AMO muito!

E sabe, nesta semana que passou, percebi que não existe diferença nenhuma em “amigo real” e “amigo virtual”. Quem é amigo é amigo e pronto. Sempre disse que às vezes, estamos rodeados de gente, e mesmo assim nos sentimos sozinhos. Então, mesmo estando sozinha aqui em casa, Bruno na escola, Carlos no trabalho, me senti rodeada de amigos, de pessoas que me querem bem, e que me fizeram sorrir, me deram apoio e carinho.

Enfim…é isso.

Amanhã começa mais uma semana. Mas aqui, a rotina continua. Bruno na escola, Carlos trabalhando e eu aqui, trabalhando também, criando, conversando, levando a vida pra frente!

Ótima semana, beijo em todos!

Ontem, por volta das 22:30hs, quando estava indo dormir (e eu comentei com as meninas no Twitter que ia dormir cedo, porque estava caindo de sono), meu telefone tocou, e eu estranhei, porque o horário não é o mais adequado para ligações “sociais”. Atendi e era meu irmão, pediu pra eu esperar, porque meu pai queria falar comigo, e quando meu pai começou a falar, eu desabei.

Na verdade, ele não falava, ele chorava, chamava pelo Bruno, queria falar com Bruno, me pedia pra ir buscá-lo, porque ele queria ficar aqui em casa. Não fosse a distância (500 km), teria ido, naquele instante. Mas procurei antes, entender o que estava acontecendo.

Aqui no blog, não cheguei a comentar, nem me lembro mais, mas há duas semanas, meu pai fez uma cirurgia na próstata, a laser, e já na sala de recuperação, começou a ter complicações, teve que voltar pro centro cirúrgico e ser operado novamente. Foi pra casa, aí teve hemorragia, a bexiga começou a prender, fora todas as dores das duas cirurgias.

Isso tudo e mais alguns outros problemas familiares, acredito que tenha desencadeado esse mal estar que ele teve, a queda de pressão, e a sensação de que o coração iria “explodir”. Tudo isso, foi o que ele me contou em meio a choro, gemidos, gritos, enfim, ele estava em total desespero.

E eu, fiquei aqui, completamente sem chão. Meu pai é durão! Super forte, tem 73 anos e mesmo aposentado, trabalha até hoje. Caiu, quebrou o femur, tem um placa enorme no lugar do osso e em 25 dias estava andando, depois de um mês já entrava em ônibus e tudo o mais. E a primeira e última vez, na minha vida, que vi meu pai chorando, foi quando minha irmã morreu, (de meningite que agravou o tumor que ela tinha no cérebro e nem sabíamos) em 2000, com 28 anos de idade.

E ontem, ouvindo o choro dele, o lamento, entrei em total desespero. Depois que ele desligou, ainda liguei pra lá umas 4 vezes. Carlos ligou, perguntou se queria que fôssemos até lá pra buscá-lo, mas todos concordamos que não seria o ideal pra ele, viajar agora, ainda em fase de recuperação das cirurgias.

Passamos a noite em claro, eu e Carlos, que teve que sair para trabalhar as 6 da manhã, sem ter dormido a noite toda.

Logo de manhã liguei pra ele, e ele na mesma. E passei a manhã toda assim. No inicio da tarde, liguei novamente e a voz dele, já estava bem melhor. Minha mãe veio falar comigo ao telefone, e me disse que meu irmão tinha buscado minhas sobrinhas pra passar um tempo com ele. Na verdade, existiu um desentendimento entre meu irmáo e esta sobrinha e isto estava deixado meu pai triste demais, porque com o desentendimento, minha sobrinha já não ia mais almoçar com eles todos os domingos, como fazia sempre.

Graças à Deus, meu pai está melhor. Ainda não está 100%, mas sinto pela voz dele, que ele está melhorando aos poucos.

Como escrevi para os grupos, avisando as meninas que ficaria ausente, contei, de forma resumida um desentendimento que tive com este meu irmão, da última vez que fui visitar meus pais, e recebi muitos e-mails me dando vários conselhos, sugestões e pedindo que eu relevasse, que se tivesse que ir pra lá, ver meu pai, era pra deixar a mãgoa de lado. E sinceramente, à medida que fui lendo os e-mails, falando com as meninas pelo telefone (na verdade mais chorando do que falando), fui percebendo que realmente, a mágoa que estava sentindo, a briga que tive com meu irmão se tornava uma coisa tão pequena comparada a hipótese, o pensamento, e o medo absurdo que estava sentindo de perder meu pai.

E então, liguei novamente, conversei com minha mãe, pedi perdão por ter discutido com meu irmão na frente dela, mesmo ela não tendo sido o motivo da discussão. Falei que havia ficado chateada por ela não ter sido neutra, mas ter se posicionado a favor dele. Enfim, falei tudo o que estava sentindo, e ela também. Choramos muito, pedimos perdão uma pra outra, e aí sim, meu coração se acalmou.

Ainda vou conversar com meu irmão, quero fazer isso com calma, mas sinceramente, a mágoa que estava sentindo dele, também passou. Estou muito mais tranquila, aliviada e sinto que tirei um peso enorme das costas.

Aí agora, mais calma, estou aqui pensando. Como a gente tem que levar certas “pancadas” na vida pra deixar de pensar no próprio umbigo né? Pra valorizar mais as pessoas, pra perceber que em um minuto podemos tê-las ao nosso lado e no minuto seguinte, elas podem partir, e aí podemos ficar com peso na consciência, por não termos dito o quanto as amamos, o quanto são importantes pra gente e na vida da gente. Soa até hipócrita, porque de repente, alguém pode ler, e dizer: “teve que acontecer isso tudo pra ela deixar o orgulho de lado e se achar no direito de ‘perdoar’ alguém”. E na verdade, caso alguém pense isso, não está errado. Foi necessário isso tudo mesmo, pra eu deixar o orgulho de lado e pedir perdão e decidir tirar de dentro de mim a mágoa, e não tenho vergonha em admitir isso. Sou humana, tenho mil defeitos, erro muito, acredito, que todos nós erramos sempre, mas podemos aprender também, com nossos erros e tropeços. E foi o que fiz. Eu consegui pedir perdão, você já tentou? Sente mãgoa de alguém que gosta muito, mas acha que não consegue “se livrar” desse sentimento? Que tal tentar? De vez em quando, precisamos tomar a frente, precisamos tomar a atitude. Porque de repente, se protelarmos demais, deixando sempre pra depois, o depois pode não chegar nunca, e aí, aí com certeza, será tarde demais.

Continuo preocupada com meu pai, mas estou orando, pedindo à Deus que faça com que ele fique bom, se for da vontade DELE. Que dê calma a ele, que dê paciência, para que ele possa passar por isso tudo e se recuperar.

Quero agradecer novamente à todas que me ligaram, enviaram e-mails, SMS’s, que mandaram lindas mensagens por e-mail e por toda as orações. E peço que continuem orando, por favor. Oração nunca é demais, e é sempre bem vinda.

Assim que tiver novas notícias, venho atualizar o blog.

Um beijo para todos!

Eu disse que viria ainda “esta semana”. Tá, o domingo é o primeiro dia da “outra” semana, mas eu vim, ok?

Não tenho muito o que dizer dos últimos dias, então vou tentar fazer um resumo:

- Bruno foi pra escola ontem, no sábado, e amou…Falei pra ele que ia ficar em casa sozinha, uma vez que Carlos estava dando um curso, e nada. Ele nem ligou. Chegou em casa feliz da vida. Conversando com Carlos, falei que não seria problema nenhum pra Bruno caso implementassem um sistema de aulas aos sábados. Ele iria adorar. Mas a pergunta é: até quando?

- Essa semana foi meio punk pra mim. Sabe quando você começa a fazer “N” perguntas pra si mesma? Porque isso? Porque aquilo? Mas ontem, conversando com uma amiga, fiquei mais tranquila. Não tive todas as respostas para todas as perguntas, mas já consegui vislumbrar um ponto de partida, em busca das respostas.

- Estou lendo bastante, ficando menos tempo no PC. Fiz um “balanço” dos livros que tenho aqui, e ao todo são 55 que ainda não li. Isso porque na sexta, chegaram mais 4. Eu havia feito um voto de que não compraria mais livros este ano, mas Carlos me deu de “presente”. Disse que se é algo que eu sou completamente apaixonada, não entendeu o porque do voto, então se não compro eu, compra ele. Paciência né? Eu, sinceramente, ADOREI! rs

- Essa semana, percebi que o remédio (anticoncepcional) de uso contínuo também não vai me “poupar” do escape. De quinta pra sexta, tive uma cólica horrível que começou no início da noite e se alastrou madrugada afora. Nem Buscopan funcionou com eficiência. Demorou pacas a passar e no final, veio o escape. Pouco, mas veio. Provavelmente por causa dos dias conturbados.

 

No mais, tudo certo. Bruninho super bem de saúde. Continua bagunceiro mas está mais obediente. Carlos trabalhando muito e acho que é isso que tem me deixado mais “instrospectiva” e “triste”. Não gosto de ficar sozinha em casa, aliás, não gosto de ficar sozinha nunca. E o fato de ele ter que trabalhar tanto, está mexendo muito com esse meu lado avesso à solidão.

Por outro lado, eu poderia sair, ir pro shopping, ao cinema, mas ando sem a mínima vontade. Até comentei esses dias no Twitter, que ando numa vibe de querer ficar em casa, só nós três, aproveitando os momentos juntos. Tivemos uma épóca assim. Todo mundo estranhou, porque sou do tipo que ADORA uma farra, gosto de sair, então quando me chamavam pra fazer algo e eu dizia que não estava afim, todos estranhavam, inclusive Carlos. Mas são fases, e acho que estou assim, porque como disse, Carlos tem passado pouco tempo em casa, e o tempo que ele está aqui, quero aproveitar ao máximo.

Enfim, é isso! Fazia tempo que não escrevia “bastante” aqui no blog. Vou tentar postar mais, contar mais sobre o dia-a-dia.

Beijo e ótimo domingo a todos!

Prometi vir postar ainda esta semana sobre as ganhadoras do prêmio pelo layout e as novas guest’s para  o meu CT, mas infelizmente, não deu tempo.

Esta semana foi super tumultuada em todos os sentidos. E ontem, pra completar a maré de acontecimentos ruins, perdemos um ente querido. Na verdade, uma priminha do Carlos, que mal completou 4 anos, faleceu ontem.

Ela tinha câncer, todos sabíamos que o risco era grande e que muito provavelmente este dia fatídico chegaria, mas sinceramente, por mais que soubéssemos disso tudo, ninguém estava preparado. Como é que uma mãe pode estar preparada para enfrentar a perda de uma filha? Como é que a família, consegue concatenar as idéias quando olha praquele pequeno caixãozinho branco e vê aquela criança tão linda lá, deitada dentro dele? Que perspectivas a gente pode ter para o futuro? Vim no caminho pra casa pensando que a vida da gente ao mesmo tempo que vale MUITO, muitas vezes, acaba valendo NADA.

Terrível vivenciar o desespero da mãe dela, e do irmãozinho de 5 anos que chegava perto do caixão, pegava na mãozinha dela e pedia: “acorda Gabi, vamos brincar. Levanta daí, acorda”. E depois ver a mãe dizendo que agora ela era uma estrelinha que ele veria no céu. E ele, com sua ingenuidade de 5 anos, respondendo: “tudo bem, eu vou pegar uma linha bem grande, jogo lá pra cima e puxo ela de volta pra gente, mamãe”.

Como ouvir, ver isso tudo sem se abalar? Sinceramente, eu desabei, literalmente. Pensei em tudo, pensei em Bruno, pensei na importância que ele tem pra mim e cheguei à conclusão que mesmo tentando me colocar no lugar dela (também Valéria, tia do Carlos), ainda assim não poderia imaginar nem de longe a dor do sofrimento dela. Só sei que se fosse comigo, provavelmente não suportaria.

Pela primeira vez, em 13 anos de convivência, vi um dos meus cunhados, no alto de seus 1.98m chorando feito uma criança, de soluçar.

E mais uma vez, vi Lucas, o irmãozinho mais velho da Gabi, sair correndo da sala do velório com uma rosa nas mãos, gritando em desespero. Aí fui atrás dele, sem nem ao menos saber o que ia dizer a ele, eu e minha cunhada, e começamos a falar muito carinhosamente com ele. No início, ele não queria conversa, depois disse que estava se sentindo muito triste, pela irmã. Conversamos, tentamos explicar, mas sem esperar que ele entendesse, claro, que a irmã agora era um anjo, que estaria sempre junto dele, em todos os momentos e que era pra ele se acalmar, porque ela já não sofria mais (porque meu Deus, como ela sofreu!). Então perguntamos se ele queria colo, e ele jogou os bracinhos em nossa direção. Ai gente, sinceramente, não sirvo pra essas coisas, fico mole, perco completamente o chão.

Carlos ficou forte até o momento em que todos estavam na sala do velório (ele não conseguiu entrar), mas quando viu retirarem o caixão, também saiu de sopetão correndo e chorando muito. Chorava feito criança, soluçava muito e eu não sabia exatamente o que fazer, se seguia para o local do enterro ou ficava com ele. No final, ele pediu que eu fosse com a família dele acompanhar o enterro.

Enfim, triste demais. Estamos todos muito abalados. Infinitamente tristes.

Sei que com o tempo a dor diminui. Mas acho que nunca mais esqueço o dia de hoje. Foi o primeiro velório infantil que acompanhei, acho que pelo fato de também ser mãe, isso acabou me marcando e chocando demais, realmente, é algo inesquecível.

Gabriela, em novembro do ano passado, começou com fortes dores de cabeça e apareceu um caroço no rostinho dela do lado direito. Foi levada ao médico, feitos os exames, e descobriram que ela tinha um tipo raro de câncer, que por já ter se enraizado nos ossos da face e cérebro, a cirurgia, já não era mais viável. Assim, de maneira imediata mesmo. Ficou internada um tempo, fez quimio, radio, fez tudo o que foi possível fazer, pelo menos para que ela tivesse o mínimo possível de dor. E assim foi. Mesmo com dor, mesmo fraquinha, ela brincou até o fim. Brincava como uma criança “normal”, corria, comia, bebia e sorria, sorria muito.

Mas infelizmente, ontem foi o momento de ela partir. E o que vai ficar na memória de todos, mesmo dos que conviveram pouco como ela, como eu, por exemplo, foi o que uma das tias contou pra gente, em uma das vezes que ela foi ver a Gabi e chorou ao ver o quanto ela estava debilitada. Gabi olhou pra ela e disse: “não se preocupe titia, eu vou ficar bem, você não vê como sou forte? Logo eu estarei bem”.

E está. Agora está! Voltou, para retomar o seu lugar, lá no céu! Voltou pura, assim como veio, e voltou livre de todo o tipo de sofrimento terreno, toda a maldade humana.

Nós, aqui, sofremos, choramos e sentimos muita, muita saudade.

Eu e Carlos, vamos guardar pra sempre a imagem daquela menina pequenina, com as bochechinhas rosadas e aqueles tufos de cabeleira preta, que ela tinha ao nascer.

**** E amanhã, faz exatamente um ano que Luis, esposo de Grazi também se foi. A dor pode até ter diminuído, mas não sumiu. Falei há pouco com Grazi e ela está triste, hj já chorou bastante. Então vamos orar por ela?! Pra que mais uma vez, Deus acalante seu coração.

E felizes da vida!

A viagem?

Bom, a viagem não foi nada boa. Mas como combinei com Carlos, quero esquecer. No fundo, tudo o que aconteceu, serviu pra que eu desse ainda mais valor ao marido, à casa e à vida boa, cheia de comodidade, mordomia e muita paz, que tenho aqui junto dos meus meninos.

Enfim, tudo o que aconteceu, acho que tinha mesmo que acontecer. E ponto final.

Agora é seguir em frente.

Já estou mais tranquila, menos triste e muito mais animada.

Nada como estar na minha casa, junto das minhas coisas, dormir na minha cama, com meu travesseiro, olhar minha estante cheia de livros e voltar a ler com muito prazer. Ver Bruno animado, brincando com seus brinquedos, assistindo seus desenhos preferidos, colocando ele mesmo os filmes que ele gosta no DVD.

Assim….sem esquentar a cabeça com mais nada. Sem ter horários pra cumprir, sem ficar preocupado em estar incomodando. Simplesmente assim, ficar em casa de bobeira.

E foi o que eu decidi fazer durante o resto do ano. Ficar totalmente de bobeira, uma vez que o atual emprego do Carlos nos proporciona isso. Decidi que só vou mexer com scrap quando estiver a fim, decidi que vou continuar lendo muito, vou ver minhas séries preferidas e que vou brincar muito com Bruno.

Na verdade, este segundo semestre de 2009 estava sendo programado de maneira diferente. Ia voltar a estudar, mas enfim, não deu certo, acho que no fundo eu não estava mesmo preparada, tanto no quesito resultado de prova (porque não passei na prova de seleção para a vaga no curso de Informática), quanto nessa coisa de todos os dias, ter um compromisso sério que são os estudos.

E daí, eu e Carlos ficamos pensando que se eu tivesse passado no processo seletivo, teríamos que adiar ainda mais nossos planos de ter o segundo filho, que agora, podemos colocar em prática DE VERDADE, no início do ano que vem. Porque imagina, começar a estudar novamente e ter que trancar matrícula, ou então, perder parte do que estudei, porque uma vez que engravidasse, não ia dar conta de estudar, cuidar do Bruno, da casa, do marido. Enfim, a gente tem que priorizar o que é mais importante pra gente, no momento atual de nossas vidas. E decididamente, acho que no momento, o que é mais importante pra mim é a FAMÍLIA, a MINHA família.

Entáo, vou me preparar fisicamente, continuando com o regime, que por sinal ainda firme e forte, vou voltar pra academia. Sozinha mesmo, porque não existe viv’alma que se habilita a “perder” tardes da semana em academia, e vou botar pra quebrar, pra estar preparadinha pro ano que vem, pra ter uma gravidez tranquila e maravilhosa como foi com a de Bruno.

Acho que é isso. Vim avisar que voltamos e acabei fazendo uma mistura com “de tudo um pouco”. Bom demais estar de volta. Mesmo não passando tanto tempo no PC, porque Bruno ainda está de férias e, consequentemente, eu também, vou procurar vir atualizar sempre!

Beijos!

…porque estamos indo de volta pra casa! Lá lá lá…

Na verdade, estamos indo pra São José do Rio Preto, casa dos meus pais e cidade onde mora a maioria dos meus parentes, tanto do lado materno, quanto paterno. E não temos data pra retorno.

Então, já perceberam que as férias serão uma festa, néam?

Porque quando a gente chega na cidade, o telefone não para de tocar. Um convida pra almoçar, outro pra jantar, outro pro café, outro pro shopping e os que são mais saidinhos, vão diretão pra casa dos meus pais, sem avisar mesmo, e aí tudo acaba virando uma grande festa. Porque a minha família é assim, adoooooooooora uma casa cheia! Meus pais ficam super felizes com toda a movimentação e aí tudo é motivo pra comemorar com comilança. Estou até com medo de engordar os 5 kg que perdi, porque conheço minha mãe, e conheço os dotes culinários dela. E funciona mais ou menos assim, ela faz tuuuuuuudo o que eu gosto de comer, pra agradar, sabe como é né? Filha caçula, único neto-herdeiro-macho! Ai, ai, ai #comosofro.

Então é isso!

Assim que estivermos de volta, aviso! Curtam muito o feriado, o final de semana. Ahhhhhhhhh, curtam muito as férias!

Beijooo

Sumida de novo, mas por motivos justos, muito justos!

A paixão pelo Twitter, a paixão pelos meus livros, sinceramente, estou passando um tempão curtindo isso tudo. Nem postando com mais frequência estou, perceberam né? Pois então, o vício pelo Twitter está tão grande que nem o MSN eu abro mais. É coisa de maluco e muita diversão. Esses dias estava comentando, que através do Twitter conheci pessoas super legais, simpáticas, consolidei novas amizades, me aproximei de tantas outras pessoas que até então não tinha tanto contato e está sendo bom demais.

Fora isso, ando lendo demais. Oito livros no mês de junho. Acha muito? Pois é, desta vez até eu concordo, li demais, acho que mais do que deveria, porque andei deixando de lado, muitas outras coisas, como a criação de kits. Mas é como sempre digo, sou assim, de lua, faço apenas o que tenho vontade, se for pra fazer por fazer, ou forçada, não sai nada que preste. E como não vivo da grana dos kits que faço, então posso me dar ao luxo de tirar essas “férias” fora de época.

E nada mais gostoso que passar tardes inteiras deitada, lendo ou simplesmente tirando aquela soneca, debaixo das cobertas nestes dias tão frios e chuvosos que tem feito em São Paulo. Finais de semana? Praticamente a mesma coisa. O frio é tanto que nem dá vontade de sair. E é tão bom ficar assim, juntinho com Carlos e Bruno, só curtindo este tempo juntos! Acabamos protelando a visita em todas as festas juninas. Perdemos a Festa de São Vito que estávamos doidos pra ir, mas não teve jeito, frio demais e chuva, não dá mesmo, melhor ficar em casa, tomando chocolate quente com um pouquinho de licor de cacau pra esquentar ainda mais. Delícia!

E não pensem que o frio me tirou da dieta. Não, não, não! Continuo firme e forte. Comendo tudo, tudo o que sempre comi, só que com moderação. E é com muita alegria, que informo à vocês que atingi a meta do mês. 75 kilos! Uhuuuuuuu. Foram seis kilos perdidos, ou melhor, perdidos não, porque não quero encontrá-los mais…rs, foram seis kilos eliminados! E agora vem a nova meta, 70kg, mas como sempre, com paciência e muita calma, afinal, não estou em estado de desespero.

Na opinião do Carlos já estou bem assim, mas eu, particularmente, quero perder pelo menos mais 5 kg, que foi a meta que estipulei quando entrei no processo de emagrecimento. E é uma delícia perder peso. Várias calças super largas, precisando de cinto, algumas blusas que estavam apertadas, já estão mais folgadas. Ahhhhhh é bom demais. E a felicidade de ter perdido os primeiros 5kg, vem acompanhada com o prazer de ter mais uma das metas das 101 coisas em 1001 dias, cumprida!

As férias? Vamos passear muito, programamos vários passeios, gastando muito pouco, em vários parques em SP e região, ida ao cinema e no final das férias, vamos passar uns dias lá em Rio Preto, na casa dos meus pais. Pelo Bruno íamos hoje mesmo. Mas não quero deixar Carlos tantos dias sozinho, porque felizmente, ele está trabalhando muito. Folga? Só quando terminarem as obras do Metrô. Ou seja, NUNCA…rs

Entáo é isso. Excelente semana pra todos, ou o que sobra dela. E não esqueci. Logo apareço com presentes pra vocês.

Obrigada pelos comentários carinhosos e e-mails enviados pelo post anterior, de 13 anos de união. Adorei! Beijo enorme!

Poucas pessoas conhecem nossa história, como nos conhecemos, como começamos a namorar, o que desencadeou nosso namoro e sempre que contamos como tudo aconteceu, todo mundo se surpreende, porque ficamos um tempo distantes, um do outro, antes de decidirmos pelo casamento.

Nos conhecemos na faculdade no dia 19/06/1996, começamos a namorar uma semana depois de termos o primeiro contato, ou seja, em 26/06/1996. Nosso namoro foi meio tumultuado, meu pai não aceitava, achava que eu tinha que me focar apenas nos estudos, enfim, passamos por momentos muito difíceis.

Com o final da faculdade, veio também o fim do namoro. Eu era extremamente ciumenta, daquelas insuportáveis mesmo, e Carlos chegou a um ponto que não aguentava mais. Então acabamos nos separando. Nem preciso dizer que sofri muito, chorei por um bom tempo, não entendia porque duas pessoas que se gostavam tanto tinham que se separar. E ele também sofreu, apesar de se fazer de durão, de ter sido curto e grosso comigo numa das últimas vezes que nos falamos neste período pós-término de namoro. Mas resolvemos nos distanciar.

E aí se passaram 2 anos. Dois anos sem contato nenhum. Tínhamos amigos em comum, mas eu optei por não saber nada sobre ele, e achava que da parte dele era a mesma coisa. E então, meus pais resolveram ir embora para o interior. Estavam se aposentando e queriam uma vida mais tranquila. Eu e meu pai, fomos pra Rio Preto, escolhemos a casa, começamos a fazer as reformas necessárias, e quando estava tudo pronto, faltando apenas um mês pra mudança, Carlos entrou em contato comigo, perguntando se iamos mesmo pro interior, que uma amiga da gente havia dito pra ele que eu iria embora de São Paulo e perguntou se ele podia ir até minha casa, pra se despedir de mim e da minha mãe.

E ele foi. Chegando lá, começamos a conversar. Minha mãe, que sempre gostou muito dele, fez de tudo para ficarmos à vontade, e passamos o dia todo conversando, falando sobre o passado, contando as novidades, o que estávamos fazendo, no que estávamos trabalhando, o que mudou durante o tempo em que ficamos separados, e então, ele me perguntou se eu não gostaria de voltar a namorar com ele, disse que nunca tinha deixado de me amar. E logo de cara, eu disse que pra mim, namoro à distância não daria certo. Não iria me sentir bem namorando com uma pessoa que morava há 500 km de distância. Que não ia me contentar com uns poucos finais de semana juntos. E disse que havia sim uma solução pra ficarmos juntos, e a solução seria o casamento.

O mais engraçado foi que ele nem se assustou. E eu também, falei de uma maneira tão natural, que nem parecia que havíamos ficado longe um do outro por 2 anos. E decidimos ali mesmo, no dia que nos reencontramos, após 2 anos sem nenhum tipo de contato, que iríamos nos casar. No dia seguinte, fomos até o cartório e marcamos o casamento pra um mês depois.

Nem preciso dizer o reboliço que causamos nas famílias, principalmente na minha. Meu pai, ficou totalmente inconformado, afinal, eu tinha escolhido a casa com ele, ele tinha reformado um quarto todo pra mim, um banheiro só meu, fez de tudo pra me agradar, e a notícia do casamento, foi recebida por ele, como uma traição. O resto da família, de cara, achou que eu estava grávida e estava me casando às pressas por conta disso.

Uma amiga que trabalhava comigo na Vivo, na ocasião, me ligou no dia seguinte, pra confirmar sobre o final de semana, porque tínhamos combinado de sair juntas, e eu disse, que não ia mais, porque ia casar. E ela riu. Achou que eu estava brincando. E fiquei horas e horas explicando pra ela tudo o que tinha acontecido, pra ela entender e aceitar que era  verdade, que eu não estava brincando, mas ainda assim ela achou – e com razão- que eu estava louca.

E então chegou o dia do casamento, e nos casamos. Meu pai não foi ao casamento, apenas minha mãe. E eu procurava entender. E chegou o dia de meus pais irem embora, de mudança pro interior, e quando fui me despedir de meu pai, ele simplesmente se virou de costas pra mim, e aquilo pra mim foi o fim. Voltei pra minha casa chorando muito, um misto de sentimentos, muito feliz por ter casado e infeliz por ter “perdido” meu pai.

Só depois de 5 meses, meu pai resolveu que não aguentava mais ficar sem falar comigo e me ligou. Me chamou pra passar uns dias lá no interior, com eles. Eu disse, que iria, se meu marido pudesse ir junto, porque uma vez casada, estaria sempre na companhia dele, e se ele não pudesse ir, eu também não iria. Meu pai disse que tudo bem. E lá fomos, nós dois. Eu morrendo de medo, do tratamento que meu pai daria ao Carlos. E confesso que nessa primeira vez, não foi muito bom. Eles falavam apenas o essencial, não conversavam, meu pai não sentava à mesa com a gente.

E aí, depois de dois anos eu engravidei, e com a minha gravidez, tudo mudou. Íamos pra casa dos meus pais com mais frequência. Eu fazia questão que eles acompanhassem minha gravidez ao máximo, mesmo morando longe. Meu pai foi se aproximando do Carlos, começaram a “se conhecer” melhor, e com o tempo, se tornaram super amigos.

Hoje em dia, quando meu pai precisa de alguma coisa daqui de SP, liga em casa e é com Carlos que ele quer falar. Quando vamos pra lá, em todos os lugares que ele vai, arrasta Carlos com ele. Quando encontra algum conhecido na rua, e está com a gente, nos apresenta e aí notamos o orgulho nos gestos e na voz dele. Porque na verdade, Carlos se tornou um filho também. Faz por eles, o que muitos filhos não fazem nem nunca farão pelos pais. Trata com respeito, com carinho e é um genro dedicado, assim como é um filho, irmão, tio, amigo, marido e pai maravilhoso.

Em todos os anos de não aceitação por parte de meu pai, ele teve que ouvir muitas coisas, que o magoaram, meu pai dizia coisas que deixavam Carlos muito triste, mas ele NUNCA respondeu, nunca revidou, nunca faltou com respeito com meu pai. Muitas pessoas diziam pra gente, que não sabia como ele aguentava aquilo tudo, e ele só tinha uma resposta: Eu AMO e por ela eu aguento isso tudo, um dia tudo vai ficar bem.

E hoje, eu paro pra pensar e percebo que eu, particularmente, não sei se aguentaria tudo o que ele aguentou, não sei se qualquer outro homem, passaria POR MIM o que ele passou.

Fora isso, ainda tivemos muitos problemas, tristezas, abdicamos de algo que talvez hoje, faria nossas vidas ainda mais feliz e diferente, mas no momento, fizemos o que era o certo e o melhor pra gente. E até hoje é assim, todos os passos que pretendemos dar, são bem “estudados”, fazemos tudo com muito planejamento, porque pensamos muito no futuro, no nosso e do(s) nosso(s) filho(s).

Como todos os casais, brigamos muito. Nossa vida está longe de ser um mar de rosas. Já tivemos crises terríveis, já pensamos em nos separar. Eu já dei muito trabalho a ele, corri o risco de perder tudo o de mais precioso que ele me deu, que foi o amor verdadeiro e sincero dele por mim. E ele, mesmo sabendo dos meus erros, das minhas falhas, esteve sempre ao meu lado, passou por cima, relevou muita coisa. O que me leva a ter a certeza – e na verdade nunca duvidei mesmo – do amor que ele tem por mim, pelo Bruno, o respeito e responsabilidade pelo significado da palavra família.

Muitas vezes, em meio às várias crises de raiva, de nervoso que tinha quando brigávamos, algumas pessoas, e dentre elas minha própria mãe dizia, que nunca eu iria encontrar um homem como ele, que devia dar valor, que devia agradecer a dedicação e o amor que ele tinha por mim. E naqueles momentos, eu ficava ainda mais irritada. Mas hoje, entendo perfeitamente o que elas diziam.

Posso até ter que viver sem ele, algum dia. Mas prefiro nem pensar nisso. Porque não consigo me ver sem ele hoje.

Como eu disse, nossa vida não é perfeita. Mas afirmo, com toda a certeza, de que este é o melhor momento que estamos passando. Este é com certeza, o melhor ano de nossas vidas. Amadurecemos juntos, tomamos decisões importantes juntos, quando fracassamos, quando perdemos algo perdemos juntos e o mais importante, tudo o que conquistamos, conquistamos juntos, e nossa maior conquista, o nosso bem mais precioso, o selo total de nosso amor, nossa vida, nosso trabalho, nosso empenho e perserverança está bem longe de ser quaisquer bens materiais que conquistamos neste tempo todo que estamos juntos, podemos viver sem isso tudo, mas não podemos viver sem Bruno!

Hoje, sabemos muito bem o que queremos pra nós, pro nosso futuro. Apesar de nós três, nos completarmos, a família ainda não está completamente completa e para o próximo ano pretendemos aumentá-la um pouco mais, aumentando ainda mais o sentimento de amor que sentimos um pelo outro e continuando a lutar, a cair, a prosperar e a aprender muito, JUNTOS!

 

PS: Não são 13 anos de casada hein gente. São 13 anos JUNTOS! De casados, temos 6 anos e meio!

Leia o post dos 12 anos, AQUI!

Na verdade, a cassetada existiu, mas faltou o vídeo!

Ontem o sol deu as caras por aqui. E como Bruno adora parques, resolvemos levá-lo em um que ainda não tínhamos ido. Em Santo André. E chegando lá ele adorou. E nós também. E daí, achamos que poderíamos voltar a ser criança. E achamos que podíamos brincar também em todos os brinquedos.

Deu certo no balanço, no gira-gira, no labirinto e até mesmo em um dos mega-escorregadores que tinha por lá. Só que aí eu me meti a besta de descer num outro. Que tinha mais ou menos 4 ou 5 metros de altura, era todo cheio de curvas e elevações no caminho. E daí, que a medida que fui descendo, fui saltando no ar. E a buzanfa batendo em todas as elevações nas curvas. E no final, ainda aterrissei lá embaixo, a bunda na areia toda molhada. A maior sorte foi que não tinha ninguém olhando. Isso se não fosse o fato de que fiquei mais ou menos uns 5 minutos sentada, com a bunda na areia, sem conseguir levantar, porque estava rindo.

E Carlos chorou de rir, precisou sair correndo pra sentar, porque mal conseguia parar em pé. E claro, que não pago mico sozinha, tive que obrigá-lo a descer no escorrega também, e ele desceu. E aí foi minha vez de rolar de tanto rir, pq a cena foi engraçada demais. Bruno riu tanto que fez xixi literalmente nas calças. E aí, acabou a diversão, porque tivemos que vir embora.

E daí que agora, cá estou eu com dor no osso do quadril, porque bati mesmo com força nas elevações. É uma dorzinha irritante, chata, mas sinceramente, adoraria sentir dor assim, se em troca tivesse a chance de rir tanto quanto rimos ontem.

Isso só me prova, cada dia mais, que é possível sim, ser feliz, com muito pouco. E esse muito pouco, acaba se tornando muito MUITO, porque realmente, são as pequenas coisas que nos fazem feliz!

O nosso feriado foi o máximo, não pudemos viajar, ficamos em casa. Mas tivemos momentos super especiais!

Depois venho contar sobre os presentes, que ganhei e que dei, pra eles dois, meus namorados!

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Melhor que ter um namorado, é ter dois!

E ontem, quando sai com Lidi pra fazer compras. Num primeiro momento, comprar coisas pra nós duas, eu só conseguia pensar neles. E no final, acabamos comprando mais coisas pro Bruno do que pra nós mesmas.

Aí depois foi a vez de escolher o presente, do dia dos namorados pro Carlos. E mais uma vez, depois que escolhi o dele, não tive como evitar e escolhi o do Bruno também. E pedi pra embrulhar pra presente, com embalagens iguais. Afinal, conheço o filho que tenho e sei o quanto ele sente ciúmes de mim com o Carlos.

Claro, que sentimento entre mãe e filho é diferente de marido e mulher, mas Bruno sempre teve esse ciúmes doido de mim. Quando Carlos chega perto, beija, abraça, faz carinho, ele logo chega perto, com aquele biquinho delicioso que dá vontade de morder!

Então, o nosso dia amanhã será assim. De manhã vamos os 3 juntos até o aeroporto, levar o cunhado que viaja em férias. Depois só Deus sabe o que vamos fazer. Passear, enfim, curtir muito o dia, nós 3 juntinhos! Porque pra mim, dia dos namorados feliz, é assim! Eu, Carlos e nosso maior presente, que é o Bruninho, junto de nós.

Porque não são datas pré-fixadas que vão fazer com que deixemos nosso bem maior, símbolo maior e mais importante do nosso amor, pra curtirmos apenas os dois. Com certeza, o meu dia é muito mais feliz com meus dois namorados, juntinhos de mim.

Os presentes? Ahhh os presentes já trocamos. Carlos prometeu que amanhã tem mais. Mas sinceramente, isso é o que menos importa. O que importa mesmo, é que estou vivenciando um dos momentos mais felizes e em paz da minha vida. E isso, presente ou dinheiro nenhum pode comprar, ou pagar!

Feliz dia dos namorados pra todo mundo e lembre-se, o que importa mesmo é ser feliz SEMPRE!

E pra nós, as comemorações do mês não terminam amanhã. Ainda temos mais duas datas super importantes a serem comemoradas, mas que são assuntos pra outros posts!

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