Hoje, meu pai completa 75 anos de idade.

A data sempre foi muito feliz para todos nós, era a época que nos reuniamos, pra comemorar o aniversário dele e da minha mãe, que era em agosto. Era assim, todos os anos. O mesmo bolo, no mesmo dia, a mesma festa.

Ano passado, não teve festa. Teve tristeza, muita tristeza. Infelizmente, minha mãe morreu no dia do aniversário do meu pai. Este ano também não terá festa. E acredito que não vá ter mais nos anos que virão. Simplesmente, porque pra nós, não tem mais como acontecer, não existe mais razão pra acontecer.

Para o meu pai, peço a Deus que lhe abençõe com muita saúde, que ele continue sendo essa pessoa forte, guerreira e que não se entrega à dor nem ao sofrimento. Desde que minha mãe se foi, meu pai tem sido uma rocha, tem sido o mais forte, de todos nós. Mesmo tendo perdido a companheira de 49 anos, não abaixou a cabeça e nem curvou os ombros, um dia sequer. Encarou a partida da minha mãe, como um livramento, principalmente pra ela, que estava muito doente e sofrendo tanto.

Quanto à minha mãe, a tristeza ainda é grande, a dor também. A saudade é tanta, que em alguns momentos, parece que causa dor física. Sinto falta da voz dela, dos puxões de orelha (que eram muitos), dos mimimis, das rabugentices. Sinto falta, exatamente, de tudo. Daria qualquer coisa, pra ter um minuto que fosse, perto dela, mesmo que fosse pra ouvi-la reclamar, esbravejar, qualquer coisa…

Infelizmente, isso não é possível, então nos resta, conviver com a saudade e com todas as lembranças.

Perdoa se eu chorar
É que a saudade dói demais
E a tua ausência só me traz
Lembranças e eu sei
Que faria tudo enfim
Pra ter você aqui, perto de mim

Estava mexendo no meu álbum de casamento, pra participar do “evento” do dia dos namorados lá no Twitter e encontrei umas fotos de Bruno, que fizemos em estúdio, quando ele era bebezinho.

Quando bati o olho, me emocionei. Não tem jeito, né? Tão, tão, tão lindo ele bebezinho, com aquela carinha inocente e linda, os dentinhos começando a nascer. Ai, fiquei toda babona.

Claro, ele continua LINDO. Agora é um menino de 6 anos e meio. Inteligente, que está aprendendo a ler, que já escreve praticamente tudo, é bem articulado e porque não???, muito genioso, também!

Vejam se não é pra babar!

A medida que fui olhando as fotos, fui lembrando de todos os detalhes. Essa foi a primeira foto. Ele ainda assustado com a parafernália de câmeras e todos os “cenários”.brunobebe05

Não dá vontade de morder? brunobebe04

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Depois dessas fotos, ele se desequilibrou (estava dentro de um cestinho), bateu com o rosto em cheio no chão, e as outras fotos, ele terminou de tirar com os olhos marejados de lágrimas, mas ainda sorrindo. Na hora que ele caiu, íamos desistir do restante das fotos, ficamos chateados, nervosos. Mas no final, decidimos continuar, porque já estava tudo pago. Mas combinamos que nunca mais íamos tirar fotos dele em estúdio, porque é cansativo e eles ficam irritados demais.

Os olhinhos marejados. Ainda assim, o gourmet mais lindo do mundo todo!brunobebe01

Essa então, é a mais “babável” de todas! Olhinhos marejados e um sorrisão lindo, mostrando os dentinhos! Ai ai ai, emocionada de novo!brunobebe03

Parece que foi ontem. Tão bebezinho, tão dependente e hoje, esse meninão lindo!

Com esse olhar doce e meigo

BiaeBruno

Mas que é genioso e irritado, quando é contrariado.bravooo

Que tem esse sorrisão lindo quando gargalha.

Que enche a mãe de carinho, quando ela precisa de um abraço.eleabraco

Que imita cantores de ópera, porque ele adora ouvir ópera.

E que já foi assim também:

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Agora diz, é ou não é a cara da mãe???

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Abri o Writer pra postar na semana passada. Comecei a digitar, na metade, deletei tudo e fechei. A mesma coisa ontem. Daí, parei e comecei a pensar. Estou definitivamente, perdendo a vontade de falar de mim, de me abrir, de conversar, de desabafar. E isso, não apenas no blog. Na vida mesmo. Com as pessoas. Com os amigos.

Claro que converso com os amigos, que desabafo, que choro, que dou risada, mas isso vem acontecendo com menos frequência e com menos pessoas. Estou me tornando uma pessoa reservada, calada e de uma certa forma, solitária.

Ainda não sei se isso é totalmente bom, ou ruim. Na verdade, acho que as duas coisas. Não que tenha me tornado uma pessoa que mascara sentimentos, não é isso. Mas, de fato, sou uma pessoa mudada, acabei criando um bloqueio quando se trata de falar sobre o que estou sentindo.

Não bastasse isso, mais uma decepção. Depois de quase 2 anos tentando, na verdade, 1 ano e 4 meses, uma forte suspeita de gravidez. Estava (ainda estou) há mais de 10 dias atrasada (hoje são 19 dias), quando resolvi fazer o teste. Primeiro o de farmácia: NEGATIVO. Depois o Beta HCG: NEGATIVO também. E a tristeza veio com muito mais força, porque se com 4 dias de atraso você já fica empolgada, faz planos e fica felizona e cheia de expectativas, imagina com 10??? E mais uma vez, os planos foram todos por água abaixo. Deu desânimo, frustração, tristeza e um pouco de “desesperança” também.

Usei a velha tática de enxergar o lado positivo, e acabei tentando aceitar a coisa toda numa boa. Mas no fundo, bem aqui no fundinho de mim, estou triste sim, frustrada, chateada. E isso tem me feito viver dias estranhos, com picos de humor. QUEM É QUE AGUENTA?

Sabe qual é o lado bom? As pessoas queridas, que estão sempre ao meu lado. Que me aceitam e suportam os meus lapsos, surtos e mau humor. Porque olha, não é fácil. Em alguns dias, nem eu mesma me suporto. Daí, acabo me fechando ainda mais, ficando ainda mais caladinha e reservada.

Para muitas pessoas, dia 31 próximo, encerra-se um ciclo. A maioria faz planos, traça metas, objetivos. Mas para mim, um ciclo já se encerrou, antes mesmo do dia 31.

Nestes últimos dias, de “férias”, passeios e “longe” da internet, pensei e conversei muito sobre algo que vinha me incomodando há algum tempo. Essa mania de pessoas acharem que têm o direito de me questionar, julgar e até mesmo me “culpar” por suas desventuras. E pra mim, isso basta!

A partir de agora, não permito mais ser interpelada ou colocada na berlinda, por desventuras, desencontros ou quaisquer outras desventuras que não me dizem respeito. Da mesma forma que não mais me intrometo na vida de ninguém, não admito e nem aceito mais, que se intrometam na minha ou me questionem.

Sinto que o fato de estar com minha vida em paz, estar em paz no relacionamento com minha família, incomoda algumas pessoas. Apesar de todos os tropeços, percalços e rasteiras que andei levando este ano, minha vida continuou seguindo NORMALMENTE e em PAZ.

Acho que se alguém é feliz, ela não se foca em fatos passados, não remói situações, não atribui culpa de nada a ninguém. Porque comigo é assim. O que foi, foi. O que passou, passou. Não culpo ninguém pelas minhas “burradas”, passos dados em falso, ou qualquer merda que eu tenha feito no meio do caminho de qualquer objetivo ou meta a ser alcançada, seja ela realizada ou não. Pelo simples fato de que, como adulta, nada, nem ninguém é capaz de me obrigar a fazer ou deixar de fazer alguma coisa. E acredito que seja assim com qualquer pessoa adulta, maior de idade e dona da sua própria vontade.

Prometo não me intrometer mais na vida ou relacionamento de ninguém. Independente do grau de amizade (existe isso???) que eu tenha com a pessoa. Em 2010 também percebi que isso não funciona. Talvez, eu tenha agido da forma errada, em tentar ajudar, e fui mal interpretada e consequentemente “atacada”, taxada de alguns adjetivos, que nem convém citar aqui. E da mesma forma que não vou mais me manifestar sobre a vida sentimental de ninguém, peço da mesma forma, que ninguém mais se meta na minha, nem se sinta no direito, de sair falando sobre (o que acha que sabe) minha vida pessoal por aí, porque sinceramente, ninguém sabe!

Não serei mais aquela pessoa que manda diretas ou indiretas. Prometo me policiar e me empenhar muito nisso, aliás, já venho fazendo isso há algum tempo. Não serei mais aquela pessoa que confidencia e confia tudo a todos. Aprendi a duras penas que isso não dá certo. Você confia algo a alguém que considera, respeita e confia MUITO e, depois de um tempo, percebe que o mesmo respeito, consideração e a mesma confiança não são recíprocos. Se existe uma palavra para ser usada, esta palavra seria: CAUTELOSA.

Serei uma pessoa cautelosa. Deixarei de me “expor” tanto quanto me expunha. “Falarei” menos. Alardearei menos. Não são todas as pessoas que precisam saber de tudo o que acontece comigo. Não são todas as conquistas que devem ser compartilhadas com todas as pessoas. E também, nem todas as decepções. Descobri que tenho junto de mim, uma pessoa que é um excelente ouvinte, e principalmente um excelente conselheiro. E daí, eu paro e me pego pensando: “ahhh, se eu tivesse dado atenção àquilo que ele me disse, naquela época”. Mas enfim, o que foi, foi. Só foi. E não volta mais.

Em decorrência disso, com o fechamento deste ciclo, encerram-se também, alguns relacionamentos, cortam-se alguns laços de amizade. Simplesmente, porque acho melhor assim. Posso ter errado com estas pessoas, mas sempre que isso aconteceu, fui a primeira a procurar, me “retratar” e pedir desculpas. E aqui, mais uma vez, a recíproca não foi verdadeira. Nunca exigi que fosse assim. Apenas esperava receber o mesmo respeito, consideração e confiança. Se isso não aconteceu, por várias vezes, diga-se de passagem, então, estas pessoas não irão sentir, nem sofrer com o meu distanciamento.

Dona da razão? Vítima? Não sou, nem de longe. Mas também não sou a bruxa má, não sou ruim, não sou rancorosa. Costumo dizer que ninguém é totalmente dono da verdade. Sempre existem dois lados, pelo menos. O meu, como disse anteriormente, sempre tentei esclarecer. Por conta disso, é que digo que sigo em paz, com meu coração tranquilo.

Mágoas? Tive. Muitas. Hoje, com o coração aberto, posso dizer que não as tenho mais. Sigo com o meu coração em paz e feliz. E, desejo, sinceramente, que estas pessoas também tenham paz e sejam muito, muito felizes!

Um beijo, para todos vocês, SUPER QUERIDOS, que me acompanharam por mais um ano. Que 2011 seja um ano repleto de realizações para todos nós!

saudade

Essa semana bateu uma saudade da minha mãe!!! Talvez seja por conta do feriado de finados. Talvez, porque a partida dela tenha sido tão recente. Não sei definir, sei que bateu uma saudade imensa, o que aliás, só tem aumentado, cada dia mais. O meu coração está em paz, acho que finalmente encontrei a serenidade, mas a saudade ainda vem em ondas fortes e gigantescas. Saudade realmente, não tem fim.

Mas daí, comecei a lembrar das minhas manias e de vícios de quando era criança. Uma delas, era que eu não comia minhas refeições sem ter laranja acompanhando. Eu comia e chupava laranja junto. E à medida que vou lembrando disso, lembro também que minha mãe, muitas vezes, me sentava na janela do quarto e me dava comida na boca. Eu sentadinha ali, comendo e olhando o movimento na rua e ela na cadeira, de frente comigo. Eu devia ter por volta de 5, 6 anos, mas a lembrança é totalmente nítida.

Uma outra coisa que eu amava que minha mãe fazia, eram as trouxinhas de comida nas folhas das saladas. Ela fazia a salada, mas não partia as folhas. Por exemplo, de alface, deixava a folha grandona, e quando ia me dar a comida, ela colocava o arroz e o feijão, dentro da folha e fazia uma trouxinha com as mãos e me dava pra comer. Eu simplesmente AMAVA aquilo!

E uma coisa acaba puxando outra. Lembro dos cuidados e preocupações dela, com todos nós, os filhos, mesmo depois de adultos. Quando eu chegava super tarde da faculdade, depois de ter trabalhado o dia todo. E quando chegava, por volta da meia-noite, ela ainda estava acordada, me esperando, e com a comida quente, me esperando. Em uma dessas ocasiões, acho que pelo cansaço, lembro que cheguei e quando fui comer, eu adorava arroz, feijão, ovo frito e salada de alface com tomate, percebi que algo estava estranho. Ela, em vez do sal, colocou açúcar, tanto no ovo, quanto na salada. Quando coloquei  na boca, senti aquela ânsia de vômito, porque imaginem, ovo frito com açúcar. Arghtttt! Mas no final, acabamos caindo na risada.

São essas lembranças e tantas outras, maravilhosas, que tenho tido, quando me lembro da minha mãe, quando vem a saudade, e quando a tristeza começa querer a chegar. São momentos como esses, que acabam sendo bem maiores que o desânimo, o desespero pela falta que ela me faz.

Sinceramente, o que mais me faz falta é ouvir o som da sua voz.  Nossa! O que eu não daria pra ouvir minha mãe falando comigo! E ao mesmo tempo que me sinto triste com isso, fecho meus olhos e imagino que, de uma certa forma, posso realmente ouvi-la. Não sei explicar direito, talvez seja mais uma das inúmeras maravilhas, que nossa mente é capaz de realizar.

Enfim, comecei o post e nem sei como terminá-lo. São tantos sentimentos, na verdade, é um misto de sentimentos, mas com certeza o que predomina é a saudade. E isso, não tem como e nem quero mudar, porque é através da saudade que temos a chance de re-lembrar momentos tão bons e especiais, como os que falei ali em cima.

Quando Elvis veio morar conosco, fiz este post! Era um gatinho miúdo, com carinha de assustado, de aproximadamente um mês, nada mais do que isso, e apenas 490 gramas. O que mais me “incomodava” nele, e na ocasião eu não falava nada era a carinha tristonha e de medo.

Eu achava que ele seria arisco e tristinho pra sempre. Idiotice minha? Não sei. Conheço várias pessoas que tem gatos antissociais, que não gostam de carinho, que não ficam o tempo todo perto das pessoas. Mas enfim, acho que ele era realmente, apenas um gatinho assustado, que foi separado da mãe muito pequenino.

Mas pra nossa grande alegria e orgulho também, porque aqui Elvis é tratado como membro da família, ele cresceu, cresceu MUITO e ficou LINDO! Hj, com um pouco menos de seis meses (ele foi adotado em 08 de maio, e daquele dia, fizemos uma estimativa de um mês de vida), Elvis cresceu bastante e engordou muito.

Só para terem idéia, vejam a carinha de assustado e como era feiiiinho, coitado:

elvis2 elvis3

Qualquer barulhinho que fizéssemos ele se assustava. Nesta segunda foto, acima, dá pra ver bem, o jeito dele, todo encolhido, com olhar indefeso. Era isso que me incomodava.

Hoje em dia, ele corre, pula, morde, brinca MUITO com todos nós, principalmente com Bruno. Claro que Bruno já abusou muiiiiito dele também, mas depois de tantos arranhões defensivos que levou, finalmente, aprendeu a lição e a brincar da maneira “correta” com Elvis.

Costumo dizer, que Elvis é um GAchorro. Metade gato, metade cachorro. Porque ele brinca, pula, apronta todas e ao mesmo tempo, é nosso grande companheiro. O tempo todo em que eu estiver aqui no PC, ele está junto de mim, ali ao lado, na cama. Eu mexo com a cadeira, ao levantar, ele levanta junto. De manhã, a primeira coisa que faz, e sempre no mesmo horário, é miar desesperadamente, dando o “aviso” de que preciso recolher a areia noturna, pra ele usar “o banheiro” limpinho. É um danado!

Come MUITO, deixo ração à vontade pra ele se deliciar. Adora os sachês, come meio por dia, misturado na ração.

E com essa comilança toda, não podia ser diferente. Está com 3.540kg, com apenas cinco meses! Aparentemente não é tãoooo gorducho, porque ele é imenso no tamanho. Tem um pelo lindo, cheio de brilho, e que está em fase de “troca” no momento. Mas acredito que o mais importante mesmo, o responsável por toda esta saúde e beleza, é o amor de todos nós!

Elvis é nosso filho mais novo. Como diz Bruninho é seu Ermão caçula: “ele é o caçula porque eu nasci antes que ele, né mãe? Então eu sempre vou ser o Ermão mais velho dele, e se sou o mais velho, tenho que proteger e cuidar bem dele”.

 

 

É assim que ele fica, junto de mim, o tempo todo, quando estou no quarto!

 

Tem como não amar, uma gostosura dessa? Que nos presenteia com seus ronronados, com seus esfregões em nosso rosto de manhã, com suas mordidinhas carinhosas? Ahhhhhhhhh, eu AMO muito e pra sempre!

E hoje, no twitter, está acontecendo o #catloversday! Uma espécie de “comemoração”, “celebração”, para pessoas que assim como eu, são apaixonadas por estes bichanos lindos e fofos! Vai lá ver: http://twitter.com/catloversday

E ali, ao lado, tem um button também, com link para o BLOG BICHO AMIGO, responsável pelo #catloversday!

Hoje minha mãe completaria 65 anos de vida.

Hoje completam-se 20 dias que ela se foi. E o que nos restou foi saudade, lembranças inesquecíveis e agora, neste momento, muita dor. Uma dor insuportável que parece que vai fazer explodir o peito.

E um pedido de ajuda a Deus, para nos dar forças para superar este momento, essa tristeza tão grande que se alojou em nossos corações e se recusa a ir embora.

bruvovoEsta foi a última foto que tiramos, na última visita que fizemos à minha mãe, em junho deste ano. Saudade absurda que faz doer o coração.

Não sei como começar o post, nem muito menos como terminar. Não sei se é um post carta, ou um post desabafo, desde domingo, não sei o que pensar, o que fazer, nem ao menos sei quem sou mais.

Só sei que domingo, certamente, de todos os dias, de todos os 33 anos que vivi, foi o dia mais infeliz, de toda a minha vida. Se outros dias infelizes virão? Não sei. Certamente sim. Mas neste momento, sinto que nunca senti uma dor física, que machuca minha alma, meu peito, como estou sentindo agora.

Sei que o descanso e a paz, eram necessários. Sei que 64 anos foram vividos, sofridos, foram felizes, tiveram importância pra vc mãe e pra todos nós. Mas não posso acreditar que tenha que ser esse o momento de você nos deixar. Pensei que o momento da nossa separação, quando vc se mudou pro interior e eu me casei tenha sido o mais difícil, porque quando aconteceu, senti que naquele momento, nosso cordão umbilical foi cortado, uma vez, que até então nunca havíamos nos separado, tanto por distância, quanto por tempo.

Mas domingo, percebi que eu estava enganada. Porque mesmo longe, mesmo distante, ainda assim eu podia te ver, te ouvir. Falar quando vc quando precisava de um conselho, até mesmo de uma receita, ouvir você reclamar, porque meu Deus, como você era rabugenta! E eu reclamava de vc reclamar tanto. Quantas vezes te disse isso? Que vc reclamava demais, que devia levar a vida mais na esportiva. Mas esse era o seu jeito. Você sempre foi assim. E agor, neste momento, eu queria TANTO poder ficar ao telefone com vc, por minutos sem fim, te ouvindo reclamar de tudo e de todos, porque estaria ouvindo sua voz, daria tudo por isso.

Queria poder ir te ver, passar mil dias com vc, e ainda assim, no momento de vir embora, ouvir você reclamar e começar a chorar, dizendo que era pouco, que iria sentir saudade de nós e que era pra eu cuidar bem de Bruno, não brigar, não bater, procurar entender, cuidar dele, agasalhar, não deixar com “qualquer um”. Pra não brigar com Carlos, pra não levar tudo tão a sério, pra não discutir por coisas pequenas, pra respeitar, pra ser amiga dele, companheira, porque ele me ama e que marido como ele não iria encontrar nunca mais.

Ai mãe.Juro que estou tentando entender, que Deus quis assim. Mas sinceramente, não consigo. Como é que Deus pôde te querer longe de mim, de nós todos. Você não podia ter ido agora. Você tinha só 64 anos, mãe. Você tinha seu aniversário de 50 anos, de casamento, no ano que vem, você tinha meu segundo filho, pra conhecer. Sua ansiedade era tão grande, senão maior que a minha.

Sinceramente, não sei se isso que estou sentindo um dia vai passar. Creio que não. Posso ficar melhor, posso tentar entender, ficar mais tranquila e serena. Mas não posso aceitar e sei que não vou conseguir aceitar o fato de que não vou mais te ver, falar com você, mãe.

Só espero de coração, que você esteja realmente em paz, descansando, tendo enfim, o descanso merecido, junto de Deus. E que olhe por nós, que esteja presente, nos acompanhando, zelando pela união da nossa família, que veio tão tarde, mas veio, que faça com que a fé não mingue dentro de nossos corações, que daí, de onde estiver, que nos ajude a realmente entender e aceitar que foi o melhor para você.

Ontem, lembrei de uma música linda, que vai me lembrar pra sempre de você. Não é a sua preferida, aquela que você pediu que fosse cantada pra você, quando você se fosse, ninguém conseguiu cantar. Mas ela foi junto de você, te acompanhando.

Sempre que ouvir esta música, vou me lembrar de você, pra sempre:

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Balada De Uma Saudade

Composição: Kim/cesar/julio

Quando a noite chegar
E a chuva cair do céu
Eu sei que vou te procurar
Mas onde está você?
Tá tão vazio aqui
Não sei viver com essa solidão

Perdoa se eu chorar
É que a saudade dói demais
E a tua ausência só me traz
Lembranças e eu sei
Que faria tudo enfim
Pra ter você aqui, perto de mim

Mas se você quiser
Alguém pra te ouvir amor
Não precisa chamar, pois eu
Do teu lado estarei
E seja como for
Será assim pra sempre
o meu amor

Mesmo se eu não te ver mais
A saudade vai marcar
Em uma canção
Tua imagem no meu coração

Mesmo se eu não te ver mais
A saudade vai marcar
Em uma canção
Tua imagem no meu coração

Tua imagem no meu coração!

 

Ps: A música que minha mãe pediu para as netas cantarem pra ela, foi essa:

 

Eu Quero Apenas

Composição: Roberto Carlos / Erasmo Carlos

Eu quero apenas olhar os campos,
Eu quero apenas cantar meu canto,
Eu só não quero cantar sozinho,
Eu quero um coro de passarinho,
Quero levar o meu canto amigo,
A qualquer amigo que precisar.

(Refrão)
Eu quero ter um milhão de amigos
E bem mais forte poder cantar
Eu quero ter um milhão de amigos
E bem mais forte poder cantar

Eu quero apenas um vento forte,
Levar meu barco no rumo norte
E no caminho o que eu pescar
Quero dividir quando lá chegar
Quero levar o meu canto amigo
A qualquer amigo que precisar

(Refrão)

Eu quero crer na paz do futuro,
Eu quero ter um quintal sem muro
Quero meu filho pisando firme,
Cantando alto, sorrindo livre
Quero levar o meu canto amigo
A qualquer amigo que precisar

(Refrão)

Eu quero amor decidindo a vida,
Sentir a força da mão amiga
O meu irmão com sorriso aberto,
Se ele chorar quero estar por perto
Quero levar o meu canto amigo
A qualquer amigo que precisar

(Refrão)

Venha comigo olhar os campos,
Cante comigo também meu canto
Eu só não quero cantar sozinho,
Eu quero um coro de passarinhos
Quero levar o meu canto amigo
A qualquer amigo que precisar

O porque da música? Porque além de ela gostar muito de Roberto Carlos, minha mãe amava os amigos. Acreditava na amizade. Sempre nos ensinou que amigos valem ouro, amigos são família, amigos devem ser tratados como irmãos. E ela tinha muitos. Emocionante estar lá e ver a quantidade de amigos que foram se despedir dela, pessoas que eu nunca tinha visto, não conhecia, mas que nos disseram o quanto a amavam, o quanto ela era preciosa. Uma senhora, que ia na mesma igreja com ela, me disse: “sua mãe, era a nossa jóia, uma jóia preciosa. Era nossa querida”. Por isso, a importância de valorizar muito e amar, de verdade, nossos amigos.

No post anterior, falei sobre estar triste, chateada com coisas que NÃO tem acontecido. Pois bem. Já há alguns meses, estamos tentando engravidar, tentando nosso segundo e tão desejado filho. Não era segredo, porque todo mundo que me conhece, já sabia. Só tenho evitado falar muito sobre o assunto, porque é chato ficar toda hora, falando sempre sobre a mesma coisa, todos os meses, reclamando quando aparece a tão indesejada menstruação.

Mas ontem, fiquei realmente MUITO triste. Sei lá, a questão hormonal deve ter “ajudado” também. Sei que quando chegar o momento certo, vai acontecer. Que não devo ficar ansiosa demais. Que devo ser paciente. Que a ansiedade e o nervoso mexe com o pH, com os hormônios, etc, etc, e tal. Sei disso tudo. Mas na prática, é diferente. Quem passou, ou passa por isso, sabe como é. A gente sente a frustração, se decepciona, e chega a doer, quase que literalmente.

Somado à isso, tem a questão da saúde de minha mãe, que não está nada boa. Desde o mês passado que ela está ruim, e internada pela segunda vez. Agora, na UTI, e sem previsão de alta. Os problemas, são os de sempre: pressão, coração, talassemia e o pior de todos eles: a depressão. Pior, porque se estamos ruim da mente, não conseguimos curar o corpo. O poder da nossa mente é imenso. Só que para este problema ser solucionado, só depende dela. E aí, quem já esteve ou que tem algum ente querido depressivo, sabe o quanto é complicado, o quanto a luta é árdua. Tem que partir da própria pessoa, e infelizmente, minha mãe não reage e nem luta contra.

Cabe à nós, orarmos, pedir à Deus, que ajude, que esteja junto dela. E que aja de acordo com a vontade d’Ele, apenas.

Enfim, acho que a preocupação, com a saúde dela, as mãos atadas por morar tão longe e não poder ajudar como desejaria, somados a mais este mês de “frustração”, resultou numa incontrolável crise de choro, tristeza e decepção.

Mas estamos firmes, vamos continuar tentando.

Conversando com o médico, ele disse que nem todos os meses, todas as mulheres ovulam, que algumas mulheres, ovulam apenas 9 meses, no ano. E que é considerado normal, aguardar por até um ano, aí sim, caso não engravide, procurar algum método para “ajudar” no processo de gravidez.

Comigo, tudo normal, com Carlos idem. Então, o que temos a fazer é esperar. Como todas as amigas disseram, vai acontecer quando for o momento certo, quando Deus decidir que é o momento de nos abençoar, nos presenteando e realizando nosso maior desejo que é ter este segundo filho.

E, enquanto, isso, continuamos tentando, treinando….tem coisa melhor?

Dia dos namorados chegando. E pra nós dois, não é só pelo dia 12 que o mês é importante. Foi também o mês que nos conhecemos, na faculdade. No dia 19 de junho de 1996, e depois de uma semana, exatamente no dia 26, começamos a namorar.

Não tivemos idas e vindas. Tivemos sim, apenas um distanciamento, que durou dois anos. Quando achávamos que não ia mais “rolar”, nos encontramos novamente, e no mesmo dia, do reencontro, decidimos casar. Acho que foi o único ato “impensado” e que graças a Deus, deu super certo, que cometemos neste período de 14 anos que estamos juntos.

Nem tudo é perfeição. Cometemos erros. EU cometi erros. Paguei por eles. Tivemos um “re-começo”. E hoje, posso dizer que sou muito satisfeita com TUDO o que tenho. Não me falta nada, principalmente amor. Também tenho muito amor pra dar, acredite!

Após estes 14 anos aprendi a relevar. A não brigar por tudo e qualquer coisa. A calar e ouvir. A ficar em silêncio, quando em outra ocasião, poderia ter tido a vontade de gritar. Aprendi a aceitar que nem tudo é como eu quero, que não estou certa o tempo todo. Que ELE, pode sim, ser o certo no meio de uma discussão. Aprendi principalmente a não ficar tentando encontrar motivos para brigas.

E hoje, não me imagino sem ELE. E por favor, sem aquela coisa de que “a gente se acostuma com a pessoa”! Eu posso me acostumar com qualquer pessoa, mas também posso me desacostumar, e com ELE não é assim. Não seria tão fácil assim.

Muitas pessoas passaram por nossas vidas. Tá, pela minha. Porque Carlos não é daquele tipo de homem que gosta de ficar falando e contando vantagem (ou desgraças) sobre o passado. Nunca soube qual foi a namorada dele mais bonita, a que mais sentiu ciúmes, a que morava mais perto. Nunca soube quantas namoradas ele já teve.Porque ele nunca me disse (e sim, eu como mulher ‘curiosa’, já perguntei).

E em todas as vezes que eu perguntei, ele sempre me respondeu: “isso não importa mais. Eu mesmo até já me esqueci. E quando a gente esquece de algo, é porque nem foi assim tão importante”. E sinceramente? Deixei de perguntar. Porque vou ficar me preocupando com coisas passadas? Com algo que simplesmente passou?

Nossa vida então, é baseada no hoje e também no futuro. Sonhamos, na verdade, idealizamos juntos e aos poucos, conseguimos ir concretizando tudo o que desejamos. Porque viver junto é isso. É se amparar. É apoiar.

Brigamos. Temos nossas diferenças. Somos felizes. Somos infelizes, quando algo de ruim acontece. E isso faz parte do nosso dia-a-dia e nossa vida. Não sei se realmente existe um mundo onde todo mundo é feliz e perfeito o tempo todo. E eu amo as imperfeições e defeitos que ele tem.

Amo quando ele é irônico e ri, no meio de uma discussão. Porque sei que se ele não rir, a discussão “nunca” terá fim. Amo quando ele diz que só eu tenho vergonha de usar determinada roupa (me achando gorda), porque pra ele, ela fica perfeita em mim. Amo quando ele diz que me magoo à toa, com algumas pessoas e coisas, porque nem sempre todas as pessoas são com a gente o que somos com elas, e o principal, nem sempre EU tenho razão.

E tudo nele que me desagrada, eu passo a amar, voluntária ou involuntariamente. Porque faz parte do “pacote”. Eu quis assim. Quando disse SIM, aceitei o pacote todo. E todos os dias, conheço e aprendo algo novo sobre ele. Novas reações, novas ações, uma nova qualidade, um novo defeito.

E estou realmente, muito satisfeita com TUDO isso, tudo o que tenho. Que aos olhos de muitos, pode parecer tão pouco, mas que aos meus, é muito mais do que eu imaginava ser merecedora!

Se vai ser pra sempre? Eu não sei. Espero que seja.

Espero que todo mundo, um dia, encontre um amor. Não precisa ser perfeito. Só precisa ser AMOR. Só amor. Apenas amor. E o que é o amor? Pra mim é tudo isso que leu acima, e o que carrego aqui dentro de mim, pra outros pode ter outras definições, pode ser sentido de diferentes formas e maneiras. Mas se é amor, pra que se preocupar tanto em tentar definir? Amor não se define, amor se sente, amor se vive!

Feliz Dia dos Namorados pra todos vocês.

E pra quem não tem namorado, feliz dia assim mesmo. Se você se ama, porque não comemorar também? Afinal, o amor próprio, deve vir antes, de qualquer outro amor.

PS: Aqui não teremos nenhuma comemoração especial a dois. Mas teremos à quatro. Nós, Bruninho e Elvis. Quer coisa melhor?

Depois de muito pensar. De conversar com os amigos, não só os da net, e com Carlos, que foi a pessoa que mais me “puxou as orelhas” estes dias todos, e logo vocês vão entender o porque, resolvi fazer este post.

Na sexta-feira passada, fiz um comentário infeliz, sobre o produto de uma designer brasileira, uma “brincadeira” de tremendo mau gosto. E, como era de praxe, um alguém, que como é de praxe também, não se identificou, fez um print da tela do meu twitter, que é privado e criou um blog, com o que eu havia dito, com a minha foto, meu nome, o nome da designer e o preview do produto dela.

Aqui está o link do tal blog, para quem quiser ver e ler: http://gossip-scraper.blogspot.com/

Gostaria que lessem com atenção, o print da minha tela do twitter, e vejam por vocês mesmos, que mesmo tendo sido um comentário completamente infeliz de minha parte, em momento nenhum eu coloquei o nome da designer ou preview do produto dela. Mas a “pessoa” que teve tempo sobrando para criar um blog fake, para tentar jogar meu nome na lama se encarregou disso tudo. Colocou o nome da designer lá e o preview do produto dela.

Quando recebi o e-mail, avisando sobre o tal blog, imediatamente entrei em contato com a Cátia Cunha, que me atendeu muito bem e educadamente, conversamos por muitos minutos. Pedi perdão a ela, disse que nada justificava o meu comentário, e ela concordou comigo, que realmente o que fiz não foi legal, disse que não temos laço de amizade, não somos amigas, então por conta disso, ela não tinha porque sentir raiva, ódio ou qualquer outro tipo de sentimento por mim. Disse que quando viu, claro que ficou magoada, por ter vindo de mim, tal comentário, mas com o passar das horas, até a mágoa havia passado. Disse que todas as pessoas tem o direito de gostar ou não de algum produto, de querer comprar ou não, mas que a minha atitude não foi legal.

E realmente não foi. E como mulher que sou assumo a cagada que fiz. Conversei bastante com a Cátia, pedi perdão, e ficou tudo bem entre a gente.

O contrário do que a pessoa que fez o blog, anonimamente esperava que acontecesse.

Sinceramente, já estou acostumada com este tipo de coisa. Não espero nada de diferente de certo tipo de “gente” aqui na net, mas confesso que desta vez, a maldade foi imensa. Ia ficar calada, não ia falar nada, mas a minha consciência não deixou, o meu jeito de ser e minha VERGONHA NA CARA, foi maior, apesar da pessoa anônima dizer que não tenho vergonha na cara.

Então quero dizer, que tenho sim vergonha na cara. Tenho porque me senti envergonhada quando falei com a Cátia, tenho porque me senti envergonhada quando contei para meus amigos e principalmente para o meu marido, e principalmente porque ele disse que estava sentindo vergonha do que fiz. E tenho vergonha na cara, porque eu sou eu, assim, se fiz a merda, tenho que assumir e foi o que fiz com a Cátia e estou fazendo aqui, publicamente, no blog.

Tenho tanta vergonha na cara, que mesmo o meu twitter sendo privado, não deletei o que escrevi lá, e vai ficar. Tenho tanta vergonha na cara, que estou vindo aqui, dar minha cara a tapa, correndo o risco de ser julgada por todas as minhas amigas, tanto da net, quanto fora dela, e correndo o risco de perder até algumas destas amizades, caso minhas amigas sintam que não sou uma pessoa honrada para continuar tendo a admiração e a amizade delas, devido a um comentário idiota que fiz.

Comentário este que tantas outras pessoas fazem, abertamente ou não, mas que é claro, quando EU, ValGouveia, abro minha boca, sou jogada na fogueira, como se fosse a única pessoa da net que fez ou faz comentários do gênero.

Não espero a compreensão de ninguém. Sei que muitas pessoas, vão ler, mas não vão comentar, porque sentem medo de se expor, de externar suas opiniões. Já estou acostumada com isto tudo. E sinceramente, nada disso me importa.

Não estou aqui fazendo o papel de coitadinha, mesmo porque não sou, fui errada sim, quando comentei sobre o produto da Cátia, principalmente por ela também ser brasileira, usei a forma errada de dizer que EU não gostei do produto dela, não devia ter feito isso “publicamente”, nem da maneira que fiz, mas fiz…e devo pagar pelo que fiz.

Aceito ser julgada por qualquer pessoa, que chegue aqui, comente ou me mande e-mail e diga que fiz errado, que me ofenda, que até me xingue, desde que esta pessoa se identifique. Tenha a coragem, a hombridade e a decência (se é que pessoas assim sabem o real significado destas palavras) de dizer o que pensa sobre mim. Se gosta de mim, se me odeia ou não…mas não aceito JAMAIS, ser chamada de PODRE, FALSA, SAFADA, POBRE DE ESPÍRITO, RIDÍCULA, SEM VERGONHA e ANTI-ÉTICA, por uma pessoa que não se identifica.

Ou seja, que é tão podre quanto eu. Por tentar fazer inferno, destruir amizades entre pessoas na internet. Nada disso aconteceu, a Cátia não deixou de falar comigo, não me julgou, me tratou com educação, porque é uma pessoa adulta e inteligente, ao contrário de quem fez o tal blog fake. Porque se tivesse um pingo de inteligência não iria gastar seu “precioso” tempo, criando um blog, simplesmente para falar de mim. Ou seja, o ódio por mim é tanto que acredito que a tal pessoa, viva focada nisso, tenha como único interesse e ocupação cuidar da minha vida, do que faço e falo na net.

Só que só na net, minha querida, porque da minha vida pessoal, íntima e real, você não sabe nada! Pessoas como você, podem até ter passado por mim, mas não ficam, porque não permito que lixo convivam comigo!

Se quiser continuar falando de mim, poste novamente, escreva mais, coloco tudo aqui, para “divulgar” seu blog fake, te dou os minutos, horas, dias, meses e anos de fama que você deseja. Faça isso, vou adorar rir com as pessoas da minha “laia” da sua cara. Apesar de você achar que não sei quem você é. Faça isso, fale mais sobre o que você acha que sabe da minha vida, e continue colocando fotos minhas e meu nome na net, continue não fazendo uso da sua inteligência, se é que você tem alguma, em achar que pelo blog ser fake e você assinar anonimamente, você não arcará com seus atos.

Foi-se o tempo que o que certas pessoas falavam e falam de mim pela net, me atingiam, me tiravam o sono. O que a pessoa do blog fake fez, serviu sim para me deixar mal, com a Cátia, e tão somente com ela. E o que eu tinha para resolver com ela, foi resolvido.

Quanto à pessoa do blog, esta frase dela, que vou colocar aqui a seguir, diz exatamente o que ela sente por mim:

 

Essa Val que se acha a Rainha da cocada preta tem que ter pelo menos ÉTICA

Ela diz que me acho a rainha da cocada preta, porque será né? Não precisa ser muito inteligente para “detectar” dois tipos de sentimentos numa frase tão pequena: DESPEITO e INVEJA. Porque eu nunca disse que sou melhor do que ninguém, nunca me senti melhor do que ninguém, ao contrário dela…quer dizer…deixa pra lá…rs, como ela mesmo disse:

pra quem sabe ler um pingo é letra né?

Enfim, peço desculpas para minhas leitoras e amigas VERDADEIRAS, que segundo a tal pessoa são da minha “laia” pelo post imenso, desculpa pelo desabafo, e principalmente, quero deixar aqui, publicamente, as minhas sinceras e envergonhadas desculpas à Cátia Cunha.

Se vou sair do twitter, da net, deixar de fazer scrap, de postar no blog e deletar tudo? NUNCA! Ninguém, exatamente ninguém, aqui na net, tem esse poder sobre mim, NINGUÉM!

Agora a pergunta que não quer calar: você, pessoa anônima, consegue dormir a noite toda, apesar de toda a maldade entranhada em teu ser? Você tem amigos que te amam pelo que VOCÊ É? Fique à vontade para responder aqui no blog, através de comentários, gostaria muito de saber, se você é uma pessoa feliz, cuidando da vida alheia, em tempo integral, como se a sua vida fosse.

E para finalizar, uma citação, muito pertinente ao assunto:

Não se odeia quando pouco se preza, odeia-se só o que está à nossa altura ou é superior a nós. (Fried. Nietzsche)

Beijo carinhoso em todos!

PS: Agradeço ao Carlos (meu marido), que teve a paciência de me ouvir, e me orientar, que me encorajou e me ajudou a escrever este post.

Oi gente!

E a semana passou voando! Nossa, quanta coisa aconteceu esta semana. A maioria muito boa, graças à Deus.

Bom, primeiro vamos às notícias sobre meu pai. Ele está bem melhor, graças a Deus. Esta se recuperando aos poucos, a dor passando, a angústia também. Acho que ele está com tanta vontade de vir pra cá, ficar um tempo com a gente, que está se esforçando ao máximo para se recuperar rapidinho.

No começo da semana eu fiquei meio abalada. Comentei com as meninas que ia ficar afastada da net, mas também não estava com a mínima vontade de sair de casa. Tive medo de sair e de repente meu pai ou alguém de lá ligar, e eu não estar aqui. Aí resolvi que não ia adiantar ficar em casa, só chorando, pensando coisa ruim e voltei a conversar com as meninas, lá no Twitter.

E olha! Foi a melhor coisa que fiz. Aos poucos fui me distraindo, descontraindo e quando vi, já estava me divertindo. Conversei com elas pela cam, demos muuiiiiita risada. Aliás, paguei muito mico na cam. E sinceramente, adoro isso tudo. Adoro tudo o que me faz rir, me faz bem, me faz sorrir.

E o Twitter pra mim, passou a ser uma terapia. Tem sempre alguém brincando, contando alguma coisa engraçada. Tem música, tem descontração. Temos a oportunidade, fazer novas amizades, conhecer novas culturas, pra mim o Twitter é o mundo da total interação e integração! AMO muito!

E sabe, nesta semana que passou, percebi que não existe diferença nenhuma em “amigo real” e “amigo virtual”. Quem é amigo é amigo e pronto. Sempre disse que às vezes, estamos rodeados de gente, e mesmo assim nos sentimos sozinhos. Então, mesmo estando sozinha aqui em casa, Bruno na escola, Carlos no trabalho, me senti rodeada de amigos, de pessoas que me querem bem, e que me fizeram sorrir, me deram apoio e carinho.

Enfim…é isso.

Amanhã começa mais uma semana. Mas aqui, a rotina continua. Bruno na escola, Carlos trabalhando e eu aqui, trabalhando também, criando, conversando, levando a vida pra frente!

Ótima semana, beijo em todos!

Toda segunda-feira aqui em casa é dia de faxina. E hoje não foi diferente.

Só que hoje, antes de começar a faxina, resolvi mexer nos meus sapatos. Tinha coisa que não usava há meses, alguns nem cheguei a usar, outros uma ou duas vezes. Mas eu tenho um sério problema, na verdade, um defeito, e é algo que realmente me incomoda. Sou APEGADA com minhas roupas e sapatos.

Mas hoje resolvi que ia me desfazer SIM dos que não usei e sei que não iria usar nunca mais. E comecei a fazer a “limpeza”.

Carlos, que me conhece bem, mais do que depressa, chegou com sacolas, e à medida que eu ia separando os sapatos, sandálias, tênis, tamancos e botas que não queria mais, ia colocando nas sacolas.

Confesso que chegou um momento que pensei em tirar de volta alguns dos sapatos das sacolas e levar de volta pro quarto. Mas me controlei. Afinal, a tentativa de desapego, partiu de mim e teria que ser controlada por mim.

Quando terminei, percebi que havia 4 sacolas. Imagina, 4 sacolas com mais de 20 pares de sapato que estavam aqui há um tempão sem uso nenhum e que eu poderia ter doado bem antes, e todos seriam bem aproveitados, porque a maioria era de semi-novos (Jamais daria sapato velho, rasgado ou estragado pra alguém, afinal, o que não serve pra mim, não serve pros outros também).

Carlos desceu com as sacolas porque ia levar pra casa da mãe dele, como ela mora em casa térrea, sempre passa alguém pedindo doações. Seria a forma mais fácil de doar todos os pares. Porém, nas escadas aqui do prédio, ele “se livrou” de todos os pares. Entregou pra síndica que distribuiu entre as moças da faxina aqui no condomínio. E segundo ela, elas “se acabaram” com os sapatos. Ficaram super felizes.

E eu fiquei ainda mais. Ao perceber que um pequeno o gesto como o meu, fez algumas pessoas mais felizes. E agora, estou decidida que na próxima semana, farei uma “limpa” nas roupas. O próximo passo? As bolsas. Porque já nem sei mais onde colocar todas as bolsas que tenho, aliás, perdi a contas de quantas tenho. E não uso todas, é humanamente impossível. Por mais que eu saia pra passear, e ultimamente nem temos nos aventurado tanto assim por aí, por causa da maledeta gripe, ainda assim, não conseguiria usar tudo o que tenho aqui.

E você, costuma doar seus sapatos, roupas e afins?? Ou sofre com apego assim como eu?

Bom, o primeiro passo já foi dado. E ao invés daquela sensação de perda, que sentia antigamente, estou me sentindo super aliviada e feliz, ao ver que as meninas adoraram os sapatos.

Bom, é isso.

Deixo aqui pra vocês a indicação de um blog com um texto muito lindo e que me levou a refletir muito sobre o tema. Recebi o link do blog, da Lu Brasil, lá no Twitter.

O texto fala sobre “Pessoas com data de validade vencida”.

Eu, aos poucos, estou fazendo este tipo de limpeza também, aqui, dentro de mim. Sei que é um processo lento, porque como diz a autora do texto, pessoas com data de validade vencida, trazem ou pelo menos, tentam trazer muitas energias negativas pra vida da gente. E ultimamente o que eu menos quero ao meu lado, são pessoas assim, que veem maldade em tudo e em todos, só que se esquecem de olhar pro seu próprio interior, e não percebem que o maior problema, está dentro de si mesmo, porque quanto mais tempo passamos criticando os atos, atitudes e sentimentos das outras pessoas, esquecemos de controlar e “supervisionar” os nossos próprios atos e sentimentos.

Já perdi muitas noites em claro, remoendo sentimentos de raiva, rancor, angústia e amargura, mas graças à Deus, hoje isso não existe mais em minha vida, quando deito a minha cabeça em meu travesseiro, me lembro do meu filho, inteligente e cheio de saúde e vida. Penso na casa própria que tenho, que foi conquistada sim com muito esforço, mas que hoje podemos bater no peito e dizer: “É nossa”!

Penso no meu marido que é honesto e batalhador e aí mesmo que lembre das adversidades da vida, penso que aos poucos vamos superando isso tudo, porque somos uma família. E o que realmente importa pra mim é isso, a completa paz de espírito. Porque felicidade é coisa de momento, não podemos e nem conseguimos ser felizes o tempo todo, mas temos que aproveitar os momentos em que podemos ser, e dar valor! E, eu, nos últimos tempos, estou feliz SIM. Tenho todos os motivos do mundo pra isso, afinal, o mais importante do mundo, temos, que é SAÚDE. As outras coisas, a gente vai conquistando aos poucos.

O mais engraçado disso tudo é que só vi a indicação do texto, após ter feito a doação dos meus sapatos, e acabei fazendo uma certa relação entre ambos. Porém, as pessoas com data de validade vencida, não indico, nem doo pra ninguém. Estas, eu simplesmente descarto, assim como faço com os sapatos velhos, surrados e rasgados. Afinal, o que não serve pra mim, também não serve pra mais ninguém, lembram?

Finalizo dizendo que também tenho inúmeros defeitos, na verdade, tenho muitos defeitos, não sou perfeita, nem tenho essa pretensão. A única pessoa perfeita que existiu no mundo, ainda assim foi crucificada, imagina eu, uma reles mortal. E por isto mesmo, por não ser perfeita, não tenho o direito de julgar, nem dizer que tal atitude de determinada pessoa é certa ou errada, afinal, além de não ser perfeita, também não sou a dona da verdade. Aliás, existe dono de alguma verdade absoluta? Acredito que não!

Leiam o texto, acredito que vão gostar tanto quanto eu gostei!

Excelente semana pra todos. Beijos!

Post Editado: E quando terminei de postar, recebemos mais uma notícia maravilhosa, mas essa não posso contar agora, porque na verdade, são etapas sendo cumpridas, mas posso dizer que é referente ao nosso futuro FUTURO! Feliz é POUCO! Meu marido é o MUST!

Estava aqui na sala, sentada com o Bruno vendo TV, e de repente deu um aperto no peito. Saudade dos meus pais, do meu irmão. Desde dezembro que não os vejo. Falamos toda semana por telefone, mas não é a mesma coisa.

Bruno então quis ligar pra vovó, ele mesmo ligou e quando ela atendeu, ele logo perguntou quando é que ela vem pra cá, afinal, foi uma promessa que ela fez, quando começou a andar sozinha. E ele não se esqueceu. Perguntou se ela já estava meeeeeeesmo andando sem a ajuda do andador e quando ela disse que viria em breve, ele fez uma cara tão feliz!

Na verdade, ainda não sabemos quando ela vem, porque no final de junho, meu pai vai fazer uma cirurgia na próstata.

Mal podemos esperar pelas férias de julho pra irmos pra lá. Vamos apenas nós dois, uma vez que agora, Carlos com mais responsabilidades no trabalho, não vai poder tirar folga. Então vamos aproveitar pra ficar uns 10 dias por lá!

Saudade é fogo né. A gente chega a ficar até triste, por estar longe. E este mês não foi dos melhores. A família toda está saudosa, e é uma saudade dolorida mesmo, porque é de uma pessoa que não podemos ver mais. Minha irmã, que faleceu em 2000. São 9 anos sem ela, mas com a sensação de que ontem ela estava aqui, junto de nós.

Carlos, sempre que fala dela, diz que ela adoraria o Bruno, que iria amar ser tia do único sobrinho, porque temos 5 sobrinhas, todas mulheres. Que ela adoraria o jeitinho dele, que brincaria muito com ele. E eu não tenho dúvidas que sim.

Enfim, é triste, mas é a vida.

Gente, vocês tem noção do que é perder um HD inteiro assim, do nada? Foi o que aconteceu comigo hoje, quando o tempo começou a mudar aqui em SP. Acabou a energia, meu PC desligou sozinho, quando liguei novamente, abria a tela do Windows, mas nada de acesso às pastas. Entrei em parafuso. Eu e Carlos abrimos a CPU, conferimos se não tinha nada desconectado ou frouxo, só que foi o mesmo que nada. Nem ponto de restauração consegui criar. No final, tive que formatar. A sorte é que eu mesma faço isso, porque sou boa pra lidar com Software, quer dizer, pelo menos em se tratando de formatação e instalação de programas me viro bem! Mas to triste, chorei à beça, perdi tudo, um monte de coisa. Kits que ainda não havia enviado pras lojas, 4 pastas de produtos CU que comprei nos últimos meses, quase 30GB em produtos, sem dizer meus outros arquivos, na verdade, perdi exatamente 200gb em arquivos, porque este meu HD estava praticamente lotado, afffff, uma tristeza só. Estou toda enrolada, nem terminei de instalar tudo ainda, então se eu demorar pra postar, já sabem, estou tentando ajeitar a coisa toda aqui. O sorteio do kit faço quando tudo estiver normalizado, ok! Beijo!

Lembram daquela manta?  A que eu estava fazendo pro inverno deste ano e que coloquei como meta nas 101 coisas?

Neste post eu estava apenas começando. Cada fileira de cores diferentes era um novelo de lã. Imagina que eu já havia usado 42 novelos. Finalizaria quando completasse 60 novelos, porque era uma manta pra cama de casal.

Pois é. Era!

Num descuido meu, que deixei no sofá de qualquer jeito. Pior que foi de qualquer jeito mesmo. Bruno acabou tirando muiiiiiitos pontos das agulhas, ou seja, fez um “buraco” imenso. Tadinho. E foi sem querer. Porque ele sempre tem o maior cuidado quando eu deixo à vista, mas hoje, brincando perto, ele derrubou, e aconteceu o desastre.

E eu chorei quando vi minha manta linda, toda aos pedaços. E ele, coitado, chorou também, pediu desculpas.

Até Carlos ficou desesperado, tentando me acalmar e perguntando se não tinha mesmo jeito de “recuperar” os pontos perdidos, mas o buraco que ficou era imenso!

E eu nem tive coragem de brigar com Bruno, afinal, não foi mesmo culpa dele, eu que deveria ter sido mais cuidadosa. Falei pra ele que começo de novo, que não foi culpa dele, então é pra ele ficar tranquilo.

Mas fiquei realmente triste. Estava praticamente na reta final.

Enfim, acontece… :(

No post anterior, comecei dizendo que ultimamente são poucas as coisas que me deixam triste, desanimada, chateada e etc. E dentre estas poucas coisas, talvez a que mais “acaba” comigo é a falsidade, a falta de consideração, é a amizade movida por qualquer tipo de interesse.

E de novo aqui vou falar sobre a saída de Bruno da antiga escola. Vocês que me acompanham sempre, já há algum tempo, sabem o quanto eu amava a escola de Bruno. Era uma mãe super participativa e achava que da mesma forma que amava era amada. Ledo engano.

Enfim, é triste demais perceber que fomos “enganados”, “traídos”. É assim que estou me sentindo. Nem ia colocar nada sobre o assunto aqui no blog, porque de uma certa forma, é um assunto pessoal demais, porém, não consigo deixar de “falar” sobre isso, porque é algo que está me tirando o sono, está me deixando angustiada, triste, magoada.

Mais triste ainda, foi Bruno ter saído de lá, sem ter recebido nenhum tipo de “demonstração” de carinho ou qualquer demonstração de tristeza. De repente, quem está lendo, pode até imaginar que estou super valorizando a situação, mas quando me lembro como diziam o quanto “amavam” o Bruno, como ele era “querido”, como era “especial”, sinto ainda mais angústia dentro de mim. Tudo mentira, tudo foi uma grande mentira, tudo encenação.

E mais uma vez, eu me decepcionei com as pessoas. Como o ser humano tem o poder de machucar a gente!

Uma vez, o San, um amigo muito querido me disse: “Val, na maioria das vezes, acabamos nos decepcionando com as pessoas, porque esperamos que ajam com a gente, da mesma maneira que agimos e somos com elas”.

E é verdade. O meu perfil no orkut me descreve muito bem. Quando sou amiga de alguém, sou amiga MESMO, me entrego, defendo, apóio, sou uma amiga presente em TODOS os momentos. E não faço isso esperando o  mesmo em troca, em troca, espero apenas sinceridade e fidelidade. E infelizmente, nos últimos tempos, tenho me magoado demais, porque apesar de ter encontrado em meu caminho, seja na net ou fora dela, pessoas boas, que gostam de mim de verdade, também encontro pessoas falsas, mentirosas, que “trapaceiam” na amizade que dizem ter comigo.

E por ser assim, uma amiga verdadeira e fiel, essas “punhaladas” recebidas me machucam e magoam tanto! Uma vez, disse aqui no blog, que sou uma pessoa que não vive sem amigos, e sou mesmo, NECESSITO ter amigos pra viver bem, necessito estar bem com meus amigos pra estar bem, e se algum amigo não está bem, eu também não estou, porque sinceramente, sou amiga de todas as horas!

O que posso esperar, na verdade pedir, é que Deus tire toda esta mágoa de dentro de mim, que cure a angústia que estou sentindo e que me ajude a superar mais esta decepção, porque sinceramente, uma das coisas mais tristes da vida, é perder um amigo.

Porque, pelo menos eu as considerava minhas amigas.

E agora estou aqui, sem vontade de fazer nada, desanimada, triste. Sem vontade de postar, de criar, de conversar no MSN, de “papear” no orkut. Mas isso tudo vai passar, não vai?

Nos últimos tempos, são pouquíssimas coisas que me deixam desanimada, desmotivada, e sei lá mais o que. Aliás, só coisas importantes mesmo e REAIS, que realmente acrescentam algo em minha vida. E sinceramente, esta transição do Bruno, a mudança de escola, me deixou assim. Mesmo vendo que ele está completamente tranquilo, está animado e quase que completamente adaptado, tudo isso mexeu demais comigo. E estes últimos dias, fiquei meio que isolada da net, sem vontade nenhuma de postar, conversar no MSN ou até mesmo, ficar sapeando pelo orkut, então acabei sumindo.

Mas essa fase, graças à Deus, está passando. E estou voltando aos poucos. Tenho “n” posts pra colocar aqui. Tem kit novo no pedaço, homenageando uma pessoa MUITO especial, tem mais brincadeira pra ser repassada (pra total desespero de vocês, rs), tenho que colocar aqui as fotos do novo visual (apesar de estar TOTALMENTE sem máquina fotográfica, porque a minha coitada, morreu de vez, mas já estamos “providenciando” outra!) e tenho uma brincadeira nova e muito legal que vai começar hoje aqui no blog e que vai render muitos prêmios pra vocês!

Então, sendo assim, prometo que volto ainda hoje!!!! Não me abandonem ;)

 

Editado: Meninas, como ainda estou aguardando a resposta de algumas pessoas para a participação na brincadeira, vou colocar no ar, apenas quando todas me responderem, ok. Mas, se possível coloco ainda esta semana (até sábado) a brincadeira aqui no blog.

E daí que vocês perceberam que minha tarde não foi nada fácil. Fiquei mesmo a tarde toda preocupada, angustiada, ansiosa e pra piorar ainda mais a ansiedade do lado de cá, Carlos me ligava de cinco em cinco minutos, porque também passou o dia preocupado com o primeiro dia de aula.

Bom, já expliquei meio que rapidamente, no post anterior, que a minha maior preocupação era com o “sentimento” de Bruno em iniciar numa escola nova, completamente diferente da escolinha que frequentou desde um ano e meio. Fiquei sim preocupada, porque mesmo ele sendo criança, e sabendo que criança quando é expansiva se dá bem em qualquer lugar e se entrosa fácil, fiquei imaginando ele num local totalmente estranho, novos amigos, professora nova, enfim, tudo diferente do que ele estava acostumado.

Fora isso, a grandiosidade da nova escola, em todos os sentidos. Bruno estudava na escola aqui do bairro, na verdade, só precisava atravessar a rua pra estar dentro da escola. E se comparada à nova escola, é uma escolinha pequena, com poucos alunos, enfim, era uma escolinha focada no ensino do maternal, jardim e pré. E a nova escola é gigantesca, um colégio enorme, com todos os níveis de ensino, desde o maternal até a última série do colegial, enfim, tudo diferente mesmo.

E aí eu explico pra vocês o real motivo da mudança. Bruno ama a escola que estudou até semana passada e sinceramente eu também amo, porque amor não acaba assim de uma hora pra outra, mas confesso que vários foram os fatores que fizeram com que esse amor começasse a “esfriar”. Primeiro foi a saída da Karla, a diretora-coordenadora da escola, a maneira como ela “saiu” da direção da escola, descontentou não apenas a mim, mas também vários pais e é claro, as crianças, que foram as que na verdade, mais sofreram com a saída dela. Mas, como a vida continua, tentamos ir levando, da maneira que desse.

Com a saída da Karla, o clima da escola mudou totalmente. Falo com propriedade sobre o assunto, porque sempre fui uma mãe muito participativa em tudo o que a escola propunha pra nós os pais. Com isso, acabei conhecendo todas os funcionários, incluindo as professoras e o dono da escola. Quer dizer, o dono da escola, eu “achava” que conhecia, até o momento que precisei ter um papo sério com ele.

Enfim, sendo eu uma mãe participativa e amiga da escola, achei que também tinha o direito de questionar algumas mudanças que ocorreram com a nova gestão da diretoria. Mudanças que diziam respeito ao MEU filho, sobre a alimentação dele, exigências tão sem nexo sobre o lanche que ele levava pra escola daqui de casa e fui mal interpretada e no final, prejudicada. Porque pelo simples fato de bater de frente com a nova coordenadoria, perdi uma bolsa de descontos que tinha na escola ao efetuar o pagamento das mensalidades. Aí tentaram me fazer acreditar que a retirada do desconto nada tinha a ver com o meu “bate boca” com a nova coordenadora.

Tentamos contactar o financeiro da escola, que ficava em outra unidade e fomos SUPER MAL TRATADOS. Simplesmente nos disseram: foi um acordo que vocês fizeram com a antiga coordenadora (Karla) como ela não é mais funcionária da escola, a escola não se responsabiliza por acordos feitos com ela. Eu como tenho o pavio curto, fiquei revoltada, neste mesmo dia, (faz mais ou menos um mês que isso aconteceu) queria ter tirado o Bruno de lá, porque achei uma total falta de respeito. Mas como Carlos é super maleável, tranquilo, pediu pra esperar, que não podíamos “prejudicar” o Bruno por conta disso, perdemos o desconto? Tudo bem, continuamos pagando sem desconto mesmo, não tinha problema.

Só que eu achei por bem agendar uma reunião com o dono da escola, pra explicar pra ele que eu não concordava com aquilo, se havia feito um acordo com a antiga coordenadora, e ela falava em nome da escola, a escola tinha SIM que cumprir com o acordo. Na verdade, nem tanto por causa do dinheiro sabe, porque não era um desconto de valor alto, mas pelo respeito mesmo da escola para com os alunos e os pais. E queria entender o porque da “vingança’ na retirada do desconto quando questionei a escola, o que na verdade, é um direito meu como mãe.

Enfim, ele agendou a reunião pra um determinado horário, há 15 dias atrás, e meia hora antes da reunião pediu pra ligarem desmarcando, dizendo que tinha ocorrido um imprevisto e que me ligariam ainda naquele dia, pra agendar um novo horário. E daí que esperei até a última sexta-feira, esperei por exatos 15 dias, e então conversei com Carlos, que sinceramente, pra mim isso não servia, sou uma pessoa de palavra, responsável e exijo que sejam comigo também, afinal, estou pagando, a escola não é de graça, e mesmo que fosse, ainda assim, seria um direito exigir uma reunião com o responsável pela escola e ser atendida.

Nunca mais ninguém me procurou. Todas as vezes que levei o Bruno depois disso e encontrava com a coordenadora ela nunca me falava nada, sobre um novo agendamento e eu fui levando, por 15 dias, até que na sexta, como disse acima, não aguentei mais, resolvi procurar outra escola. Na verdade, conhecer pessoalmente, porque já haviam me falado muito bem sobre ela aqui no condominio. Então na sexta passada, fui com Bruno conhecer, e ele adorou. Depois à tarde, retornamos com o Carlos, pra ele conhecer também e graças à Deus, ele também aprovou! E aí decidimos que eu voltaria hoje, com toda a documentação pra acertar tudo, matricula, mensalidade, material didático e uniforme. E hoje de manhãzinha lá estávamos nós, acertando tudo e a maior surpresa foi quando disseram que Bruno já poderia começar hoje caso quiséssemos! E aí chegou o momento em que fiz o post abaixo.

Meia hora antes do ônibus entrar aqui no condomínio trazendo ele de volta, já estávamos lá embaixo, torcendo as mãos e quando ele parou aqui na frente, eu e Carlos nos empurrávamos literalmente pra tentar chegar na frente pra pegar Bruno nas escadas do bus. E foi tãooooooooooo bom ver o sorrisão dele, a primeira coisa que ele disse foi:

“Nossa mãe, eu até dormi dentro do ônibus, o balanço é tãoooo bom”.

E aí eu vi que estava tudo certo. Porque Bruno quando está descontente com alguma coisa, se cala, fecha a cara. E depois disso, metralhamos o menino com perguntas, que ele nem conseguia começar a responder, porque logo vinham outras. Quando questionado sobre a professora, ele disse “Ahhhh mãe, eu adorei, é a tia Lu”. Aí fiquei pensando que ele realmente tinha adorado a nova professora e dando graças à Deus por isso, já era meio caminho andado.

Quando abri a agenda, pra ver o recado que a professora havia me mandado, meus olhos se encheram de lágrimas e falei: “Deus realmente existe e é maravilhoso Carlos, somos muito abençoados e devemos agradecer muito por isso”, vejam:

 

objetivo3

A nova professora, já deu aula pro Bruno na escolinha anterior, e ele amava de paixão e ela idem. No momento em que li o recado dela, parece que uma tonelada foi tirada das minhas costas. Agora sim estou tranquila. Bruno está realmente entre amigos. Sei que hoje ainda foi o primeiro dia, que ainda vai demorar algum tempo pra se adaptar totalmente, porque ainda tem a questão dos amigos, da namorada que ele deixou na outra escola, mas é apenas uma questão de tempo. Meio caminho já foi transposto, por já conhecer a professora “nova”.

Agora sobre a nova escola estamos muito felizes, a escola é pelo Sistema Objetivo de Ensino, o que nos faz ter a certeza de que estamos mudando pra melhor.

E hoje, quando fui cancelar a matricula na escola anterior, a desculpa que me deram foi que o dono ainda não havia podido me atender, porque tem muitas audiências marcadas (ele é advogado também), então pedi que passassem um recado pra ele: “se ele perde qualquer das audiências que tem agendadas, corre o risco de “perder” um processo. Então, ele deveria passar a levar a escola dele mais a sério, porque pelo fato de ter “perdido” uma reunião comigo, acabou perdendo um aluno.” E sinceramente, vai perder muitos mais, se continuar tratando os pais e alunos com tamanha falta de consideração e respeito.

Como era uma mãe participativa, conheço vários pais de outros alunos, tenho amizade com muitos deles, conheço praticamente todos os pais dos alunos do Bruno e no que depender de mim, todos eles vão ficar sabendo sobre a maneira como fui tratada, ou melhor, não tratada! Senti muito por todas as professoras, acho que na verdade, acabei sentindo mais que Bruno, porque tive a sensatez de poupá-lo de ir até lá, quando fui cancelar a matricula, mas confesso que ao entrar e sair de lá, senti como se um pedaço de mim tivesse sido cortado fora, um pedaço de mim ficou lá, afinal, meu filho esteve lá, por 3 anos e doeu demais pensar que saiu assim, sem receber nenhum tipo de “consideração” por parte da escola.

Mas agora, é partir pra outra né! Vou conseguir dormir tranquila e todos os dias, quando ele sair pra ir pra escola, vou ter a certeza de que ele não se sentirá sozinho!

Vejam que fofo, com o novo uniforme:DIGITAL CAMERA

Post gigantesco de novo. Mas como eu disse que ia postar sobre isso, tive que cumprir o prometido.

E a história que contei aí acima sobre o descaso da escola comigo, talvez sirva de exemplo pra alguém, pra alguma coisa, sei lá! Como vim aqui por várias vezes elogiar a escola, achei que seria importante contar aqui o ocorrido, acho justo ser sempre transparente sobre tudo o que acontece, seja algo positivo ou negativo em nossas vidas, porque “panos quentes” não funcionam comigo, com NADA! E a partir de agora, com certeza, essa escola, NÃO INDICO!

Ahhhhhhhhhhhhh antes que eu me esqueça, obrigada pelos comentários e e-mails de apoio, vocês são mesmo o MÁXIMO!

Karlinha, você sabe, AMAMOS VOCÊ, FOREVER!

Em total estado de desespero, apreensão e preocupação aqui!

Isto tudo porque Bruno acabou de ‘”embarcar” no bus, que está levando-o rumo à nova escola! É, mudamos Bruno de escola e depois vou fazer um post sobre isso, contando tudo, inclusive o motivo da mudança.

Porque preocupada?

Bom, porque ele começou na escola “antiga” com apenas um aninho, conhece todo mundo lá, todas as professoras, a tia da cozinha, da limpeza e todos os amigos dele são de lá.

Minha maior preocupação é com a adaptação. Sei que Bruno é um menino super comunicativo, alegre, conversador e extremamente carinhoso, mas será que todos serão com ele também?

Enquanto a tarde não passa, fico aqui cheia de neuras. Imaginando se os novos amigos estão incluindo ele nas brincadeiras, conversas e afins. Se está se entrosando com a nova professora.

Ai meu Deus, como coração de mãe, sofre!

De repente estou aqui cheia de neuras e preocupações à toa, mas enfim, não tenho como evitar. Só posso torcer pra que chegue logo as 18 horas pra perguntar pra ele como foi o dia!

Vou contar um segredo pra vocês!

Fui uma adolescente muiiiiiiiiiito romântica e sonhadora! E quem não foi né? Impossível ser menina e não ser romântica aos 14 ou 15 anos, sonhar com o príncipe encantado. Viver e vivenciar novas paixões como se fossem a primeira e única! Sentir aquele frio na barriga, um “bolo” na garganta, ao vislumbrar o objeto do nosso amor ali, pertinho da gente. Nossa! Momentos inesquecíveis, que toda menina viveu com certeza!

Hoje em dia, posso dizer que sou feliz, mas sinceramente, não me recordo de ser tão feliz, quanto fui aos 15 anos! Como muitas adolescentes, tive agendas e mais agendas, todas enfeitadas, com coraçõezinhos, com fitinhas, laços e adorava.

Mas como era muiiiito romântica também, tinha vários cadernos e diários com poemas, textos, mensagens de amor, e também, de vários outros temas. Aí estes dias, me deu uma saudade, resolvi resgatar do fundo do baú aqui, os cadernos que trouxe comigo quando casei. É, porque tenho tuuuuuuudo de quando era jovem, minha mãe faz questão de guardar tudo lá na casa dela. As agendas, os diários, que continham “segredos” no passado, que escondia pra ninguém ler e que hoje ao serem lidos, trazem ótimas recordações e até um pouco de “vergonha”, por ver o quanto somos ingênuas, não temos maldade e super valorizamos coisas tão simples visto com os olhos atuais, é claro!

E quando digo que guardo tudo, é tudo mesmo! Mudei pra São Paulo, quando fiz 15 anos, então imaginem o sofrimento. Apesar de Jundiaí ser há apenas 40 minutos daqui, me vi orfã de meus amigos. Aí vieram as cartas. Escrevia várias todos os dias e recebia também. Tenho uma caixa, lá na casa da mamis, com TODAS. Inclusive com as cartinhas de amor, que recebia quando era adolescente, os recadinhos de correios elegantes em festas juninas (vocês lembram???) e também, é claro, as do Carlos! Tudo guardado, com o maior carinho, e que possuem valor inestimável!

Então como estava dizendo, resolvi resgatar minhas relíquias, as duas que tenho aqui comigo, porque se fosse trazer tudo, Carlos ia ter um ataque dos nervos.

Vejam que tinha até desenhos (muito mal feitos..ahahahahahhaa) que serviam de ilustração para os poemas e textos!

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Este todo florido é perfumado também e apesar de ser muito antigo (acho que tem mais ou menos uns 16 ou 17 anos) ainda exala um cheirinho bemmmm suave do perfume!

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Vejam como as folhas são amareladas e gastas!SAMSUNG DIGITAL CAMERA

Pra mim são verdadeiras preciosidades.

Porque estou postando sobre isso??? Saudosismo.

Andei colocando algumas mensagens que gostei muito na minha página de scraps do orkut e a Ana (Paula) foi comentar que estava adorando e que ia copiar algumas à mão pra agenda dela. Aí veio a saudade. Inclusive comentei com ela, que ia tirar foto dos meus caderninhos românticos e fazer um post sobre eles. E aqui está o post!

Não esquecendo de dizer que tive também “n” daqueles cadernos de questionários, onde em cada página, você fazia uma pergunta e “emprestava” o caderno pras amigos e também pros paqueras responderem. Era bom demais!

E você? Também era romântica? Tinha cadernos de versos e poesias? Agenda toda decorada? Cadernos de questões? Quero saber! Vamos compartilhar as recordações do nosso tempo de adolescente meninas!!!

Uma última observação: continuo me sentindo romântica e uma eterna menina, como quando tinha 15 anos, então se me der a louca, capaz que compro mais caderninhos perfumados pra encher com novos poemas e mensagens de amor!

…mas o presente é pra vocês!!!

Fiz um freebie, como sempre muito modesto, porém, feito com muito amor e carinho. Como uma forma de retribuir todo o carinho que todas tem comigo sempre.

Só tenho a agradecer pelas visitas, comentários, e-mails, presentes, sejam eles reais ou virtuais que me enviam com frequência. Sou muito grata à Deus por tudo isso, pelos amigos que ganhei aqui na net, pelo carinho, pela admiração que muitas pessoas tem por mim e pelo espaço que ganhei no coração e na vida de tantas outras!

A parte ruim? As pessoas que não gostam de mim??? Bem….isso passa a ser tão pequeno frente à grandiosidade do carinho e afeto de quem gosta!

Então vamos lá. Espero que gostem!

 

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DOWNLOAD

 

Gostaram? Então corram lá baixar, é de vocês!!!!

Enfim, o meu agradecimento à todas, por todo o companheirismo, apoio, carinho, força e amizade que tiveram comigo durante este ano.

Foi um ano muito difícil, um ano de perdas, perdas reais, com o falecimento de pessoas da família e amigos queridos, ano de muita dor, ano de solidariedade, ano de ombro amigo, e a maioria de vocês, que vêm me ler, passaram por isso tudo, junto comigo, sempre presentes, seja através de comentários, e-mails ou MSN.

Ano de mudanças, transições, acontecimentos.

Amizades que se consolidaram com o tempo, amizades que se desfizeram por motivos nem sempre entendidos ou bem aceitos, mas assim foi.

O que posso dizer é: O QUE TEM QUE SER, SERÁ. As coisas acontecem na vida da gente, com motivos já certos, algumas vezes podemos tentar mudar o destino, mas na maioria das vezes, ele simplesmente é, acontece e pronto!!!

Me senti triste com a “perda” de algumas amizades, mas passei a aceitar, porque se aconteceu é porque realmente tinha que ser, em contrapartida, mesmo acreditando que pessoas não são substituíveis, porque pra mim, cada pessoa é única, fui presenteada com novas amizades, realmente, ganhei amigas fantásticas em 2008.

Aprendi que nem sempre agradamos a todos, nem sempre todos nos agradam e que o importante mesmo é respeitar as diferenças, aceitar que ninguém é obrigado a concordar com tudo o que acreditamos ou não, sempre.

Foi um ano de vitórias aqui pra nossa família, nos estabilizamos, estamos mais centrados e focados em nossos objetivos. Felizes, mais unidos, realmente, 2008 foi o ano da união aqui pra gente, graças à Deus!

E é assim, que desejamos que todos os nossos leitores e amigos tenham um 2009 recheado de realizações! Muita saúde, paz, amor, felicidade e prosperidade. Que 2009 seja um ano MUITO MELHOR!!!

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Carlos, Valéria e Bruno Gouveia

É tão triste ver tanta inimizade “a troco de nada” por aí, que tem dias que dá um desespero!!! Fico pensando até onde todo mundo vai parar. E não estou falando da net não, pelo menos, não apenas sobre a net, porque felizmente minha vida não se resume a isto aqui. Estou falando de tudo mesmo, tanta discórdia, tantas brigas, desavenças, por dinheiro, por poder, por “status”, fama, pequenas picuinhas. São tantas bobagens que é desesperador ver amizades de meses, anos, de uma vida inteira, sendo descartadas assim, como se fossem “nada”.

Aí hoje recebi este texto de Vinicius de Moraes, que retrata exatamente o que penso sobre amizade, porque eu sem meus amigos não sou nada, nem ninguém. Preciso SIM deles pra viver, porque uma pessoa sem amigos não vive, apenas sobrevive!

 

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Um dia a maioria de nós irá se separar

 

Um dia a maioria de nós irá se separar.
Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, das descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos
que partilhamos.

Saudades até dos momentos de lágrimas, da angústia, das vésperas dos finais de semana, dos finais de ano, enfim… do companheirismo vivido.

Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre. Hoje não tenho mais tanta certeza disso.

Em breve cada um vai para seu lado, seja pelo destino ou por algum desentendimento, segue a sua vida.

Talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe…nas cartas que trocaremos.
Podemos falar ao telefone e dizer algumas tolices…
Aí, os dias vão passar, meses…anos… até este contacto se tornar cada vez mais raro.
Vamo-nos perder no tempo….
Um dia os nossos filhos verão as nossas fotografias e perguntarão:
- "Quem são aquelas pessoas?"
Diremos…que eram nossos amigos e…… isso vai doer tanto!

"Foram meus amigos, foi com eles que vivi tantos bons anos da minha vida!"
A saudade vai apertar bem dentro do peito.
Vai dar vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente……
Quando o nosso grupo estiver incompleto…reunir-nos-emos para um último adeus de um amigo.
E, entre lágrimas abraçar-nos-emos.
Então faremos promessas de nos encontrar mais vezes daquele dia em diante.
Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a sua vida, isolada do passado.
E perder-nos-emos no tempo…..
Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes que a vida passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes tempestades….

Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!

Vinicius de Moraes

 

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Ontem, dia 30, que é dia oficial de montar a árvore de Natal (vocês sabiam disso????), começamos a montar a nossa. Eu também não sabia desta data oficial, fiquei sabendo por um e-mail que recebi, que é tradição da igreja católica, iniciar a montagem da árvore no dia 30 e ir montando aos poucos, durante as 4 semanas que antecedem o Natal.

Como não tenho paciência pra esperar e a ansiedade do Bruno acaba sendo enorme também, montamos a nossa ontem, tudo de uma vez. Ela é pequena, do ano passado, acabamos reaproveitando porque os enfeites continuaram perfeitos, e mais uma vez, o sorrisão do Bruno quando ligamos as luzes foi “impagável”.

Ano passado, lá no outro blog, eu contei que ele se emocionou, os olhos se encheram de lágrimas e nós dois (eu e Carlos), choramos junto ao ver a felicidade dele. Isto tudo porque ano passado foi o primeiro ano que montamos árvore de Natal, desde que Bruno nasceu. Como ele era terrívelllllllllllll quando era menor, mexia em tudo, ficamos morrendo de medo, porque as bolas da árvore são de vidro, tem a coisa das luzes também, resolvemos deixar pra quando ele crescesse um pouco mais.

Este ano quero ver a cara dele, quando for dormir na noite de Natal e no dia seguinte, acordar com o presente dele lá, ao lado da árvore, embaixo não vai dar pra colocar, pq o presente é 3 vezes o tamanho da árvore, e o desfalque no bolso também. Mas tudo bem, ele merece! Aposto que ele vai se emocionar também.

Depois que tiramos vários fotos montando a árvore e também com ela pronta, ele disse:

-Mamãe, agora uma foto sua perto da árvore.

Sentei no chão, ele disse pra colocar a mão no rosto, dizer “X”  e tirou a foto:

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Não sei porque ele quis que eu fizesse esta pose, mas ficou satisfeito com o resultado. E eu também, tendo em vista que a máquina não anda lá estas coisas, ele até que se saiu bem como o fotógrafo da vez!

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