Tenho um amigo aqui da net, de mil anos atrás. Que foi em casa, pra gente se conhecer, no ano que casei. Passou uma tarde lá em casa, junto com alguns outros amigos que convidamos, pra um almoço! E aí ele sumiu…
Na verdade, morava no interior, em Pederneiras, mas estava se preparando pra mudar aqui pra São Paulo. Só que depois desse primeiro encontro, nossas vidas tomaram rumos diferentes. Ele se mudou pra São Paulo, se casou, solidificou a vida aqui, tanto do lado profissional, quanto pessoal e dias atrás nos “trombamos” novamente.
Na verdade, apareceu um João Paulo, lá no meu orkut, assim do nada…rs, pedindo pra eu adicionar. Quando vi que era ele, nem acreditei! Aí conversa vai, conversa vem, descobri (na verdade na primeira vez que ele foi lá em casa – nessa época eu morava lá na região dos Jardins – ele me disse que estava namorando uma menina aqui do condominio onde eu moro) que ele mora aqui no mesmo condominio que eu!
Foi muito engraçado, porque ele mora alguns prédios pra cima do meu, na mesma rua aqui dentro do condominio, há mais tempo que eu (eu moro aqui há três anos) e neste tempo todo, não tínhamos ainda nos encontrado aqui dentro. Aí estávamos tentando marcar um encontro, mesmo que rápido, pra gente matar um pouco a saudade, conversar um pouco, dar um abraço e tals.
E o dia foi hoje. Decidimos meio que em cima da hora, em 10 minutos ele desceu aqui no meu bloco, e foi muito engraçado porque falei pra ele, vou descer com a roupa que eu to hein, então se prepara…hahahahha. E desci toda maloca mesmo, calça indiana tri larga, uma camisa branca que deixei até cair babei um pouco de anti séptico bucal quando que escovei os dentes após o jantar. E graças à Deus ele nem percebeu…ahahahahahahahaha.
Mas a sensação de dar um abraço em um amigo querido, não tem preço. Não há dinheiro no mundo que pague. Depois, acho que Carlos viu que o papo tava tão legal lá embaixo, acabou descendo também. Aí ficamos os 4 lá, Bruno jogando pedra nos carros que passavam e na gente, batendo um papo. Quer dizer, depois que Carlos desceu, me jogaram pra escanteio, ficaram falando de carros, dos deles, dos outros e descobriram que eles haviam se encontrado outro dia (e não tinham se reconhecido) num lava rápido aqui perto e inclusive tinham batido um papo também, também sobre carros, é óbvio. São homens…tsc..tsc.
Sei que foi ótimo. Ficamos tão animados e felizes, que já marcamos uma bagunça aqui em casa, com direito à churras e muito, muito “querosone”, néam João????
Pelo menos o dia acabou melhor. To feliz. Descobri que tenho mais um amigo querido, bem aqui pertinho de mim, e ainda de brinde, vem uma amiga também, a Solange, esposa do João, que infelizmente não pude conhecer hoje, porque estava na facul!
Melhor coisa do mundo ter amigos né? Simplesmente AMO!









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Mil anos é muito tempo, reveja suas contas… rs
Referente a sua roupa, ele num percebeu mesmo, pois ele foi pra ver você, e não sua vestimenta… rs
Pode reparar… na propaganda do MasterCard não tem preço pra abraço nem pra ser pago no cartão…rs E seu filho jogando pedras nos carros e em você e nas suas visitas… isso sim não tem preço… hahahahaaa
Tirando o que num ta bom… realmente o João por perto, embora mais de você, é muito bom mesmo… amigos sempre são e serão bem vindos… desde que verdadeiros como ele.
Beijo Val.. desculpa a brincadeira… ah… lembra que eu era um dos amigos que tava no almoço de anos atrás… rs eu tavaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa rs